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“Não existe qualquer intenção de privatizar Caixa e BB”, diz Bolsonaro

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Marcos Corrêa/PR

Presidente Jair Bolsonaro negou que o governo tenha intenção de privatizar Caixa e Banco do Brasil

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira (4) que o governo não tem intenção de privatizar o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal. O GLOBO publicou, na véspera, que a equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, discute a privatização do Banco do Brasil. Segundo as fontes, o primeiro passo é convencer o presidente.

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“A capa do GLOBO de ontem falava sobre a privatização do Banco do Brasil. Se alguém do terceiro escalão fala aquilo, eu não tenho nada a ver com isso, eu não tenho como controlar centenas de milhares de servidores. Da minha parte não existe qualquer intenção de pensar em privatizar Banco do Brasil e Caixa Econômica”, afirmou Bolsonaro .

Segundo fontes do ministério da Economia, o tema já foi abordado em reuniões do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), o braço de privatizações do governo federal, há duas semanas. O primeiro passo seria convencer o presidente da necessidade de incluir o banco na lista de privatizações que será enviada para o Congresso em 2020.

É necessária uma lei específica para privatizar Petrobras, Eletrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. A avaliação inicial de integrantes da ala política do governo foi que haveria pouca resistência a uma eventual privatização do BB , gerando menos dificuldades ao governo, enquanto deputados e senadores não aceitariam vender a Caixa .

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A equipe do ministro vê numa eventual privatização do Banco do Brasil uma maneira de baratear e diversificar o acesso ao crédito no país. O setor é considerado altamente concentrado e pouco competitivo por integrantes da equipe econômica.

Fonte: IG Economia
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Brasil não precisará mudar legislação para governo comprar do exterior

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A adesão do Brasil ao Acordo de Compras Públicas (GPA, na sigla em inglês) da Organização Mundial do Comércio (OMC) não exigirá, a princípio, mudanças na legislação. O esclarecimento foi feito pela Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia.

A intenção do país de aderir ao GPA foi anunciada nesta semana pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, durante a reunião anual do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. Com 48 países integrantes até agora, o GPA tem como objetivo promover a abertura mútua das compras governamentais (realizadas pelo setor público), sem distinção de origem, imposição de barreiras para itens importados ou margem de preferência para produtos domésticos.

Ao anunciar o compromisso de aderir ao GPA, o ministro Paulo Guedes disse que a medida resultará em economia para o governo e na redução da corrupção, além de ampliar a integração comercial do Brasil. Segundo o Ministério da Economia, as negociações com os 48 membros do GPA começarão logo após a notificação formal do pedido do Brasil para integrar o acordo e envolverão órgãos federais, estaduais e municipais, em parceria com o setor privado.

Apesar de não haver necessidade de alterar a legislação sobre compras governamentais em um primeiro momento, a Secretaria Especial de Comércio Exterior informou que as negociações podem identificar eventuais mudanças nas normas ou no mecanismo de licitações, caso os países do GPA peçam condições mais abrangentes que os acordos de compras do setor público já negociados pelo Brasil.

Atualmente, o país tem acordos de compras governamentais com o Chile, o Peru e o Mercosul. Os acordos comerciais recentemente fechados pelo Mercosul com a União Europeia e a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA) têm capítulos sobre o tema.

Conforme o Ministério da Economia, a decisão de pedir a adesão ao GPA havia sido tomada na reunião da Câmara de Comércio Exterior (Camex) realizada em dezembro. O anúncio, no entanto, só foi realizado pelo ministro Paulo Guedes na última terça-feira (21), no Fórum Econômico Mundial.

Compromissos

Além de eliminar as barreiras e reduzir a discriminação nas compras governamentais de produtos e serviços entre os países integrantes, o GPA tem compromissos que visam a aumentar a eficiência. Segundo o Ministério da Economia, o tratado fomenta boas práticas de governança nas licitações e contribui para o aumento da concorrência entre os fornecedores, tanto de bens como de serviços.

Na avaliação da pasta, a adesão do Brasil aperfeiçoa a relação custo–benefício das compras governamentais, resultando em economia e contribuindo para o ajuste fiscal. Uma das razões são as cláusulas de transparência que reduzem a corrupção.

Edição: Nádia Franco
Fonte: EBC
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Delta é multada por discriminar passageiros muçulmanos

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Avião da Delta Airlines arrow-options
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Delta Airlines removeu passageiros de aeronaves

A companhia aérea Delta Airlines foi condenada na sexta-feira (24) a pagar um multa de US$ 50 mil a passageiros muçulmanos por discriminação. A empresa foi condenada pelo departamento de transportes dos Estados Unidos por, em diferentes ocasiões, remover três passageiros muçulmanos de suas aeronaves.

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De acordo com a decisão, a Delta teve “conduta preconceituosa” e violou leis antidiscriminatórias . Em comunicado oficial, a empresa disse não reconhecer os incidentes como práticas discriminatórias, mas afirmou “que cada um desses casos poderia ter sido manejado de maneira diferente”.

Entre os casos pelos quais a companhia aérea foi processada está o que ocorreu em julho de 2016, quando um casal foi retirado do avião no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, após um terceiro passageiro ter dito que o comportamento dos dois o havia deixado “muito incomodado e nervoso”.

Na ocasião, ele justificou o pedido pelo fato de a mulher estar vestindo um niqab, tipo de véu usado por mulheres islâmicas e pelo homem supostamente ter escondido algo em seu relógio. Além disso, o homem que reclamou afirmou que o muçulmano havia enviado diversas mensagens com a palavra “Alá”, que significa Deus em árabe.

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Os dois eram cidadãos americanos e estavam retornando para casa, mas o piloto impediu-os de retornarem a bordo mesmo depois de uma checagem de segurança da equipe da Delta .

Fonte: IG Economia
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