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Conheça os sintomas da depressão, doença que afeta Bruna Marquezine

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Bruna Marquezine  lamentou ter demorado a buscar ajuda para tratar de uma depressão que desenvolveu no começo de 2018, quando estava para estrelar a novela “Deus Salve o Rei”, da TV Globo. A atriz, de 24 anos, lembrou ainda que teve transtorno de imagem e distúrbio alimentar, além de se sentir “muito mal”.

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Reprodução/Instagram/Bruna Marquezine

Bruna Marquezine falou sobre depressão em entrevista à revista Cidade Jardim; conheça os sintomas da doença

As confissões de Bruna Marquezine foram feitas em entrevista à revista Cidade Jardim , em que disse ter buscado ajuda psicológica quando “já estava depressiva”, além de ter afirmado que “terapia é o maior investimento que você pode fazer em si mesma”. “Fui aprendendo que nós oferecemos mais para o outro quando dividimos as nossas experiências reais”, pontua.

De acordo com Ellen Moraes Senra, psicóloga especializada em terapia cognitivo-comportamental, não existe um momento ideal para procurar ajuda profissional quando se trata de um transtorno como a depressão ,  que atinge 5,8% da população brasileira, taxa acima da média global (4,4%), segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

“No entanto, se tem algo que está prejudicando o funcionamento da sua vida, você deve buscar ajuda. A terapia, de maneira geral, deveria ser realizada independentemente de transtornos. Até mesmo como uma forma de evitar uma possível crise”, diz a especialista. 

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É importante destacar que, quanto antes o transtorno for diagnosticado, menores são as chances do agravamento da situação. Uma das áreas mais afetadas, por exemplo, é o desempenho profissional. “Este é um transtorno que pode ser incapacitante, sendo necessário se afastar do ambiente de trabalho”, sinaliza Antonio Carlos Seihiti Yamauti, psiquiatra da Rede de Hospitais São Camilo, de São Paulo.

Leia também: Preconceito sobre a depressão impede que muitos busquem ajuda 

Segundo o médico, o tratamento da depressão varia de acordo com o nível do transtorno: se for leve, o mais indicado é terapia associada a mudanças no estilo de vida (como início de atividades físicas, melhorias no sono e na alimentação); nos casos moderados, é preciso incluir a medicação no tratamento; nos episódios mais graves, quando há elaboração ou tentativa de suicídio, uma internação pode ser indicada.

Sintomas da depressão

Saber reconhecer os sintomas da depressão é importante para conseguir ir atrás de ajuda profissional. Conheça:

Mudanças de comportamento

A pessoa muda completamente de comportamento, ou seja, deixa de fazer atividades que antes eram comuns, como sair com os amigos, e passa a permanecer em casa o tempo todo. Ela perde o prazer de fazer o que sempre gostou.

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Isolamento

Normalmente, pessoas com depressão passam mais tempo sozinhas, isoladas dentro do quarto, conectadas à internet sem se relacionar com ninguém na vida real.

Oscilação de humor

A mudança de humor é uma das características de quem tem depressão. A pessoa pode estar aparentemente feliz durante um tempo e depois apresentar sinais repentinos de tristeza.

Alteração de apetite

Nos casos de depressão, é corriqueiro que as pessoas sofram alguma alteração em seu apetite, que pode ser não se alimentar ou comer em excesso.

Falta de vontade de viver

É comum que as pessoas deixem de realizar atividades rotineiras como tomar banho, estudar ou trabalhar: caso a pessoa tenha falas que expressem a vontade de morrer, ela deve ser encaminhada a um centro médico com urgência.

Prejuízo causado

É preciso avaliar o quanto as mudanças de comportamento afetam a qualidade de vida da pessoa: quando o prejuízo for grande, o tratamento é urgente.

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Governo brasileiro confirma intenção de aderir à Covax

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Após tratativas com a Aliança GAVI, o governo brasileiro confirmou a intenção de aderir à Covax Facility. A iniciativa inédita, co-liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), visa impulsionar o desenvolvimento de vacinas para combater a pandemia de covid-19 e ajudar na produção e distribuição dos medicamentos mais eficazes assim que disponíveis. 

Por meio de nota, a Secretaria Especial de Comunicação Social, do Ministério das Comunicações, disse que o Ministério da Saúde tem atuado em diversas frentes para alcançar com agilidade e segurança uma solução efetiva para a cura da covid-19. Reiterou ainda, que a aquisição de uma vacina segura e eficaz é prioridade do governo federal.

Mais de 170 países aderiram ao programa de vacinas contra covid-19

Em um vídeo pré-gravado para um webinar sobre o Covax, Tedros Adhanom Ghebreysus, diretor geral da OMS disse que ontem (17) que mais de 170 países aderiram à iniciativa.

“Mais de 170 países aderiram à Covax, ganhando acesso garantido ao maior portfólio mundial de vacinas candidatas”, informou.

*Com informações da Reuters

Edição: Liliane Farias

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Fonte: EBC Saúde

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Brasil acumula 4,4 milhões de casos e 135 mil mortes por covid-19

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O Brasil passou das 135 mil mortes por covid-19, nesta sexta-feira (18). O número foi divulgado na atualização do Ministério da Saúde. Nas últimas 24 horas, foram registrados 858 óbitos pela covid-19, totalizando 135.793 mortes, desde o início da pandemia. Ainda há 2.352 óbitos em investigação pelas autoridades de saúde.

Ainda de acordo com os dados, o país se aproxima da marca de 4,5 milhões de casos acumulados. Entre ontem e hoje, somaram-se às estatísticas 39.797 pacientes diagnosticados com a covid-19, totalizando 4.495.183 casos acumulados.

Atualização em 18/9Atualização em 18/9

Ontem, o Ministério da Saúde também divulgou o boletim epidemiológico semanal da covid-19. De acordo com os dados, o número de casos caiu 30% e o de mortes, 13%, na comparação com a semana epidemiológica anterior.

Ainda de acordo com a atualização, 570.251 pessoas estão em acompanhamento e outras 3.789.139 já se recuperaram.

A letalidade (número de óbitos pelo total de casos) ficou em 3%. A mortalidade (número de falecimentos por 100 mil habitantes) está em 64,6. Já a incidência (total de casos por 100 mil habitantes) subiu para 2139,1.

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Estados

Os estados com mais mortes são São Paulo (33.678), Rio de Janeiro (17.575), Ceará (8.790), Pernambuco (7.971) e Minas Gerais (6.574). As Unidades da Federação com menos vidas perdidas até o momento são Roraima (613), Acre (647), Amapá (690), Tocantins (850) e Mato Grosso do Sul (1.148).

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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