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Oito pessoas morrem pisoteadas após perseguição policial em baile funk

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Reprodução/Facebook

Paraisópolis

Oito pessoas morreram pisoteadas na madrugada de domingo (01) durante um baile funk em Paraisópolis, em São Paulo. De acordo com o G1 , oficiais da Rocam (Ronda Ostensiva Com Apoio de Motocicletas) perseguiam dois suspeitos que atiraram contra eles na Marginal Pinheiros, iniciando uma perseguição.

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Os suspeitos teriam entrado em Paraisópolis e seguido em direção ao baile funk , com a presença de cerca de 5 mil pessoas. A polícia usou munições químicas para dispersar o público, e na confusão as pessoas foram pisoteadas. Ao todo 10 pessoas foram para o hospital do Campo Limpo em estado grave, mas somente duas sobreviveram.  

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Prefeito de Salvador, ACM Neto ameaça decretar toque de recolher

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VALTER PONTES

ACM Neto, prefeito de Salvador

O prefeito de Salvador , ACM Neto, usou sua conta no Twitter nesta quarta-feira (27) para ameaçar o decreto de um toque de recolher caso a população as medidas de isolamento social contra pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

“Se uma parte da população insistir em descumprir as determinações, fazendo festa, provocando aglomerações, não teremos outra alternativa a não ser decretar o toque de recolher em Salvador”, escreveu o prefeito.

Na mesma publicação, ACM Neto ainda disse que essa não é medida que o governo pretende tomar nem quer, mas que também não serão aceitas “atitudes de desrespeito à vida”.

Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Saúde nesta quarta, a Bahia registra 15.070 casos confirmados de coronavírus e 531 óbitos pela Covid-19 .

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STJ decide manter investigação do caso Marielle Franco no Rio

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Em setembro de 2019, a então procuradora geral da República, Raquel Dodge, solicitou a federalização do caso

O Superior Tribunal de Justiça decidiu, nesta quarta-feira (27), pela permanência do caso Marielle Franco na justiça do Rio de Janeiro. A família de Marielle era contra a federalização do caso.

Até hoje não se sabe quem são os mandantes do crime, cometido em 14 de março de 2018. Dois suspeitos de terem matado a vereadora e o motorista Anderson Gomes, os ex-policiais Ronnie Lessa e Élcio Vieira de Queiroz, estão presos atualmente.

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A investigação é conduzida pelo Ministério Público do estado do Rio e a Polícia Civil fluminense.

Em setembro de 2019, a então procuradora geral da República, Raquel Dodge, solicitou a federalização do caso. Posteriormente, o pedido foi endossado por Augusto Aras, atual procurador geral da República.

O  Instituto Marielle Franco, criado pelos familiares de Marielle para cobrar respostas quanto ao crime, comemorou no Twitter:



A ministra Laurita Vaz, relatora do processo, afirmou que “não há sombra de descaso, desinteresse, desídia ou falta de condições pessoais ou materiais das instituições estaduais encarregadas por investigar, processar e punir os eventuais responsáveis pela grave violação a direitos humanos decorrente dos homicídios de Marielle e Anderson.”

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A relatora resaltou que não há motivos para a federalização do caso. “Constata-se notório empenho da equipe de policiais civis da Delegacia de Homicídios e do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (…), o que desautoriza o atendimento ao pedido de deslocamento do caso para a esfera federal.”

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