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Economia

EUA vão restabelecer tarifa sobre aço e alumínio comprados do Brasil

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou hoje (2) em sua conta no Twitter que vai restaurar as tarifas do aço e alumínio brasileiros e argentinos. A medida é uma reação americana a desvalorização das moedas locais desses dois países. 

“O Federal Reserve [Banco Central dos Estados Unidos] também deve agir para que os países não tirem mais proveito do nosso dólar forte, desvalorizando ainda mais suas moedas. Isso torna muito difícil para nossos fabricantes e agricultores exportar seus produtos de maneira justa”, disse Trump na rede social.

No final de agosto deste ano, o governo dos Estados Unidos flexibilizou as importações destes produtos quando decidiu que companhias norte-americanas que negociarem aço do Brasil não precisariam pagar 25% a mais sobre o preço original desde que provem que há ausência de matéria-prima no mercado interno. O Brasil está entre os principais fornecedores de aço e ferro para os Estados Unidos. 

Na última sexta-feira (29) a moeda norte-americana voltou a subir atingindo, em valores nominais (desconsiderando a inflação) o segundo maior nível desde a criação do real. O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 4,241, com alta de R$ 0,025 (+0,58%).

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Edição: Carolina Gonçalves
Fonte: EBC
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Consumidor deve ter mais gastos com ceia de Natal em São Paulo

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O consumidor terá mais gastos neste ano nos preparativos da ceia de Natal, de acordo com levantamento realizado pela Federação do Comércio do estado de São Paulo (FecomercioSP). A pesquisa foi feita com base nos dados de novembro do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15), que apontou aumento estimado de 2,67% nos produtos natalinos no último ano.

Levando em conta essa estimativa, na comparação com dezembro do ano passado, a batata-inglesa puxou a alta (31,7%), seguida por cebola (50,58%), carne de porco (13,18%), aves e ovos (9,8%). Por outro lado, a carne de cordeiro aumentou apenas 1,23% e o preço dos pescados caiu 0,7%.

As frutas também devem sair mais caras neste ano na comparação com o ano passado, como o abacaxi, que acumula alta de 13,95% nos últimos doze meses, a manga (alta de 9,88%), a uva (alta de 6,8%) e o morango (alta de 14,45%). A cerveja teve aumento de 3,26% em relação ao ano anterior. As outras bebidas alcoólicas tiveram alta de 0,97% no período.

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Faturamento do comércio

A FecomercioSP estimou que o faturamento das vendas do comércio varejista paulista deva chegar a R$ 76,7 bilhões em dezembro desde ano, o que representa alta de 7% em relação ao mesmo período de 2018, acréscimo de R$ 5 bilhões. De acordo com a entidade, os destaques devem ser os setores de materiais de construção (15%), farmácias e perfumarias (14%) e lojas de móveis e decoração (14%).

Em relação a possíveis presentes para o Natal, a FecomercioSP afirma que os eletrônicos são boas opções, já que os aparelhos de TV estão 13,84% mais baratos que em dezembro do ano passado e os preços dos aparelhos de som caíram 0,85%, segundo dados da entidade. Já perfumes registram alta de 8,43%, calçados e acessórios tiveram aumento de 0,29% e vestuário feminino aumentou apenas 0,22%.

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Edição: Aline Leal
Fonte: EBC
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Economia

Angola antecipa pagamento de dívida ao governo brasileiro

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Com cinco anos de antecedência, o governo de Angola pagou, integralmente, os US$ 589 milhões da dívida que ainda tinha com o governo brasileiro. De 2005 a 2017, o país africano contraiu financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e com o Tesouro Nacional, que chegaram a somar US$ 5 bilhões em anos recentes.

Em nota, o Ministério da Economia informou que o saldo devedor foi integralmente quitado na última terça-feira (3). Ao todo, Brasil e Angola assinaram seis memorandos de entendimento para financiar exportações brasileiras. Em troca, o governo angolano dava os recursos de petróleo como contragarantias.

Por meio da linha de crédito Financiamento de Máquinas e Equipamentos (Finame), o BNDES financiou 84 operações em Angola, que somaram US$ 4,4 bilhões. Os financiamentos foram garantidos pela União, por meio do Seguro de Crédito à Exportação, que seria acionado caso o país africano não conseguisse pagar a dívida.

O Tesouro Nacional destinou US$ 628,5 milhões da linha do Programa de Financiamento às Exportações (Proex) para 37 operações em Angola. Operado pelo Banco do Brasil, o Proex permite que o exportador brasileiro receba à vista o valor da venda externa, enquanto o importador paga a compra num prazo maior.

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O saldo devedor quitado pelo governo angolano chega a US$ 581 milhões para as operações do BNDES e a US$ 8,3 milhões para as operações do Proex. A dívida só venceria em 2024.

Edição: Fernando Fraga
Fonte: EBC
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