conecte-se conosco


Nacional

Bondinho de Trem do Corcovado pega fogo após manobra

Avatar

Publicado

source

Agência Brasil

Corcovado arrow-options
Fotos Públicas
Incêndio foi ocasionado após manobra que o lavaria para oficina.


Um incêndio em um dos bondinhos do Trem do Corcovado , ocorrido na noite de ontem (30), não deixou feridos. Segundo informou a concessionária do serviço, ele estava desativado e pegou fogo durante a realização da uma manobra para levá-lo à oficina.

Leia mais: Eduardo Paes tira sarro de Bolsonaro com foto ao lado de Leonardo DiCaprio

Imagens foram registradas por vizinhos e se espalharam pelas redes sociais. O incêndio começou por volta de 18h25. Como as visitas são interrompidas às 18h, já não havia turistas em nenhuma composição no momento da ocorrência.

Leia também: Tabata declara apoio à prisão após condenação em segunda instância

“Nada aconteceu com os seis trens novos, recém inaugurados”, acrescentou em nota a concessionária. O Trem do Corcovado é um dos meios de acesso a um dos principais pontos turísticos do Rio de Janeiro : o Cristo Redentor. Também é possível chegar ao monumento através das vans operadas pela concessionária Paineiras Corcovado.

Fonte: IG Nacional
Comentários Facebook
Veja Também  Linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo é paralisada nesta terça (3)

''TRAGÉDIA NO AR''

Homem é suspeito de matar filho 27 anos após matar a própria mãe

Avatar

Publicado

source
duas imagens, homem e menino
Polícia Civil do Distrito Federal
Pai disse que sequestrou e deu calmantes ao filho para “assustar” ex

Um homem de 45 anos identificado como Paulo Roberto de Caldas foi preso na cidade de Roda Velha, na Bahia, por suspeita de matar o próprio filho, de quase dois anos, no Distrito Federal.

Paulo era procurado desde a última sexta-feira (29), quando pegou o filho de um ano e 11 meses na creche e desapareceu junto ao menino. Ele trocou mensagens com a ex-namorada, mãe do menino, pelo WhatsApp. “O Bernardo no que depender de mim vc não vê mais nem a sua mãe”, afirmou.

Leia também: Foragido há 10 anos, homem é preso por matar familiar para conseguir seguro

Após buscas da polícia, o homem foi encontrado em um hotel na cidade de Roda Velha. À polícia, ele disse que dopou o menino após sequestrá-lo, percebeu que ele tinha morrido e decidiu se livrar do corpo ao passar por um trecho da BR-020 e perceber um matagal alto.

O homem disse que a intenção inicial dele era apenas assustar a mãe e a avó da criança. O sequestro, segundo ele, foi motivado pelas restrições impostas pela mulher para visitar o filho.

Leia também: MP do Rio denuncia policial militar pela morte da menina Ágatha Félix

A polícia afirmou que Paulo matou e ateou fogo no corpo da mãe dele quando tinha 18 anos. Na época, ele foi considerado psicologicamente incapaz e encaminhado à ala psiquiátrica da penitenciária da Papuda. Ficou preso por dez anos no local e, ao conquistar liberdade, foi aprovado em concurso público do Metrô de Brasília.

Como o corpo do menino ainda não foi encontrado, a polícia não descarta a possibilidade de que o menino esteja vivo.

 

Veja Também  Doria vai criar comissão externa em investigação de Paraisópolis

SIGA O LAPADA NO INSTAGRAM APERTE AQUI

Homem com várias passagens é preso após roubar e matar idoso de 71 anos em Poconé

VEJA AGORA MAIS NOTICIAS EM NOSSO SITE 

Homem morre atropelado na BR-163 motorista foge sem prestar socorro

Padrasto é denunciado pelo MP por espancar e matar menino de 2 anos

URGENTE: Homem é morto a facadas em Várzea Grande

Policial civil é preso suspeito de esfaquear ladrão que tentou invadir loja

PRF prende três pessoas na BR 070 por estelionato contra mulher

Após morte de bunitinho no RJ, festa em Cuiabá muda o nome

Fonte: IG Nacional
Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

Mais de 21 mil venezuelanos são reconhecidos como refugiados no Brasil

Avatar

Publicado

source

Agência Brasil

Refugiados venezuelanos chegando no Brasil arrow-options
Divulgação/ONUBrasil
Número de venezuelanos que fugiram de crise chega a 4 milhões, diz ONU

O Comitê Nacional para os Refugiados (Conare) concedeu a condição de refugiados a 21.432 venezuelanos que se estabeleceram no Brasil após fugirem da crise econômica e da instabilidade política que afetam seu país.

Leia também: Mais de 500 crianças venezuelanas cruzaram fronteira com o Brasil sozinhas

Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (6) no site do Ministério da Justiça e Segurança Pública, pasta à qual o órgão colegiado está vinculado, até o início de outubro deste ano, o Conare estava analisando 120.469 pedidos de reconhecimento de refúgio apresentados por venezuelanos. Os processos são confidenciais e não são divulgadas nem mesmo as identidades dos que têm seus pedidos de refúgio acolhidos.

De acordo com o ministério, o resultado da reunião é “um marco histórico na área de regularização migratória brasileira”, já que as 21.342 solicitações de refúgio foram julgadas em bloco, de uma só vez. A expectativa ministerial é que, em breve, o Conare repita o mesmo procedimento, analisando mais um “número expressivo” de solicitações interpostas por estrangeiros.

O processo de análise dos pedidos de refúgio passa por várias etapas até chegar à decisão do Conare. De acordo com o ministério, não há um prazo específico para a conclusão de cada procedimento, que varia conforme a nacionalidade dos solicitantes, com a consistência dos dados de contato fornecidos ao conselho, com a complexidade de cada caso e com as informações disponíveis do país de origem de quem pleiteia o refúgio. Em seu site , o ministério afirma que, em média, as solicitações são analisadas em 3 anos. Entre os 120.469 pedidos em análise até outubro havia, segundo os dados do próprio Conare, ao menos 47 processos protocolados em 2013.

Veja Também  Doria vai criar comissão externa em investigação de Paraisópolis

Para o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o julgamento de um grande número de solicitações de uma só vez foi possível graças ao uso de novas tecnologias e, principalmente, devido a recentes resoluções do comitê. O emprego de ferramentas digitais capazes de sistematizar grandes volumes de dados, transformando-os em informações claras, permitiram o cruzamento de mais de 129 mil solicitações de reconhecimento de refúgio apresentadas por venezuelanos, otimizando o trabalho dos membros do Conare.

Leia também: ‘Se nos respeitamos, é mais fácil conviver’, diz Alberto Fernández a Bolsonaro

Direitos Humanos

Além disso, em junho deste ano, o órgão concluiu que os venezuelanos enfrentam um contexto de “grave e generalizada violação de direitos humanos”. A decisão teve efeitos práticos, resultando na publicação, em outubro, de uma resolução normativa que permitiu a adoção de procedimentos diferenciados na instrução e avaliação de solicitações devidamente fundamentadas, eliminando “entraves” e facilitando o processo de determinação da condição de refugiado de venezuelanos.

Em termos gerais, a Lei 9.474, de 1997, estipula que será reconhecido como refugiado todo indivíduo que, devido a “fundados temores de perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas”, pedir proteção para deixar seu país de origem ou no qual esteja legalmente vivendo. Também será reconhecido como refugiado todo indivíduo que, não tendo nacionalidade e estando fora do país onde antes teve sua residência habitual, não possa ou não queira regressar em função das circunstâncias já citadas, bem como aquele que, devido a grave e generalizada violação de direitos humanos, é obrigado a deixar seu país de nacionalidade para buscar refúgio em outra Nação.

Veja Também  Moro prorroga presença da Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária em Roraima

No Brasil, desde que solicita o refúgio, tem direito a obter os principais documentos de identificação, tais como Cadastro de Pessoa Física (CPF) e Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), e a utilizar os serviços públicos universais. O refugiado tem autorização de residência por prazo indeterminado, enquanto o solicitante de refúgio possui apenas autorização provisória de residência até a decisão final quanto ao seu pedido. O reconhecimento de sua condição também faculta ao refugiado a possibilidade de, após quatro anos da formalização do pedido de refúgio, pleitear sua naturalização como brasileiro.

Leia também: Auditoria da OEA vê manipulação dolosa nas eleições da Bolívia

O refugiado também pode solicitar a extensão dos efeitos de sua condição para membros de sua família e solicitar visto de reunião familiar para parentes que estejam fora do Brasil. Em contrapartida, o refugiado assume o dever de respeitar a legislação brasileira; não exercer atividades contrárias à ordem pública ou à segurança nacional; manter sua documentação com data de validade regular e solicitar ao Conare autorização toda vez que quiser viajar para o exterior – a saída do Brasil sem prévia autorização implica a perda da condição de refugiado.

Fonte: IG Nacional
Comentários Facebook
Continue lendo

Destaques

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana