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Assassino de Pedro é condenado a 16 anos de prisão em juri

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Vanderson, acusado de ter assassinado a facadas o estudante de direito Pedro Victor de Almeida Peroso, de 18 anos, foi condenado nessa sexta-feira (29) a cumprir 16 anos de prisão.

Vanderson Daniel Martins dos Santos, de 21 anos, foi a júri em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá.

O crime foi registrado em 19 de outubro do ano passado na Rua Dom Camilo Faresini, no Bairro Maringá 1.

Ao ser preso, Vanderson confessou o crime. Ele e a vítima seriam amigos e teriam se desentendido por causa de uma dívida.

Ele foi condenado por homicídio e deve cumprir os 16 anos de prisão em regime fechado na Penitenciária Central do Estado (PCE), onde já estava preso.

O crime

Victor trabalhava na função de motorista de aplicativo, mas o cadastro da plataforma estava no nome do primo dele.

A investigação apontou que o crime não teve relação com o trabalho da vítima. A principal linha de investigação é de que o crime foi motivado por dívidas.

Moradores chamaram a polícia depois que encontraram Pedro caído na frente da porta de uma casa. Os policiais foram ao local e viram que o corpo da vítima estava ao lado de um carro, veículo Ford Ka, com as portas abertas.

O automóvel tinha marcas de sangue no banco e nas portas. Além disso, o para-brisa do carro estava quebrado. Uma pedra, que teria sido usada para danificar o para-brisa, foi deixada na frente do automóvel.

Pedro morava no Bairro Cristo Rei, também em Várzea Grande. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamada e constatou que Pedro foi morto por dois golpes, supostamente de faca, na região do abdômen.

RELEMBRE O CASO 

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Mãe é presa quando tentava enterrar feto em cemitério

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Uma mãe de 20 anos foi detida após tentar enterrar um feto em um cemitério de Primavera do Leste, a 239 km de Cuiabá, na noite de sábado (11). Ela teria pedido ao coveiro para fazer o enterro, mas ele se recusou devido a falta de documentos e chamou a polícia.

Foto: TVCA/Reprodução

O coveiro, que não quis ter a identidade divulgada, contou à reportagem que pediu para a jovem ir até um hospital para pegar um atestado de óbito, mas ela preferiu voltar para a casa com o feto.

“Quando falei que precisava passar por um hospital para poder ter um atestado de óbito, pois sem um documento não posso fazer sepultamento, ela não aceitou”, disse.

Depois da denúncia, a Polícia Militar foi até a casa da mulher e encontrou o feto no local. A suspeita disse aos policiais que não sabia que estava grávida e tomou um chá abortivo por descuido.

“Agi da maneira correta, não só como coveiro, mas como ser humano também. Naquele momento senti agustia, tristeza e pensei se aquele aborto foi mesmo espontâneo. Por isso, chamei a polícia”, disse o coveiro.

A suspeita foi ouvida na delegacia e liberada, em seguida. Já o feto foi encaminhado pela polícia ao Instituto Médico Legal (IML).

O Conselho Tutelar de Primavera do Leste informou que ainda não foi comunicado sobre o caso.

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Policial civil se envolve em acidente durante acompanhamento a ocorrência em MT

Daniel da Silva

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Policial civil se envolve em acidente durante acompanhamento a ocorrência em MT (Foto: Internauta)

Policial civil se envolve em acidente durante acompanhamento de uma ocorrência de Maria da Penha no município de Nova Ubiratã, a 503 km da capital do estado, Cuiabá.

O acidente foi registrado na manhã deste sábado (04), na entrada que dá acesso ao bairro jardim vitória em Nova Ubiratã.

Segundo a Polícia Judiciária Civil, o investigador de polícia recebeu uma denúncia anônima, onde a vítima relatava que estaria sendo agredida pelo seu companheiro.

Durante o deslocamento até o local apontado na denúncia, o investigador de polícia tentou desviar de um animal, aparentando ser um porco espinho, que de repente apareceu na pista, vindo a fazer o motorista da viatura da polícia civil perder o controle da direção e colidir contra uma árvore as margens da estrada.

O veículo ficou no local, por motivos do mesmo não dar comunicação mecânica. Após isso foi acionado um guincho para fazer o recolhimento do veículo até à delegacia de polícia.

O policial civil teve apenas escoriações leves e não procurou unidade médica, e passa bem.

Fonte: Redação site

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