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Jornalista é perseguido por um porco em transmissão ao vivo; assista

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Durante a transmissão de um jornal  na Grécia, um repórter entrou em um link ao vivo para dar uma notícia séria, mas não conseguiu por conta de um enorme porco . O repórter estava preparado para falar sobre os estragos da chuva na cidade litorânea de Kineta quando o animal foi para cima dele.

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Jornalista é perseguido por um porco
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Jornalista é perseguido por um porco

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O jornalista tentou continuar dando a notícia, mas precisou correr do porco. Segundo divulgado pelo “Fala Brasil”, da Record TV , o repórter sinalizou para a equipe que estava em uma situação difícil e que não conseguia ficar parado porque estava sendo mordido pelo animal.

 

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No estúdio, os demais jornalistas não aguentaram e começaram a dar risada do repórter.

Fonte: IG Gente
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Justiça obriga Banco do Brasil a alongar dívida milionária de agricultores de MT

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Da Assessoria

Um grupo de agricultores de Mato Grosso conseguiu que a Justiça obrigasse o Banco do Brasil a incluir suas dívidas em um programa de composição de débitos rurais.

A ação, que corre na Segunda Vara de São José do Rio Claro (MT), foi movida pelo advogado Cleverson Campos Contó, que também conseguiu suspender cerca de 40 ações de cobrança e execução vinculadas à dívida.

A dívida dos produtores rurais com o banco se deu por meio de um empréstimo feito para financiar suas atividades agrícolas. No entanto, o grupo não conseguiu quitar o compromisso, deixando uma pequena parcela em aberto e ficando inadimplentes.

Nos cálculos do banco, essa dívida seria de R$ 40 milhões. Eles chegaram a ajuizar diversas ações contra os agricultores. No entanto, o advogado conseguiu provar na Justiça, com perícias e novos cálculos, que o débito girava em torno de R$ 8,5 milhões.

Para honrar o compromisso, o grupo pediu que o banco incluísse sua dívida em um programa de compensação de dívidas rurais do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O programa foi criado justamente para ajudar os produtores a liquidarem seus débitos por meio do alongamento do prazo para pagamento: três anos de carência e até 144 meses para liquidação.

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Mesmo com os agricultores preenchendo os requisitos necessários para entrar no programa, o banco negou o pedido.

O advogado destacou que a negativa se deu porque a instituição financeira estaria priorizando seu interesse e ignorando sua função social. Isso porque haveria um interesse do Banco do Brasil em repassar o débito dos produtores para outros bancos, garantindo lucro financeiro para si.

Contó lembrou ainda que o alongamento da dívida é um direito do produtor rural, conforme súmula do Superior Tribunal de Justiça. Além disso, o advogado frisou que no banco há programas de renegociação de dívidas e que o princípio da isonomia determina que todos os clientes tenham o mesmo tratamento.

“Diante de tamanho descaso, tamanha usura e discrepância de valores, não restou outra opção senão a busca da intervenção do Poder Judiciário”, explicou.

O advogado ainda observou que a dívida tem como garantia diversos imóveis, que somam o valor de R$ 100 milhões – muito acima do valor devido ao banco. Para Contó, poderiam haver danos irreparáveis caso houvesse decisão por alienação judicial dos bens dos agricultores em alguma das ações movidas pelo banco.

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Assassino de Pedro é condenado a 16 anos de prisão em juri

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Vanderson, acusado de ter assassinado a facadas o estudante de direito Pedro Victor de Almeida Peroso, de 18 anos, foi condenado nessa sexta-feira (29) a cumprir 16 anos de prisão.

Vanderson Daniel Martins dos Santos, de 21 anos, foi a júri em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá.

O crime foi registrado em 19 de outubro do ano passado na Rua Dom Camilo Faresini, no Bairro Maringá 1.

Ao ser preso, Vanderson confessou o crime. Ele e a vítima seriam amigos e teriam se desentendido por causa de uma dívida.

Ele foi condenado por homicídio e deve cumprir os 16 anos de prisão em regime fechado na Penitenciária Central do Estado (PCE), onde já estava preso.

O crime

Victor trabalhava na função de motorista de aplicativo, mas o cadastro da plataforma estava no nome do primo dele.

A investigação apontou que o crime não teve relação com o trabalho da vítima. A principal linha de investigação é de que o crime foi motivado por dívidas.

Moradores chamaram a polícia depois que encontraram Pedro caído na frente da porta de uma casa. Os policiais foram ao local e viram que o corpo da vítima estava ao lado de um carro, veículo Ford Ka, com as portas abertas.

O automóvel tinha marcas de sangue no banco e nas portas. Além disso, o para-brisa do carro estava quebrado. Uma pedra, que teria sido usada para danificar o para-brisa, foi deixada na frente do automóvel.

Pedro morava no Bairro Cristo Rei, também em Várzea Grande. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamada e constatou que Pedro foi morto por dois golpes, supostamente de faca, na região do abdômen.

RELEMBRE O CASO 

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