conecte-se conosco


CEPEA

O Boletim do Leite de novembro já está disponível em nosso site

Avatar

Publicado

Cepea, 20/10/2019 – Nesta edição, confira:

 

Preço ao produtor registra leve queda em outubro O preço pago ao produtor em outubro, referente ao volume entregue em setembro, fechou em R$ 1,3635/litro, ligeiro recuo de 0,78% na “Média Brasil” líquida frente a setembro/19 e queda de 7,6% em relação a outubro/18, em termos reais (valores foram deflacionados pelo IPCA de outubro/19). A competição entre indústrias por matéria-prima neste período fez com que as cotações não despencassem como em anos anteriores. Leia mais. 

 

Preço do leite UHT recua pelo segundo mês consecutivo Em outubro, o preço do leite UHT negociado no mercado atacadista de São Paulo fechou a R$ 2,38/litro, queda de 3,5% frente a setembro/19 – esse é o segundo mês consecutivo de baixa. Em relação ao mesmo período de 2019, o derivado se desvalorizou 6,3%. Vale ressaltar que as cotações do leite longa vida permaneceram em queda em praticamente todo o mês, apresentando uma leve reação somente na última semana. Leia mais.

 

Importações e exportações voltam a cair em outubro Tanto as importações quanto as exportações brasileiras de produtos lácteos voltaram a registrar queda em outubro. Segundo dados da Secex, as compras nacionais totalizaram 10 mil toneladas, redução de 22% frente ao mês anterior. Os embarques também diminuíram na mesma comparação, cerca de 10%, com volume de 1,8 mil toneladas. Leia mais. 

 

Concentrado se valoriza e eleva custos Os custos de produção da pecuária leiteira voltaram a subir em outubro. O Custo Operacional Efetivo (COE), que considera os gastos correntes da propriedade na “média Brasil” (BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP), subiu 0,41% em relação a setembro/19, e o Custo Operacional Total  (COT), que engloba o COE, o pró-labore e as depreciações, registrou elevação de 0,38%. Os aumentos no COE e no COT estiveram atrelados, sobretudo, à valorização de 0,79% do concentrado, um dos principais componentes na formação dos custos das propriedades leiteiras no Brasil. Leia mais. 

Comentários Facebook

CEPEA

O Boletim do Leite de fevereiro já está disponível em nosso site

Avatar

Publicado

Cepea, 19/02/2020 – Nesta edição, confira:

 

Preços devem seguir firmes no primeiro trimestre Os preços do leite no campo seguem uma tendência sazonal. No verão, a produção é estimulada pelo maior volume de chuvas, que beneficiam as pastagens e, assim, a alimentação animal. Como consequência da maior produção no campo, os preços tendem a cair de novembro a março. Essa tendência dá certa previsibilidade para a tomada de decisão dos agentes de mercado. Leia mais.

 

Com estoques controlados, preço do UHT volta a recuar em janeiro Após o aumento no último mês de 2019, em janeiro, o preço do leite longa vida negociado no mercado atacadista de São Paulo registrou recuo de 1,8% frente a dezembro/19 e de 6% em relação ao mesmo período do ano anterior, fechando com média de R$ 2,37/litro. Leia mais.

 

Exportações reagem no primeiro mês de 2020 Em janeiro, foi registrada uma alta significativa nas exportações de leite em pó frente aos últimos anos. Segundo dados da Secex, o volume total exportado no primeiro mês de 2020 atingiu 1,02 mil toneladas, sendo que 97% foram destinados para a Argélia, no valor médio de US$ 3,10/kg. Vale lembrar que, em dezembro/19, a quantidade desse mesmo derivado não ultrapassou 11 toneladas. Leia mais.

 

2020 se inicia com alta nos custos de produção Os custos de produção de leite, representados pelos desembolsos do produtor, iniciaram 2020 com alta de 1,62% na média Brasil, que considera os estados da BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP. Esse cenário se deve, principalmente, ao reajuste do salário-mínimo e ao aumento nos preços das rações. Leia mais.

Comentários Facebook
Continue lendo

CEPEA

MERCADO DE TRABALHO/CEPEA: Ocupações no agro fecham 2019 estáveis, com participação de 20% no total do BR

Avatar

Publicado

Clique aqui e baixe o release completo em word. 

Cepea, 19/02/2020 – Segundo pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a Fealq (Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz), a população ocupada no agronegócio brasileiro somou 18,3 milhões em 2019, praticamente estável (ligeira alta de 0,8%, ou 145 mil pessoas) na comparação com o ano anterior. A participação do agronegócio no mercado de trabalho brasileiro foi de 19,6% em 2019 – vale lembrar que, no total, a população ocupada somou 93,4 milhões de pessoas, avanço de 2% entre 2018 e 2019.

 

Esse resultado, segundo pesquisadores do Cepea, está atrelado a comportamentos distintos entre os segmentos do setor. O número de empregados cresceu nos segmentos industriais (insumos e agroindústria) e de agrosserviços, mas ficou estável na agropecuária (com queda não significativa).

 

PERFIL – Quanto à qualificação da mão de obra (ou ao nível de instrução), a tendência de aumento verificada nos últimos anos se manteve em 2019. Esse movimento é explicado pela redução do número de pessoas pouco instruídas trabalhando na agropecuária, reflexo da modernização e da concentração da produção, e do surgimento de oportunidades para uma mão de obra mais qualificada no segmento e também antes e depois da porteira.

 

Uma segunda tendência que vem sendo observada desde 2015 também se manteve em 2019: a de aumento da informalidade dos empregos. Uma terceira tendência mantida foi a de elevação da participação feminina no agronegócio. Entre 2018 e 2019, enquanto o número de homens atuando no setor ficou praticamente estável (+0,25%), o total de mulheres cresceu 2,02%, com adicional de 114 mil trabalhando nos diversos segmentos do agronegócio.

 

RENDIMENTOS – Quanto aos salários, houve estabilidade real para os empregados e aumento real para os empregadores, no agronegócio e no Brasil como um todo. Para os trabalhadores por conta própria, houve alta real no agronegócio, mas estabilidade no País.

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o Mercado de trabalho do agronegócioaquie por meio da Comunicação Cepea, com o prof. Geraldo Barros e com a pesquisadora Nicole Rennó: (19) 3429-8836 / 8837 e [email protected]

Comentários Facebook
Continue lendo

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana