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Polícia Federal

PF desarticula organização criminosa investigada na Operação Cambio Desligo

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Rio de Janeiro/RJ – A Polícia Federal deflagrou hoje (19/11) a Operação Patron, com a finalidade de reprimir os crimes de lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa, cometidos pelo núcleo que continuou as práticas criminosas para apoiar a fuga de um doleiro investigado, ocultando o foragido e seus bens.

Aproximadamente 100 policiais federais participam dessa ação, em parceria com o Ministério Público Federal e a Receita Federal. Foram cumpridos 37 mandados judiciais expedidos pela 7a Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, na Cidade do Rio de Janeiro e Armação dos Búzios, Grande São Paulo e Ponta Porã, Mato Grosso do Sul, na fronteira com o Paraguai. São 17 mandados de prisão preventiva, 3 mandados de prisão temporária e 18 mandados de busca e apreensão. Foi autorizada judicialmente a inclusão dos residentes no Paraguai e Estados Unidos da América na Difusão Vermelha da Interpol.

A investigação identificou cerca de US$ 20 milhões ocultados, sendo mais de US$ 17 milhões num banco nas Bahamas e o restante pulverizado no Paraguai entre doleiros, casas de câmbio, empresários, políticos e uma advogada.

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Será concedida entrevista coletiva hoje, às 11h, na Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro

Contato:  (21) 2203-4404 / 4405 / 4406 / 4407
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal
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PF combate fraudes contra instituições financeiras em Feira de Santana

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Feira de Santana/BA – A Polícia Federal deflagra nesta quarta-feira (4/12) a Operação ASSEPTICUS, com o objetivo de desarticular organização criminosa atuante na região de Feira de Santana, especializada em fraudes contra instituições bancárias.

Cerca de 100 policiais federais cumprem 8 mandados de prisão preventiva e 29 mandados de busca e apreensão nas cidades de Feira de Santana, Salvador, Santa Bárbara e Catu, todas na Bahia, além de Fortaleza, no Ceará, expedidos pela 1ª Vara Federal de Feira de Santana.

As investigações iniciaram a partir de provas e colaborações premiadas obtidas na Operação Ali Babá, deflagrada em julho de 2016, e apontam a participação de servidores públicos e despachantes em desvios que superam os R$ 10 milhões.

Conforme apurado, os investigados forjavam contratos sociais e outros documentos com dados falsos, simulando a existência de faturamentos e rendimentos de grande monta, que, com a conivência de funcionários das instituições financeiras, possibilitavam a obtenção de empréstimos vultosos que jamais eram quitados.

Os investigados irão responder pelos crimes de organização criminosa, estelionato, corrupção ativa e passiva, crimes contra o sistema financeiro e lavagem de dinheiro.

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[email protected] | www.pf.gov.br

Fonte: Polícia Federal
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PF investiga desvio de encomendas dos Correios no Espírito Santo

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (4/12) a Operação Sobreposta, com objetivo de reprimir o desvio de encomendas dos Correios por ex-empregado terceirizado que trabalhava no Centro de Distribuição.

A operação contou com a participação de oito policiais federais, sendo realizado o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, no Município da Serra/ES. No transcorrer do cumprimento, foi localizada parte dos produtos indevidamente desviados pelo suspeito, como celulares, notebook, espingardas de pressão e coldres.

A investigação teve início a partir de denúncia dos Correios, que identificou encomenda em que havia uma etiqueta sobreposta sobre o campo do destinatário com dados de um empregado de uma de suas empresas terceirizadas, que na época trabalhava no Centro de Distribuição. Constatou-se, então, que, no período em que este empregado trabalhou no setor, ao menos 77 encomendas foram extraviadas daquele centro.

Como o artifício usado para o desvio das encomendas era sobrepor etiqueta com dados do investigado para que chegassem até a sua residência, a operação foi batizada de SOBREPOSTA, já que uma etiqueta fraudada era sobreposta sobre uma etiqueta legítima.

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A particularidade do caso é que, tendo em vista que o Código Penal equipara o empregado de empresa contratada a funcionário público pela apropriação indevida das encomendas o investigado responderá pelo crime de peculato (art. 312 com o art. 327, § 1, do Código Penal), com pena que veria de 02 a 12 anos de reclusão.

 

Contato: (27) 3041-8245 / 8051
E-mail: [email protected]

 

Fonte: Polícia Federal
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