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Economia

Petrobras assina contrato de venda da Liquigás por R$ 3,7 bi

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A Petrobras anunciou, nesta terça-feira (19), a assinatura da venda da totalidade de suas ações da Liquigás Distribuidora para as empresas Copagaz e Nacional Gás Butano. O valor da venda é de R$ 3,7 bilhões. Como parte da estruturação da operação, será realizado investimento acionário minoritário por parte da Itaúsa na Copagaz.

A Liquigás atua no engarrafamento, na distribuição e na comercialização de gás liquefeito de petróleo (GLP) no Brasil. Presente em quase todos os estados brasileiros, ela conta com 23 centros operativos, 19 depósitos, uma base de armazenagem e carregamento rodoferroviário e uma rede de aproximadamente 4.800 revendedores autorizados, tendo 21,4% de participação de mercado.

A Copagaz foi fundada em 1955 e é a quinta maior empresa de GLP do Brasil. A companhia conta com uma rede de revendas com 2.700 representantes, distribuindo para cerca de 1.800 municípios.

Já a Nacional Gás Butano é a empresa de energia do Grupo Edson Queiroz e atua há 68 anos na distribuição de GLP, atendendo cerca de 7,5 milhões de famílias e aproximadamente 17 mil empresas por meio de uma rede de 44 filiais e 3.500 revendedores.

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Por fim, a Itaúsa é uma holding brasileira de investimentos, com mais de 40 anos de trajetória.

As informações foram divulgadas em nota distribuída pela Petrobras. A operação está de acordo com as diretrizes para desinvestimentos da empresa e com o regime especial de desinvestimento de ativos pelas sociedades de economia mista federais, previsto no Decreto 9.188/2017.

Edição: Paula Laboissière
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Média de juro do cheque especial fecha 2019 menor que no início do ano

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As taxas médias de juros do cheque especial e do empréstimo pessoal terminaram 2019 menores que as do início do ano, de acordo com levantamento feito pelo Núcleo de Inteligência e Pesquisas da Escola de Proteção e Defesa do Consumidor da Fundação Procon de São Paulo. O levantamento envolveu seis instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, Safra e Santander. 

De acordo com a análise, a média dos juros para o cheque especial iniciou o ano em 13,44% ao mês (a.m.) e terminou em 12,57% ao mês, registrando variação negativa de 6,47%. O banco que apresentou a maior taxa média anual de cheque especial foi o Santander, com 14,94% a.m.; a menor taxa média anual foi a da Caixa Econômica Federal, com 11,98% a.m.; diferença de 2,96 pontos percentuais, representando variação de 24,71%.

A taxa média do cheque especial em 2019 foi de 13,17% a.m., indicando decréscimo de 0,09 ponto percentual em relação à taxa média de 2018, que foi 13,26% a.m. 

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No empréstimo pessoal, a taxa média em 2019 foi  6,24% a.m., indicando decréscimo de 0,03 ponto percentual em relação à taxa média de 2018, que era de 6,27% a.m.

O ano iniciou com taxa média de 6,28% e finalizou com 6,19% a.m., registrando variação negativa de 1,43%. O banco que apresentou a maior taxa média anual de empréstimo pessoal foi o Santander, com 7,89% a.m.; a menor taxa média anual foi a da Caixa Econômica Federal, com 4,87% a.m.; uma diferença de 3,02 pontos percentuais, representando variação de 62,01%.

Edição: Fábio Massalli
Fonte: EBC
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Economia

Receita exigirá CPF de destinatário em encomendas internacionais

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A Receita Federal do Brasil exigirá, a partir de 1º de janeiro de 2020, que todas as encomendas e remessas internacionais possuam a identificação do CPF, CNPJ ou número do passaporte do destinatário para ter o despacho aduaneiro iniciado. A falta dessa informação poderá acarretar na proibição da entrada da encomenda e sua devolução ao exterior ou destruição, nos casos em que a devolução não seja possível.

Essa informação deve ser prestada na hora da compra on-line e encaminhada juntamente com a encomenda em seu transporte. Caso não seja informado no momento da compra, ou o remetente não os encaminhe o dado juntamente com a remessa, os Correios possuem uma ferramenta para prestação dessa informação na página da internet, por meio do rastreamento ou do portal “Minhas Importações“. Será necessário realizar o cadastro no Portal, informando o CPF (pessoa física), CNPJ (pessoa jurídica) ou número do passaporte (estrangeiro), bem como definir login e senha.

Após o cadastro, informa a Receita, basta realizar a pesquisa por encomendas e fazer a vinculação das remessas no ambiente “Minhas Importações”. Somente após a prestação dessa informação, as encomendas poderão ser apresentadas à fiscalização aduaneira.

Edição: Valéria Aguiar
Fonte: EBC
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