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Hugo Calderano disputa torneio em Singapura com melhores do mundo

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O mesa-tenista carioca Hugo Calderano, atual sexto melhor do mundo, estreia nesta quinta-feira (21), no T2 Diamond, torneio em Singapura que reúne apenas os 15 primeiros no ranking mundial, e mais um atleta escolhido pela organização. A partida terá início às 11h (horário de Brasília) e o primeiro adversário do brasileiro será o japonês Koki Niwa, 11º no ranking, que no último sábado foi derrotado por Calderano nas quartas de final do Aberto da Austrália. A partida será transmitida ao vivo pelo site oficial da competição.

Esta é a segunda etapa do T2 Diamond. Na primeira, em julho, em Johor Bahu (Malásia), o brasileiro perdeu nas oitavas de final para o atual número um, o chinês Fan Zhendong.  Além da premiação de US$ 100 mil – o equivalente a quase R$ 420 mil reais – o vencedor do torneio conquista mil pontos. Se Calderano faturar o título em Singapura, ficará bem próximo do quinto colocado no ranking mundial, o japonês Tomokazu Harimoto.

Já classificado para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, o mesa-tenista carioca colecionou conquistas importantes nesta temporada. Em maio, ele alcançou um resultado histórico para o clube Ochsenhausen, que defende na Alemanha, ao faturar o título do Campeonato Alemão de Clubes, uma das ligas mais competitivas do mundo, pondo fim a um jejum de 14 anos sem o título nacional. A equipe de Calderano contava também com o francês Simon Gauzy, o polonê Jakub Dyjas, o sul-coreano Jang Woojin e o austríaco Stefan Fegerl.

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Em agosto, o carioca conquistou o bicampeonato no Pan-Americano de Lima (Peru) – a segunda medalha de ouro seguida – e, de quebra, garantiu a vaga nas Olimpíadas de Tóquio 2020.  E no último domingo (17), Calderano foi medalha de bronze no Aberto da Austrália ao perder a semifinal para o chinês Zhao Zihao. Apesar do revés, este foi o melhor resultado do brasileiro este ano em torneios platinum, os mais importantes do circuito mundial de tênis de mesa.

Edição: Guilherme Neto
Fonte: IG Esportes
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Coluna – Bolinha (quase) dourada

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Uma das modalidades que mais avançou no Brasil durante o ciclo dos Jogos de Tóquio é o tênis de mesa. No segmento olímpico, importante fazer o destaque, são cinco atletas entre os cem melhores do mundo no masculino (sendo um deles, Hugo Calderano, no top 10) e uma jogadora (Bruna Takahashi) no top 50 do ranking feminino. Em janeiro de 2016, eram só dois brasileiros (Calderano e Gustavo Tsuboi) no grupo dos 100 principais mesatenistas do planeta.

Vamos nos ater ao paralímpico, onde a evolução também foi significativa. Antes, dois rápidos destaques. No tênis de mesa adaptado, são 10 classes físico-motoras, sendo de 1 a 5 voltadas para cadeirantes e de 6 a 10 para andantes (que podem ter deficiência na locomoção, mas sem necessitar da cadeira de rodas para jogar). E vale a lembrança, no paradesporto, quanto maior o número da classe, menor o grau de comprometimento.

12/09/2016 - Brasil, RJ, Rio de Janeiro, Riocentro - Jogos Paralimpicos Rio 2016 - Tênis de Mesa - Classe 7 – Final – Israel Pereira Stroh – Medalha de Prata. ©Alexandre Urch/MPIX/CPB

Israel Stroh em ação nos Jogos Paralimpicos Rio 2016 – Alexandre Urch/MPIX/CPB

Comecemos pela perspectiva com a qual o ciclo de Tóquio iniciou. Antes da edição dos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro, o Brasil tinha uma medalha na modalidade no evento: a prata de Luiz Algacir da Silva e Welder Knaf na disputa por equipes da classe 3 masculina em Pequim 2008. Apenas em 2016 vieram quatro pódios, a prata na classe 7 masculina, com Israel Stroh, e três bronzes, com Bruna Alexandre (classe 10 feminina), com a equipe masculina da classe 1-2 (formada por Iranildo Espíndola, Guilherme Costa e Aloísio Lima) e com a feminina das classes 9 e 10 (composta por Bruna Alexandre, Jennyfer Parinos e Danielle Rauen).

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De lá para cá os brasileiros conquistaram outros resultados significativos. No ano seguinte aos Jogos o trio Bruna, Jennyfer e Danielle fez história mais uma vez ao ser campeão do Mundial por equipes, na Eslováquia. Em 2018, na Eslovênia, Cátia Oliveira levou a prata no Mundial individual na classe 2 (a primeira medalha da história do país no torneio). Feito dedicado ao pai, que faleceu no dia da final. Ao longo do ciclo, a paulista venceu três vezes a chinesa Liu Jing, dona de seis ouros paralímpicos (três individuais e três por equipes), e recentemente deu o troco na sul-coreana Su-Yeon Seo, seu algoz no Mundial.

  Comitê Paralímpico Brasileiro  TreinoTenisMesa__31    Paulo Salmin

Treino do campeão parapan-americano Paulo Salmin – Ale Cabral /CPB

A consequência é que hoje há oito brasileiros no top 10 de suas classes (dois a mais que em janeiro de 2016). Se Aloísio Lima caiu de 10º para 17º na classe 1 masculina, três mesatenistas passaram a figurar nesse grupo seleto em suas categorias. Casos de Jennyfer Parinos, 10ª da classe 9 feminina (era 11ª em 2016), do campeão parapan-americano Paulo Salmin, 10º da classe 7 masculina (era 15º) e de Israel Stroh, que pulou de 12º para 5º, também na classe 7, tendo superado o espanhol Jordi Morales, campeão mundial nessa categoria. Figuram ainda entre os 10 melhores Welder Knaf (7º na classe 3), Cátia Oliveira (4ª na classe 2), Joyce Oliveira (9ª na classe 4), Danielle Rauen (8ª na classe 9) e Bruna Alexandre (4ª na classe 10).

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Em relação à Bruna deve ser aberto um parêntese, ela também compete entre esportistas sem deficiência. Em 2019 chegou às quartas de final da chave individual dos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru, perdendo somente para a chinesa naturalizada norte-americana Lily Zhang, que viria a ser campeã. A catarinense está na briga para, quem sabe, ser a primeira brasileira a competir tanto na Olimpíada como na Paralimpíada, repetindo o que fez a polonesa Natalia Partyka, líder do ranking mundial da classe 10 feminina e que competiu nos dois eventos em 2008 e 2012.

Rio de Janeiro, 17 de setembro de 2016. - JOGOS PARALÍMPICOS RIO 2016 -  Tênis de Mesa -  Brasil x Austrália, disputa de bronze por equipe no Pavilhão 3 do RioCentro. Medalha de Bronze para o Brasil. Bruna Alexandre -

Bruna Alexandre (centro) também compete entre atletas sem deficiência – Fernando Maia/Comitê Paralímpico Brasileiro/Direitos Reservados

Uma das novidades no caminho para Tóquio, na comparação com o ciclo do Rio, é que, agora, a seleção treina junta em São Paulo, no Centro de Treinamento Paralímpico. Antes, o time de cadeirantes se reunia em Brasília e o de andantes se concentrava em Piracicaba, no interior paulista. O acesso à estrutura do CT e o número mais reduzido de atletas com os quais a seleção trabalha diretamente são entendidos como uma parte da explicação para os resultados. A outra, claro, é o empenho dos próprios atletas, que chegam mais maduros (a maioria a caminho, pelo menos, da segunda Paralimpíada), acostumados a decisões e a encarar, e vencer, os principais rivais.

Edição: Fábio Lisboa
Fonte: IG Esportes
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Lucas Santos retorna ao Vasco e quer sequência como titular

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Com a saída confirmada de Rossi, o Vasco perdeu uma peça importante no setor ofensivo para a temporada de 2020. Por outro lado, o time tem um retorno que pode fazer a torcida esquecer a ausência do antigo camisa 7: Lucas Santos. Ele não se destacou nos profissionais em 2019 e acabou sendo emprestado ao CSKA, da Rússia. De volta à Colina, o meia-atacante fala sobre o período na Europa e da nova oportunidade na equipe principal cruzmaltina.

“Fiquei um tempo lá, morei sozinho. Isso me ajudou bastante para trazer também um pouco do futebol europeu pra cá. Vai facilitar muito e creio que esse ano vai ser diferente ao ano passado. Espero me firmar com a camisa cruzmaltina mas tem jogadores supercompetentes aqui, então a briga vai ser boa. Espero poder entrar sempre par ajudar, mas eu também quero conquistar meu lugar no time. Creio que vai ser um ano bom, um ano leve e com a chegada do professor vai ficar melhor ainda”.

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Com a dificuldade do clube para contratar, Lucas Santos pode ganhar de Abel Braga oportunidades principalmente no Campeonato Carioca. O jogador foi o grande destaque do Vasco na Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2019, quando o clube ficou na segunda colocação. Porém, quando subiu para os profissionais, não conseguiu dar sequência às grandes atuações.

Enquanto esteve na Rússia, Lucas não presenciou o crescimento de outros atletas da base no Campeonato Brasileiro do ano passado, como Talles Magno, Bruno Gomes e Gabriel Pec. Em 2020, a aposta vascaína é na prata da casa, e Lucas Santos gostou.

“Quando eu voltei, no primeiro dia de treino eu vi muitos amigos meus do sub-20 aqui. Fiquei muito feliz por ver jogadores da base que brigaram com a gente desde cedo. Torço para que todos possam conseguir suas metas aqui no profissional”

Copinha

Falando em base, o Vasco confirmou a vitória de 1 a 0 sobre o Náutico, pela segunda fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior. A partida começou ontem, foi adiada devido à chuva e só terminou na tarde de hoje. Com o resultado, o Gigante da Colina se classificou para a terceira fase e não vai ter descanso. Pega o Itapirense, amanhã, às 19h15min. As duas equipes já se enfrentaram na fase de grupos, e o Vasco venceu por 3 a 0.  

Edição: Cláudia Soares Rodrigues
Fonte: IG Esportes
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