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Tufão obriga retirada de cinco mil pessoas do norte das Filipinas

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Cerca de cinco mil pessoas foram retiradas do norte das Filipinas devido à aproximação do tufão Kalamaegi. Autoridades locais alertaram que o tufão atingir a província de Cagayan nas próximas horas. 

Filipinas

Filipinas – Divulgação Wikipedia

“Estamos preparados para a chegada da tempestade”, afirmou o governador de Cagayan, Manuel Mamba. Mamba ainda explicou os cortes de energia como medida preventiva nas cidades de Gonzaga e Santa Ana.

Dada a proximidade do Kalamaegi, que na segunda-feira passou de forte tempestade tropical a tufão, as províncias mais setentrionais das Filipinas, como Cagayan, Isabela, Ilocos ou Batanes, sofrem com fortes chuvas e ventos que devem se intensificar durante o dia.

O Instituto de Meteorologia filipino prevê que o tufão perca força ao tocar a terra.

Por volta das 7h, horário local (23h de ontem em Lisboa), o tufão encontrava-se a 110 quilômetros a leste da cidade de Calayan, na província de Cagayan, no nordeste da ilha de Luzon.

A tempestade move-se lentamente na direção noroeste, com ventos sustentados de 120 km/h.

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Apesar de terminada a temporada de tufões em outubro, Kalamaegi é considerado o maior tufão a atingir as Filipinas este ano.

*Emissora pública de televisão de Portugal

Edição: Carolina Gonçalves
Tags: Filipinas
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Protestos contra monarquia ganham força na Tailândia

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Desafiando a monarquia do rei tailandês Maha Vajiralongkorn, milhares de manifestantes marcharam em Bangkok neste domingo (20) para apresentar demandas que incluem um pedido de reformas para restringir poderes do governo.

Os manifestantes ficaram cada vez mais ousados ​​durante os dois meses de manifestações contra o palácio da Tailândia e o sistema dominado pelos militares, quebrando um antigo tabu de criticar a monarquia, o que é ilegal, segundo as leis locais.

O Palácio Real não estava imediatamente disponível para comentar. O rei, que passa grande parte do tempo na Europa, não está na Tailândia.

Os manifestantes foram bloqueados por centenas de policiais desarmados trabalhando em barreiras de controle da multidão.

Os líderes do protesto declararam vitória depois de entregar à polícia uma carta detalhando suas demandas. Phakphong Phongphetra, chefe do Departamento de Polícia Metropolitana, disse que a carta será entregue à delegacia.

Na maior manifestação em anos, dezenas de milhares de manifestantes no sábado apelaram pela reforma da monarquia, bem como pela remoção do primeiro-ministro Prayuth Chan-ocha, um ex-líder da junta, e uma nova Constituição e eleições.

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Pouco depois do nascer do sol deste domingo, os manifestantes colocaram uma placa perto do Grande Palácio de Bangkok, na área conhecida como Sanam Luang, ou Royal Field.

Na placa, está escrito: “Neste lugar o povo expressou sua vontade: que este país pertença ao povo e não seja propriedade do monarca, pois ele nos enganou”.

Monarquia é criticada

O porta-voz do governo, Anucha Burapachaisri, disse que a polícia não usaria violência contra os manifestantes e que cabia à polícia determinar e processar qualquer discurso ilegal.

Autoridades tailandesas disseram que criticar a monarquia é inaceitável em um país onde o rei está constitucionalmente “entronizado em uma posição de adoração reverenciada”.

Os protestos, que começaram nos campi universitários, atraíram um número cada vez maior de pessoas mais velhas. Isso inclui os seguidores de camisas vermelhas do populista deposto primeiro-ministro Thaksin Shinawatra.

Os manifestantes dizem que a Constituição dá ao rei muito poder e que foi projetada para permitir que Prayuth mantivesse o poder após as eleições do ano passado. O próximo protesto está marcado para quinta-feira (24).

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Museu sobre acidente nuclear de Fukushima abre suas portas

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O primeiro museu público sobre o acidente nuclear de Fukushima abriu suas portas neste domingo (20) na província, que fica localizada no nordeste japonês.

O Museu do Grande Terremoto do Leste do Japão e Memorial do Desastre Nuclear ficam em Futaba, cidade que teve sua recomendação de evacuação suspensa parcialmente em março.

Junto com a cidade de Okuma, Futaba abriga o complexo da usina nuclear Fukushima 1, palco de um dos piores acidentes nucleares da história. Três reatores da usina derreteram após um enorme terremoto e um tsunami atingirem a região em março de 2011.

O museu da província é repleto de enormes telas que mostram como as comunidades estavam quando o acidente aconteceu, e como os moradores evacuaram em meio e após a tragédia.

O local ainda exibe aproximadamente 150 objetos e vídeos para explicar a confusão inicial causada pelo acidente, os esforços de descontaminação e o enorme impacto do acidente. Estima-se que, em  razão da tragédia, houve 1.600 mortes, notadamente entre idosos que viviam em casas de repouso, devido às más condições de evacuação.

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O museu também conta com residentes e moradores da região, que compartilham suas experiências pessoais com visitantes.

 

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