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Agricultura

Tereza Cristina pede apoio do BID para Plano AgroNordeste

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) pediu nesta terça-feira (19) apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para o Plano AgroNordeste e para o desenvolvimento de projetos de agricultura de baixo carbono no Brasil. Segundo ela, o Ministério da Agricultura está elaborando uma Carta Consulta de Apoio ao Plano AgroNordeste, que é voltado para inclusão produtiva de pequenos e médios produtores na região do semiárido brasileiro. 

“Investimentos serão necessários, principalmente no desenvolvimento e disseminação de tecnologias que deem escala à agricultura sustentável no Brasil. Precisamos avançar não só em Planos como o de Agricultura de Baixo Carbono, mas no desenho de outros projetos como o AgroNordeste, e em um novo que fortalecerá os sistemas sanitários nos estados brasileiros”, disse a ministra, ao participar de seminário na sede do BID, em Washington (EUA).

A ministra também ressaltou a parceria com o BID para a modernização do sistema de defesa agropecuária brasileiro. Segundo ela, além da cooperação financeira, é preciso avançar em projetos de cooperação técnica nos temas ligados à sustentabilidade, como adaptação climática, seguro rural e inovação.

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A ministra lembrou que o BID é parceiro do Brasil desde sua criação, em 1959. “Ao longo desse período, foram diversos projetos de alta relevância social e econômica. Apenas conosco, no Ministério da Agricultura, foram muitas iniciativas exitosas, como as operações de apoio à defesa agropecuária, à irrigação e à Embrapa”, disse.

Tereza Cristina destacou que o BID tem sido um importante parceiro na disseminação de tecnologias de agricultura de baixa emissão de carbono, como por exemplo o Projeto Rural Sustentável, aprovado pelo Banco em 2013, que atuou nos biomas Amazônia e Mata Atlântica. Neste ano, o Ministério iniciou o Rural Sustentável nos biomas Caatinga e Cerrado, que juntos impactarão 350 mil hectares e 3.500 propriedades rurais, evitando a emissão de 4.5 milhões de toneladas de carbono equivalente.

Informações à imprensa[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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Agricultura

Ministério celebra Dia Mundial do Solo com debate sobre produção sustentável

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento realizou nesta quinta-feira (5) seminário para marcar o Dia Mundial do Solo. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) com o objetivo de aumentar a conscientização sobre a importância de manter os solos saudáveis para garantir a sustentabilidade ambiental e o bem-estar humano.

O tema escolhido para a celebração deste ano foi “Pare a erosão do solo, salve nosso futuro”. A programação do seminário incluiu painéis sobre projetos estratégicos desenvolvidos pelo Mapa, como o Águas do Agro e o Plano ABC, que promoveu de 2009 a 2018 a implementação de tecnologias sustentáveis de produção em quase 60 milhões de hectares no país.

Na abertura do seminário, o representante da FAO no Brasil, Rafael Zavala, enfatizou que para prevenir e minimizar a erosão dos solos, os agricultores e outros usuários da terra devem adotar práticas de manejo sustentável, manter o solo com cobertura vegetal e promover a conservação de água.

“Estamos celebrando um tesouro embaixo dos nossos pés, que hospeda um quarto da biodiversidade do nosso planeta e provê aproximadamente 95% da nossa comida. Solos saudáveis são a base para habitats saudáveis para todos os seres vivos”, declarou Zavala.  Segundo a ONU, a cada 5 segundos, o mundo perde uma quantidade de solo equivalente a um campo de futebol. 

Além da erosão, Zavala citou outros problemas que tem afetado os solos em todas as regiões do mundo, como salinidade, acidificação, compactação, impermeabilização, perda de biodiversidade e de carbono orgânico, ocasionados por uso inapropriado e insustentável da terra e acabam provocando perda de produtividade agrícola.

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Pronasolos

Os secretários de Política Agrícola, Eduardo Sampaio, e de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação, Fernando Camargo, participaram da cerimônia. Eles destacaram a importância do tema e citaram ações do Mapa na área, como o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) e o programa Pronasolos, que pretende mapear todos os tipos de solos do país.

“Quando a gente fala de agricultura inteligente, precisamos conhecer o solo. Como a gente vai fazer a agricultura 4.0, digital, sem conhecer nosso solo? Por isso, precisamos avançar com Pronasolos, que é o grande programa de mapeamento dos solos do Brasil. A grande meta para 2020 é colocar o Pronasolos em andamento, porque o solo é muito importante para a nossa agropecuária”, disse Camargo.

O evento contou ainda com a participação de representantes de instituições parceiras do Mapa no desenvolvimento de estudos e projetos relacionados à conservação do solo, como a Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, a Embrapa Solos, a Embrapa Milho e Sorgo, a Federação Brasileira de Plantio Direto e Irrigação e a Agência Reguladora de águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (Adasa-DF).

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 Informações à imprensa:Débora Brito
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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Agricultura

Mapa adere a plataforma sobre mudanças climáticas na agricultura durante a COP-25

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento aderiu à Plataforma de Ação Climática da América Latina e Caribe (Placa). A cerimônia de lançamento e adesão ocorreu nesta quinta-feira (5), no Pavilhão do Chile na 25a Conferência das Partes da Conferência-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC).

O Embaixador do Brasil na Espanha, Pompeu Andreucci, representou a Ministra Tereza Cristina na ocasião.

A iniciativa PLACA tem como objetivo promover e potencializar a colaboração entre os países da América Latina e do Caribe para implementar, com eficácia, medidas relacionadas às mudanças climáticas em agricultura (pesquisa, capacitação, transferência de tecnologia, acesso a financiamento para adaptação e mitigação das mudanças climáticas). Contempla também previsão de cooperação em políticas sobre mudança do clima, em linha com os objetivos de desenvolvimento sustentável, e de aprimoramento de sua articulação com outras iniciativas e instituições internacionais.

Os países da América Latina e do Caribe combinam grande potencial, tanto em segurança alimentar, quanto em sustentabilidade. Em coordenação com seus parceiros regionais, o Brasil está disposto a firmar-se globalmente como potência agroambiental, estimulando essas duas vertentes para que caminhem lado a lado.

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Além do Brasil, subscreveram a iniciativa PLACA, como membros fundadores, Argentina, Bahamas, Costa Rica, Chile, Guatemala, Peru e Uruguai.

Informações à Imprensa[email protected] 

Fonte: MAPA GOV
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