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MANDIOCA/CEPEA: Em alta há oito semanas, preço da raiz atinge maior patamar em um ano

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Cepea, 18/11/2019 – Os preços da raiz de mandioca estão em alta há oito semanas consecutivas, atingindo, na semana passada, o maior patamar em 12 meses. Segundo pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, esse cenário é resultado da baixa oferta do produto na maior parte das regiões levantadas pela Equipe.

 

A restrição da oferta, por sua vez, se deve à menor disponibilidade de lavouras a serem colhidas e ao pouco interesse produtor pela comercialização. Já nas propriedades que ainda detêm volume a ser colhido, as condições climáticas desfavoráveis reforçam a restrição na oferta.

Do lado da demanda, pesquisadores do Cepea verificam disputa acirrada entre empresas por lavouras de mandioca. Diante disso, a moagem continua baixa e a ociosidade industrial chegou a 73% da capacidade instalada.

 

De acordo com agentes das indústrias, especialmente as de fécula, muitos mostram necessidade de intensificar o processamento, com o objetivo de repor os estoques, o que deve manter elevado o interesse pela raiz. Pesquisadores do Cepea ressaltam, no entanto, que não há expectativa de aumento da oferta de matéria-prima no curto prazo.

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Entre 11 e 14 de novembro, o valor médio nominal a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 395,85 (R$ 0,6884 por grama de amido na balança hidrostática de 5 kg), aumento de 5,3% frente ao da semana anterior e o maior patamar desde a segunda quinzena de novembro de 2018. Já considerando-se os efeitos da inflação (os valores da série do Cepea foram deflacionados pelo IGP-DI de outubro/19), a média atual é a maior desde fevereiro de 2019.

 

Ainda de acordo com dados do Cepea, o rendimento médio de amido esteve em 492,32 gramas na semana passada, queda de 1,8% frente ao do período anterior e o mais baixo da série histórica do Cepea, iniciada em 2011.

 

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que, neste ano, a área que será colhida com mandioca no Brasil deve ser de 1,32 milhão de hectares, recuo de 2,8% frente à de 2018. Já a produtividade é estimada em 15 toneladas por hectare, avanço expressivo de 6,7% em relação à de 2018. Como resultado, a produção estimada para o Brasil é de 20 milhões de toneladas, 3,6% acima daquela de 2018.

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ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações podem ser obtidas por meio da Comunicação do Cepea: (19) 3429 8836 / 8837 e [email protected]

Fonte: CEPEA
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Estão disponíveis as agromensais de novembro/19

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Cepea, 06/12/2019 – Neste mês, confira:

AÇÚCAR:  O Indicador do Açúcar Cristal CEPEA/ESALQ (estado de São Paulo) subiu 0,54% em novembro, fechando a R$ 65,56/saca de 50 kg no dia 29. Leia mais.

ALGODÃO: Com agentes priorizando os embarques aos mercados externo e interno e diante da baixa oferta no mercado spot nacional, especialmente de pluma de qualidade, os preços do algodão subiram com força no correr de novembro. Leia mais.

ARROZ: A ausência de vendedores no mercado interno ao longo de novembro impulsionou os preços do arroz em casca. Leia mais.

BOI: O mês de novembro de 2019 deve ser lembrado por muitos anos pela pecuária nacional. O período foi marcado por preços recordes reais do boi gordo (considerando-se a série do Cepea, iniciada em 1994) e da carne no atacado (série iniciada em 2001). Leia mais.

CAFÉ: Novembro foi marcado por forte recuperação dos preços do café arábica.  Leia mais.  

ETANOL: Na parcial da temporada 2019/20 (de abril a novembro), o volume total de etanol hidratado captado pelo Cepea supera em 14,9% o de igual período da safra anterior. Leia mais.

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FRANGO:  O mês de novembro se configurou como o período de retomada de preços para avicultura de corte. Leia mais.

MILHO: Novembro se iniciou com maior interesse comprador na realização de novos negócios, o que elevou as cotações na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Leia mais.  

OVINOS: Em novembro, os preços do cordeiro vivo e da carcaça estiveram em alta na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Leia mais.

SOJA: A valorização do dólar frente ao Real estimulou as negociações de soja nos portos brasileiros em novembro. Leia mais.

 
TRIGO: A baixa disponibilidade de grão de qualidade, a desvalorização do Real frente ao dólar e preocupações quanto à safra e à comercialização do trigo argentino impulsionaram as cotações brasileiras do cereal em novembro. Leia mais.

Fonte: CEPEA
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Estão disponíveis os relatórios de Custo de Produção de outubro/19

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Cepea, 02/12/2019 – Nesta edição, confira:

 

CEREAIS, FIBRAS E OLEAGINOSAS: Atraso no plantio da soja pode prejudicar rentabilidade de culturas subsequentes O ritmo de plantio de soja neste início da safra 2019/20 está lento na maioria das praças acompanhadas pelo Cepea na comparação com o mesmo período do ano passado, devido ao baixo volume de chuvas. O atraso pode atrapalhar produtores que optarem por semear o milho segunda safra. Leia mais. 

PECUÁRIA DE CORTE: Resultado financeiro de criador depende do desempenho reprodutivo do rebanho O Projeto Campo Futuro, parceria entre a CNA e o Cepea, visitou, em 2019, 16 regiões de produção pecuária em quatro estados do País: Acre, Bahia, Tocantins e o Pará. Dentre as regiões estudadas, 12 apresentaram a atividade de cria entre seus sistemas de produção mais representativos, fornecendo animais de reposição para os recriadores. Leia mais.

PECUÁRIA DE LEITE: Eficiência da mão de obra e da nutrição animal melhoram retorno do produtor de leite A alimentação animal e a mão de obra, geralmente, são os principais desembolsos na pecuária de leite. Na “média Brasil” (composta pelos estados de BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP), a nutrição do rebanho representa 55% dos dispêndios da atividade leiteira e a mão de obra responde por aproximadamente 20%.  Leia mais. 

Fonte: CEPEA
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