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Tragédia no Sul! Grave acidente mata pai, mãe grávida e filho de cinco anos

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Divulgação/PRF
Segundo informações, carros bateram de frente por volta das 2h da madrugada

Um grave acidente na madrugada deste domingo (17) acabou em tragédia no Rio Grande do Sul. Pai, mãe e filho de cinco anos morreram quando o carro em que estava bateu de frente com um veículo que vinha na direção contrária na BR-472, na altura de Boa Vista do Buricá.

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De acordo com a Polícia Civil , Rodrigo Cesar de Barros Padilha, de 32 anos, Joenara Knüppe, que tinha 31 anos e estava grávida, e o filho do casal, identificado como Luis Eduardo Knüppe, estavam em um Cruze que colidiu de frente com uma S10 na altura do km 115,7.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal , o homem que pilotava a caminhonete, e que também morreu no local, era José Orlando Gontijo Tavares, de 74 anos.

Equipes do Samu chegaram a ir até o local e conseguiram resgatar duas das vítimas, que acabaram morrendo no caminho para o hospital .

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Agora, a polícia deve seguir com as investigações para definir como o acidente ocorreu: se algum dos veículos invadiu a via contrária, se houve algum tipo de falha mecânica ou se os envolvidos estavam em velocidade não condizente com a da via.

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Fonte: IG Nacional
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Bruno Covas é encaminhado para UTI após sangramento no fígado

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Reprodução / Instagram
Prefeito de São Paulo, Bruno Covas, voltou ao hospital para mais sessões de quimioterapia.

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB) foi encaminhado nesta quarta-feira (11) para a Unidade de Tratamento Intensivo ( UTI ) após um sangramento no fígado. Desde o domingo (8) ele está internado para retomar as sessões de quimioterapia para combater um câncer localizado na região do estômago.

O boletim médico emitido pelo Hospital Sírio-Libanês, local onde Covas está internado, informou que o prefeito passou a ter sangramentos após passar por um procedimento de demarcação da lesão do tumor.

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O tucano também passou por uma arteriografia e embolização no foco do sangramento . Segundo a equipe médica, o procedimento foi minimamente invasivo. Covas foi encaminhado para UTI com o objetivo de ficar sob constante monitorização. 

Mesmo com a regressão do tumor, o prefeito precisou ser internado para mais sessões de quimioterapia . Durante uma entrevista coletiva que aconteceu na segunda-feira (9), o infectologista David Uip informou que a lesão no fígado estava respondendo de forma expressiva. A previsão era que o tratamento de Covas durasse quatro meses. 

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A expectativa era que Covas tivesse alta após cada sessão de quimioterapia, cada uma com duração de 30 horas. A última das três sessões que o prefeito de São Paulo foi submetido aconteceu no dia 26 de novembro.

Fonte: IG Nacional
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Bolsonaro quer vetar projeto que muda investigação de lesões contra menores

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Agência Brasil
Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira que irá vetar integralmente um projeto aprovado pelo Congresso que autoriza o Ministério Público (MP) a apresentar ação por crimes de lesões corporais leves e culposas contra menores de 18 anos do sexo masculino mesmo sem uma manifestação da família da vítima. O veto ainda não foi publicado no Diário Oficial da União (DOU).

Atualmente, o crime de lesões corporais é processado por meio de ação pública incondicionada — ou seja, o MP pode promover a ação mesmo sem a manifestação da vítima. Isso não ocorre nos crimes de lesões corporais leves e lesões culposas, com exceção de quando as vítimas são menores de idade e do sexo feminino, por determinação da Lei Maria da Penha. O objetivo da proposta é estender essas permissão para menores de idade do sexo masculino.

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“Assim, nessa hipótese, cria-se uma distinção injustificável, baseada apenas no sexo, para o início da persecução penal nos crimes de lesões corporais leves ou culposas nos quais a vítima é menor ou incapaz”, argumentou a autora do projeto, a ex-senadora e hoje deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), na justificativa da proposta.

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Além de estender a determinação para casos em que a vítima é do sexo masculino, o projeto determina que a permissão só vale quando o agressor “conviva ou tenha convivido com a vítima ou em que haja prevalência das relações domésticas, de coabitação ou de hospitalidade”.

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Em transmissão ao vivo no Facebook nesta quinta-feira, Bolsonaro anunciou que vetará o texto porque ele poderia atrapalhar policiais.

“O que eu vi? Imagina uma ação qualquer, policial, onde o menor seja detido, sofra uma agressão , até verbal. O policial vai ser processado, o MP vai para cima dele. Não ia faltar algumas ONGs, esses partidos que vocês conhecem de esquerda, que só fazem a balbúrdia, (para) achar uma maneira junto ao MP para que esse policial viesse a sofrer um processo. Eu resolvi vetar então por causa disso”, afirmou.

Caso o veto seja confirmado, ele será submetido ao Congresso, que poderá mantê-lo ou derrubá-lo.

Fonte: IG Nacional
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