conecte-se conosco


Saúde

Sofre com a doença de Crohn? Saiba quais nutrientes você deve incluir na dieta

Avatar

Publicado

Minha Saúde

A doença de Crohn é uma condição definida pela inflamação crônica e irritação do trato digestivo, resultando em sintomas incômodos. Por isso, pacientes que sofrem com a doença precisam de dieta adequada. A causa não é totalmente compreendida, mas a condição é conhecida por ocorrer em famílias. Além disso, o sistema imunológico e o ambiente parecem ter influência no surgimento da síndrome.

doença de Crohn arrow-options
shutterstock
A doença de Crohn é uma condição definida pela inflamação crônica e irritação do trato digestivo

Leia também: Fezes claras, secas, escuras, verdes… especialista diz o que elas indicam

Apesar de processo exato que causa a inflamação e irritação ainda ser desconhecido, já existe algum conhecimento sobre a doença de Crohn . Ela geralmente afeta a parte inferior do intestino delgado, mas pode se manifestar em qualquer lugar, da boca ao ânus. O sistema imunológico também desempenha um papel nessa condição.

As células imunológicas se acumulam no intestino, atacando bactérias, alimentos, tecidos saudáveis ​​do corpo e outras substâncias inofensivas ou mesmo benéficas. Dessa forma, acabam causando sintomas como dor abdominal, diarreia, sangramento retal, perda de peso, febre e fadiga. Essas células imunológicas acumuladas produzem substâncias químicas que promovem inflamação, danificam as paredes intestinais e causam os sintomas de Crohn.

Veja Também  Bolsonaro: autorização de Cannabis pela Anvisa vai melhorar tratamento

Leia também: Mulher acreditava ter Crohn, mas tinha pedaços de sachê de catchup no intestino

Como deve ser a dieta para quem tem a doença de Crohn?

leite e derivados arrow-options
shutterstock
Quem tem a doença de Crohn deve evitar leite e derivados, como laticínios, além de outros alimentos

Os alimentos não causam a doença de Crohn e nenhuma dieta especial se mostrou eficaz. No entanto, certos alimentos podem causar surtos e provocar os sintomas da doença de Crohn. Por isso, a dieta deve evitar laticínios, grãos ricos em fibras, álcool e especiarias quentes. Além disso, o tratamento de Crohn inclui a manutenção de um diário alimentar detalhado e consultas frequentes com nutricionistas.

A deficiência de nutrientes é outra preocupação comum, pois a inflamação dessa condição interfere na absorção de nutrientes. Por isso, as pessoas com doença de Crohn precisam de uma dieta rica em nutrientes com calorias, proteínas e gorduras saudáveis ​​adequadas.

Outro ponto importante é que os medicamentos esteroides, frequentemente prescritos para a doença de Crohn podem aumentar o risco de osteoporose. Portanto, os pacientes precisam repor cálcio, vitamina D, magnésio e vitamina K suficientes para a saúde óssea. O uso prolongado de esteroides também pode resultar em deficiências de vitamina C, vitamina B12, ácido fólico, zinco e selênio.

Veja Também  Brasil assume conselho de entidade que combate a tuberculose no mundo

Leia também: 10 alimentos com vitamina B12 para incrementar sua alimentação e sua saúde 

Algumas dicas que podem ajudar:

  • Coma pequenas refeições ou lanche a cada 3 a 4 horas. Fique hidratado. Beba pequenas quantidades de água ao longo do dia.
  • Durante os períodos em que você não apresenta sintomas, inclua grãos integrais e uma variedade de frutas e legumes em seu plano alimentar. Comece novos alimentos, um de cada vez, em pequenas quantidades.
  • Ao surgirem os sintomas , como diarreia ou dor abdominal, siga a lista de alimentos recomendados. Devem ser evitados alimentos ricos em fibras, vegetais crus e que produzem gás, a maioria das frutas e bebidas cruas com cafeína.
Fonte: IG Saúde
Comentários Facebook

Saúde

Brasil assume conselho de entidade que combate a tuberculose no mundo

Avatar

Publicado

A presidência do Conselho da Stop TB Partnership, instituição internacional que busca eliminar a tuberculose no mundo, passa a ser do Brasil, a partir desta segunda-feira (9), quando o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, assume o comando do conselho da entidade por um período de três anos.

“Eu aceitei um desafio que me foi colocado, mesmo sabendo das dificuldades que o cargo me impõe de Ministro da Saúde para coordenar mundialmente a Stop TB. No Brasil, conseguimos, graças à parceria com os secretários estaduais e municipais de saúde, cerca de 80% de tratamentos completados”, disse Mandetta.

O ministro da saùde, Luiz Henrique Mandetta, participa do lançamento do Instituto General Villas Bôas (IGVB),

Nos próximos três anos, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, presidirá a organização internacional Stop TB Partnership, que atua para eliminar a tuberculose no mundo – Valter Campanato/Agência Brasil

A instituição é reconhecida como um órgão internacional único, com capacidade de alinhar atores em todo o mundo na luta contra a tuberculose. A Stop TB conta com cerca de 1.700 representantes em mais de 100 países, incluindo governos, organizações internacionais, agências de pesquisa e financiamento, além de fundações e organizações não governamentais.

Veja Também  Pele vermelha, inflamada e que coça: saiba como lidar com a dermatite atópica

Participam, atualmente, do conselho da instituição o ministro da Saúde da África do Sul, Aaron Motsoaledi, e o diretor executivo do Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária, Peter Sands. A tuberculose está entre as 10 principais causas de morte em todo o mundo, com cerca de 10 milhões de novos casos anualmente.

Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil, em 2018, foram diagnosticados 76.228 casos novos de tuberculose, o que corresponde a um coeficiente de incidência de 36,6 casos para cada 100 mil habitantes. O número representa cerca de um terço de todos os casos registrados na região das Américas. Entre 2009 e 2018 houve queda média anual de 0,3% no coeficiente de incidência da doença.

A tuberculose tem cura e tanto o diagnóstico como o tratamento são ofertados no Sistema Único de Saúde (SUS), sem custos aos cidadãos. Mas, para alcançar a cura, é preciso completar o tratamento que dura, em média, seis meses.

Com o mandato de três anos na Stop TB, o Brasil, por meio do ministro Luiz Henrique Mandetta, tem a missão de ser porta-voz da luta mundial contra a tuberculose para reduzir a circulação da doença até 2035 – meta defendida pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Veja Também  Aprenda a fazer uma massagem facial que ajuda quem tem sinusite

 

*Com informações do Ministério da Saúde

Edição: Aécio Amado
Fonte: EBC
Comentários Facebook
Continue lendo

Saúde

Ansiedade, depressão ou Burnout? Faça teste e descubra se você precisa de ajuda

Avatar

Publicado

A Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta que 18,6 milhões de brasileiros sofrem com algum transtorno de ansiedade, o que corresponde a 9,3% da população do país. A epidemia coloca o Brasil em primeiro lugar no ranking de países com mais pessoas ansiosas. Apesar de ser necessária em alguns níveis, a ansiedade em excesso pode causar prejuízos à saúde. 

Leia também: Neurocientista ensina como não deixar o estresse levar à depressão 

ansiedade arrow-options
shutterstock
Segundo a Organização Mundial de Saúde, 18,6 milhões de brasileiros sofrem com algum tipo de transtorno de ansiedade

“A ansiedade faz parte do nosso contexto de vida. Uma dose de ansiedade é necessária para nos impulsionar na vida e nos objetivos traçados. O problema é quando há um aumento do nível, que pode gerar dificuldade de foco, atenção, memória e prejudicar o desempenho”, explica Michael Zanchet, psicólogo do Kurotel.

Segundo o especialista, o transtorno tem como base a insegurança e o medo de errar. Ele explica que o primeiro passo para se libertar disso é reconhecer e desmistificar esses pensamentos, que são os gatilhos que levam ao seu desenvolvimento. “Somos passíveis de erros e não temos o controle de tudo”, alerta. 

Outro ponto importante é ensinar o corpo a se desligar, com yoga, meditação e massagem.   Estimular o relaxamento também é importante para aumentar a capacidade de concentração, reflexão e gerenciamento da ansiedade. Como consequência, a pessoa torna-se mais positiva no contexto de vida pessoal e profissional.

Quais as diferenças entre ansiedade e depressão?

depressão arrow-options
shutterstock
A ansiedade e a depressão estão interligadas, mas são distúrbios diferentes, ou seja, com sintomas distintos

A ansiedade e a depressão estão geralmente interligadas, mas são condições diferentes. “A maior parte das patologias psíquicas tem um foco principal, mas tem comorbidade associada. Importante diferenciar que todos temos picos de ansiedade e tristeza, não querendo dizer que temos um transtorno”, pontua Zanchet.

O psicólogo explica que um sintoma tem que ter intensidade, frequência e duração. “Duas semanas triste persistentemente sem causa aparente é um sintoma depressivo. Uma tarde triste faz parte da vida, sendo saudável a elaboração daquele sentimento, sua compreensão, para no outro dia sentir-se melhor”, afirma.

Veja Também  Pele vermelha, inflamada e que coça: saiba como lidar com a dermatite atópica

Leia também: Preconceito sobre a depressão impede que muitos busquem ajuda

A depressão  afeta mais de  300 milhões de pessoas em todo o mundo. Os sintomas mais característicos são: tristeza, apatia, falta de interesse pelas atividades, ideias de menos valia, falta de energia, diminuição da libido, aumento do apetite ou inapetência, dificuldade de concentração, insônia ou desejo de dormir a todo momento.

Já a ansiedade, por sua vez, como falamos, tem como base a insegurança e o perfeccionismo. Nesse caso, os principais sinais apresentados pelas pessoas são: pensamento acelerado, antecipação do futuro, preocupações, insônia, falta de ar, taquicardia, sensação de sufocação e agitação motora.

Zanchet destaca que pessoas com traços perfeccionistas e com características de insegurança tendem a se frustrar com maior facilidade pelas idealizações. Com o passar do tempo, isso vai gerando um estado de fragilidade emocional. Como consequência, o paciente pode desencadear sintomas depressivos.

No entanto, é sempre importante destacar que é necessário que a pessoa que esteja com os sinais de ansiedade ou depressão deve procurar ajuda especializada para que os sintomas sejam analisados individualmente por um profissional. Dessa forma, será possível compreender os motivos que levaram ao transtorno e iniciar o tratamento adequado.

Síndrome de Burnout também afeta a mente

Burnout arrow-options
shutterstock
A síndrome de Burnout está ligada ao campo profissional e gera, no trabalhador, desgaste tanto físico quanto emocional

A síndrome de Burnout é um estresse ligado à vida profissional. A questão é caracterizada por um estresse crônico, com a sensação de um desgaste físico e emocional, que gera a sensação de incapacidade por conta de uma sobrecarga de tarefas. A International Stress Management Association (ISMA-BR) aponta que 32% das pessoas com síndrome têm sintomas de estresse. 

O psicólogo explica que, na experiência clínica, percebe-se o relato de sintomas como incapacidade de raciocinar, lapsos de memória, cansaço constante, apatia, tristeza e  ansiedade. Ao identificar os sinais mencionados, é importante buscar auxílio de psicólogos ou psiquiatras para fazer o tratamento adequado. 

“Muitas vezes, é necessário o afastamento profissional para através de psicoterapia, atividades de relaxamento, exercícios físicos e alimentação saudável, se possa reajustar o organismo fisicamente e emocionalmente, melhorando os sintomas e reativando a capacidade de refletir e perceber o seu contexto de vida”, completa. 

Veja Também  Menina quase fica cega após ser atingida por objeto pontiagudo no olho direito

É importante descartar todas as possibilidades clínicas para estabelecer um tratamento psicológico. “Não é incomum receber pacientes, encaminhados pelo cardiologista, com todos os exames cardiológicos adequados, mas com sintomas: hipertensão, taquicardia, sensação de desmaio e insônia, provenientes do corpo somatizar questões emocionais”, diz Zanchet.

“Avaliando, muitas vezes, descobrimos que são traumas passados que a pessoa revive em outras situações e o cérebro interpreta de maneira equivocada, armando no organismo um estado de alerta e perigo”, completa.

Será que você está com algum dos transtornos?

Alguns questionamentos, preparados pelo psicólogo, servem de indicativo para refletir e pensar sobre ansiedade , depressão e síndrome de Burnout. As perguntas, no teste abaixo, são de caráter indicado e não servem como diagnóstico. Leia as questões com calma e responda de acordo com as suas experiências:

Depois de fazer o teste, além de buscar ajuda profissional, o psicólogo cita algumas orientações que ajudam no gerenciamento de todos esses sentimentos. O primeiro passo é evitar lutar contra as atividades do seu cotidiano. “O melhor caminho é planejar e organizar as suas atividades de maneira que seja respeitado o tempo para executar cada uma delas”, diz.

Ainda é recomendável buscar respeitar os seus limites e saber dizer “não” para aquilo que você não gosta ou não consegue fazer naquele momento. Também é importante equilibrar a semana com atividades de saúde (exercícios físicos, alimentação balanceada e relaxamento) e fazer um “detox digital” em alguns momentos do dia.

Pela manhã, desperte devagar e perceba a sua respiração. Alongue de maneira leve a musculatura, sinta a temperatura do dia e como está o clima. “Inclua atividades de relaxamento na sua rotina de vida, como massagem, banhos de banheira de hidromassagem, yoga e meditação, por exemplo”, completa o profissional.

Leia também: Quer um refúgio de tranquilidade? Entenda o que é meditação e como praticar

Outras dicas são:

  • Desenvolver hobbies na área artística (pintura, tecelagem, jardinagem, música);
  • Alimentar-se bem e devagar (fracione ao longo do dia a alimentação);
  • Evitar ingerir em excesso bebidas com cafeína após às 16h;
  • Não consumir bebidas alcoólicas com regularidade;
  • Preservar tempo para o seu sono (dormir e acordar no mesmo horário).
Fonte: IG Saúde
Comentários Facebook
Continue lendo

Destaques

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana