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Internacional

Polícia prende pelo menos 20 "coletes amarelos" em Paris

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Pequenos grupos do movimento “coletes amarelos” envolveram-se neste domingo (17) em alguns conflitos em Paris, enquanto a polícia manteve atitude firme, com duas dezenas de detenções até o início da tarde.

A principal ação surpresa dos “coletes amarelos” foi a ocupação por dezenas de pessoas, dos armazéns das Galerias Lafayette, que a convocação nas redes sociais classificava de “templo do consumo”.

A polícia interveio rapidamente para retirar os militantes, mas a loja decidiu encerrar as portas o resto do dia.

Também foram feitas outras convocações, com pouca resposta, para o bairro Les Halles e a Praça da Bastilha.

A polícia informou, na rede social Twitter, que até as 13h locais tinham sido detidas 20 pessoas.

A ação dos agentes teve o objetivo de fazer cumprir a proibição de manifestações durante o fim de semana em grande número dos bairros centrais da capital francesa.

Para evitar mobilizações no dia que marca o primeiro aniversário do início dos protestos dos “coletes amarelos”, em 17 de novembro de 2018, foram fechadas 29 estações de metrô e cinco de ônibus.

O ministro do Interior, Christophe Castaner, disse que nesse sábado (16) foram detidas nos protestos 254 pessoas em todo o país, sendo 173 em Paris.

As autoridades informaram que as manifestações de sábado reuniram na França 28 mil pessoas (4.700 em Paris), o que representa dez vezes menos que os primeiros protestos há um ano.

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Internacional

OMS: países pobres da América Latina devem ter vacina subsidiada

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) está trabalhando para que nações latino-americanas vulneráveis recebam uma vacina contra a covid-19 “subsidiada” e a um preço “acessível”, assim que uma imunização estiver disponível, disse a diretora regional da entidade para as Américas, Carissa Etienne.

A América Latina se tornou o epicentro mais recente da pandemia e, na segunda-feira (13), o número de mortes pelo novo coronavírus na região ultrapassou a soma de óbitos nos Estados Unidos (EUA) e no Canadá pela primeira vez desde o início do surto.

Muitas nações latino-americanas têm enfrentado dificuldades em seus sistemas de saúde para lidar com os 3,4 milhões de casos confirmados e as 146 mil mortes por covid-19 na região.

Em entrevista virtual, Carissa disse que a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), escritório regional da OMS sediado em Washington, está trabalhando “para que os países latino-americanos mais vulneráveis da região recebam a vacina contra covid-19 de forma subsidiada e a um preço acessível”.

A corrida global por uma vacina e tratamentos contra o novo coronavírus se transformou em uma batalha entre as nações mais ricas do mundo, algumas das quais estão comprando estoques de remédios ou encomendando suprimentos futuros das vacinas mais promissoras.

Nações latino-americanas com orçamentos pequenos terão dificuldade para competir, disseram especialistas. “Para que serve uma vacina se as pessoas não têm acesso a ela?”, questionou Carissa Etienne.

A Opas tem um mecanismo de cooperação chamado “Fundo Rotatório”, por meio do qual vacinas, seringas e suprimentos relacionados são comprados em nome de seus Estados-membros, independentemente de tamanho ou condições econômicas.

Carissa disse que sua organização está negociando “ativamente” com o Fundo Global de Acesso a Vacinas contra Covid-19, conhecido como Covax, para “obter as melhores condições possíveis para os países da região”.

Ela fez um apelo a essas nações para que participem dos testes clínicos a fim de “acelerar a criação de uma vacina”.

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Internacional

Governo dos EUA desiste de medida que barrava estudantes estrangeiros

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O governo dos Estados Unidos (EUA) desistiu, nessa terça-feira (14), de uma tentativa de barrar dezenas de milhares de estudantes estrangeiros no país, após sofrer críticas generalizadas e pressão de faculdades e de grandes empresas contra a medida.

Autoridades norte-americanas anunciaram, na semana passada, que estudantes estrangeiros de instituições de ensino que haviam adotado regimes de aulas online por causa da pandemia do novo coronavírus teriam de deixar o país caso não pudessem fazer transferência para locais que estivessem conduzindo aulas presenciais. 

Mais de 1 milhão de estudantes estrangeiros estão matriculados atualmente em faculdades e universidades nos EUA, e muitas escolas dependem da receita desses estudantes, que normalmente pagam os custos cheios do ensino, ao contrário de muitos norte-americanos.

O anúncio pegou de surpresa muitas universidades e faculdades que ainda estavam fazendo seus planos para o semestre de outono, tentando equilibrar as preocupações com a alta no número de casos do novo coronavírus em muitos estados norte-americanos que pretendiam voltar às salas de aula. 

Uma onda de processos foi aberta após a nova medida, incluindo um da Universidade de Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), além de outro aberto por uma coalizão de governos estaduais. Dezenas de grandes empresas, faculdades e universidades apresentaram intervenções em oposição ao decreto. 

As universidades argumentaram que a medida era ilegal e afetaria as instituições acadêmicas. 

Em uma esperada audiência nessa terça-feira no caso aberto pela Universidade de Harvard, a juíza distrital dos EUA Allison Burroughs, do estado de Massachusetts, disse que o governo e duas universidades de elite que haviam entrado na Justiça tinham chegado a um acordo que retiraria as novas regras e restauraria a situação anterior. A audiência durou menos de quatro minutos. 

Em março, o Serviço de Fiscalização Alfandegária e Imigração (ICE) isentou estudantes estrangeiros das regras que limitam o número de cursos online que podem fazer se quiserem continuar nos Estados Unidos. A medida foi tomada enquanto as escolas fechavam seus campi, em resposta à propagação do novo coronavírus e dos lockdowns impostos por autoridades de saúde pública. 

No entanto, no dia 6 de julho, o governo do presidente Donald Trump reverteu a medida abruptamente e sem explicação. 

As orientações do ICE no dia 6 de julho diziam que estudantes estrangeiros poderiam permanecer no país se seus programas fossem presenciais ou oferecessem uma mistura de aulas online e no campus, mas muitas universidades ainda não haviam estabelecido planos para o semestre. 

Harvard planeja realizar todas as suas aulas online para o próximo ano acadêmico, por exemplo.

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