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Internacional

Polícia prende pelo menos 20 "coletes amarelos" em Paris

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Pequenos grupos do movimento “coletes amarelos” envolveram-se neste domingo (17) em alguns conflitos em Paris, enquanto a polícia manteve atitude firme, com duas dezenas de detenções até o início da tarde.

A principal ação surpresa dos “coletes amarelos” foi a ocupação por dezenas de pessoas, dos armazéns das Galerias Lafayette, que a convocação nas redes sociais classificava de “templo do consumo”.

A polícia interveio rapidamente para retirar os militantes, mas a loja decidiu encerrar as portas o resto do dia.

Também foram feitas outras convocações, com pouca resposta, para o bairro Les Halles e a Praça da Bastilha.

A polícia informou, na rede social Twitter, que até as 13h locais tinham sido detidas 20 pessoas.

A ação dos agentes teve o objetivo de fazer cumprir a proibição de manifestações durante o fim de semana em grande número dos bairros centrais da capital francesa.

Para evitar mobilizações no dia que marca o primeiro aniversário do início dos protestos dos “coletes amarelos”, em 17 de novembro de 2018, foram fechadas 29 estações de metrô e cinco de ônibus.

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O ministro do Interior, Christophe Castaner, disse que nesse sábado (16) foram detidas nos protestos 254 pessoas em todo o país, sendo 173 em Paris.

As autoridades informaram que as manifestações de sábado reuniram na França 28 mil pessoas (4.700 em Paris), o que representa dez vezes menos que os primeiros protestos há um ano.

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Internacional

Metroviários franceses temem "segunda-feira negra" nos transportes

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A Sociedade Nacional de Ferrovias Francesas (SNCF) orientou os usuários a não usar seus serviços amanhã (9), antecipando o que seria uma “segunda-feira negra”, no quinto dia da greve dos metroviarios. A paralisação é por tempo indeterminado e reivindica a retirada do projeto oficial de reforma da Previdência.

“Se não comunicarmos aos nossos clientes, com muita ênfase, que eles não devem ir às estações amanhã, poderemos ter problemas de segurança”, disse o gerente-geral da rede suburbana da região de Paris, Alain Krakovitch, em relação a mais um dia de protesto contra os projetos de reforma do presidente Emmanuel Macron.

A greve deve afetar particularmente a rede SNFC, os subúrbios e a Administração Autônoma de Transporte Parisiense (RATP), que neste sábado (7) só pôde cumprir 15% de seus serviços na área suburbana, despachando apenas um em cada seis trens de alta velocidade e um em cada 10 do serviço interurbano.

O panorama deste domingo (8) mostrou 14 das 16 linhas do metrô de Paris paralisadas. Para a segunda-feira, espera-se a prestação de serviços mínimos, em nível provavelmente semelhante aos de ontem. Nesse contexto, a própria SNCF enviou mensagem de texto aos telefones celulares dos usuários, recomendando que eles “não chegassem às estações”.

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Enquanto isso, a RATP solicitou a todos os usuários que possam adiar sua viagem que o façam, devido ao “alto risco de saturação da rede”. Desde o início da greve, muitos parienses rcorrera, a bocoicletas árra ir ase locomover.

Dez linhas de metrô serão completamente fechadas e as linhas 4, 7, 8 e 9 serão severamente interrompidas. Apenas as linhas automáticas 1 e 14 funcionarão normalmente, como as linhas Orlyval, Orlybus e Roissybus.

A greve dos metroviários contra o projeto de reforma previdenciária de Macron começou quinta-feira (5). A proposta do presidente que visa unificar os mais de 40 regimes previdenciários existentes atualmente em uma única estrutura que, segundo Macron, favoreceria a igualdade entre os trabalhadores.

*Com informações da Télam e outras agências internacionais

 

Fonte: EBC
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Internacional

Hong Kong fez mais de seis mil detenções em meio ano de protestos

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A polícia de Hong Kong disse hoje (9) que fez 6.022 detenções e disparou 16 mil granadas de gás lacrimogêneo durante os protestos que se prolongam há seis meses nesta região administrativa chinesa.

Segundo autoridades locais, o número total de detidos incluiu as 11 pessoas que foram interceptadas pela polícia durante o último fim de semana e que portavam armas.

Manifestantes participam de uma marcha do Dia dos Direitos Humanos no distrito de Causeway Bay, em Hong Kong   REUTERS / Laurel Chor

Manifestantes participam de uma marcha do Dia dos Direitos Humanos no distrito de Causeway Bay, em Hong Kong –  REUTERS / Laurel Chor

A polícia suspeita que as armas seriam usadas nas manifestações de domingo (8), que reuniram milhares de pessoas de forma pacífica na ilha de Hong Kong. Hoje, 12 pessoas foram detidas por suspeita de  preparar bombas incendiárias.

O mesmo relatório indica que a polícia disparou 10 mil balas de borracha e que, desde o início dos protestos, 493 agentes ficaram feridos durante confrontos com manifestantes.

Hong Kong é há seis meses palco de manifestações iniciadas em protesto contra uma proposta de alteração à lei da extradição, que permitiria extraditar criminosos para países sem acordos prévios, como é o caso da China continental.

O governo de Hong Kong retirou a proposta, cedendo a uma das exigências dos manifestantes. Mas a decisão não foi suficiente para travar os protestos antigovernamentais em prol de democracia.

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Fonte: EBC
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