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Pedindo impeachment de Gilmar Mendes, protestos dominam diversas regiões do País

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Em diferentes regiões do Brasil, neste domingo (17), manifestantes foram às ruas com intenção de pedir o impeachment de Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal, e defender o presidente da república, Jair Bolsonaro. 

Leia também: “Posso ser suspeito de tudo, menos de petismo”, diz Gilmar Mendes

Manifestantes contra Gilmar Mendes e a favor de Bolsonaro em diversas regiões do País arrow-options
reprodução / Twitter

Manifestantes contra Gilmar Mendes e a favor de Bolsonaro em diversas regiões do País

Segundo o site A Gazeta , no Rio de Janeiro, o ato começou pela manhã, em Copacabana, na Zona Sul. Com gritos de “Fora Gilmar Mendes “, os presentes prostestaram contra o STF e a favorde Bolsonaro

Leia também: Bolsonaristas desejam impeachment de Gilmar Mendes

Enquanto isso, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, pesoas fizeram “adesivaço” de carros e “buzinaço” contra a decisão do STF que julgou inconstitucionais as prisões após condenação em segunda instância, até que se esgotem todos os recursos.

Já em Brasília, apoiadores do presidente se concentraram pela manhã próximo ao Palácio do Itamaraty. Segundo a Polícia Militar do DF, o público no local era pequeno. Uma nova convocação para a capital federal foi feita para as 16 horas, com um número maior de pessoas.

Em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, a manifestação contra o ministro começou no final da manhã. Por outro lado, na capital, manifestantes estão concentrados desde as 15 horas na Avenida Paulista. 

Em Curitiba a manifestação acontece na Boca Maldita e também teve início às 15h00. No mesmo horário manifestantes se reuniram no Parcão, em Porto Alegre. Atos também foram registrados em cidades das regiões Norte e Nordeste.

Leia também: Gilmar Mendes dá voto contra prisão após segunda instância

Enquanto manifestantes preenchiam as ruas, a hashtag “Brasil Contra Gilmar Mendes ” liderou rankings como Google Trends e Trending Topics do Twitter. Foram mais de 500 mil tuítes sobre o assunto.

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Com mais de 8 mil mortes, Brasil registra semana mais letal da pandemia

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sepultadores com roupas impermeáveis movendo caixão
Amazônia Real

Brasil registra marca inédita de mortes em uma semana


Na última semana, o Brasil registrou mais um marco inédito. De 8 a 14 de julho, o país registrou 8.654 óbitos causados pela Covid-19. Com isso, a semana se torna a mais letal desde o início da pandemia do novo coronavírus. No mundo, vírus infectou 1 milhão de pessoas em 5 dias .


Na segunda-feira da última semana (7), o Brasil tinha 65.487 óbitos causados pela doença. Hoje, esse número foi para 74.133. O aumento registrado de uma semana para outra foi de 13,2%.

Nesta terça (14), o país registrou 1.300 óbitos em 24 horas e alcançou a marca de 1,9 milhão de casos da doença.

Aos domingos e segundas, os números de casos e mortes tendem a ser menor por conta da contabilização de casos do fim de semana. Ontem (13), foram 733 mortes , o maior número de óbitos registrados em uma segunda-feira.

Especialistas esperam que o país alcance os 90 mil mortos pela Covid-19 na última semana de julho . Dessa maneira, se ritmo de crescimento das mortes se mantiver, o Brasil pode chegar a  marca de 100 mil óbitos na primeira semana de agosto.

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AGU pede ao STF que União defina aplicação de recursos da Lava Jato

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agu
Weslley Mcallister/AscomAGU

Na petição, a AGU afirma que o Poder Judiciário não pode aceitar pedido do Ministério Público para determinar a destinação de valores


A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que garanta ao governo federal a prerrogativa de decidir o destino de valores recuperados em casos de corrupção, como os da Operação Lava Jato.


O pedido foi feito nesta segunda-feira (13) em uma manifestação anexada ao processo em que é discutido se o Ministério Público (MP) pode vincular a devolução dos recursos para determinadas áreas do governo após recuperar o dinheiro desviado dos cofres públicos.

Na petição, o advogado-geral da União, José Levi do Amaral, afirma que o Poder Judiciário não pode aceitar pedido do Ministério Público para determinar a destinação dos valores recuperados sem previsão em lei.

Segundo Amaral, a decisão deve ter a participação da União . “A admissão de que membros do Poder Judiciário possam, a requerimento do Ministério Público e sem a participação dos órgãos competentes para a execução orçamentária, conferir destinação discricionária a verbas oriundas de avenças celebradas no microssistema de combate à corrupção tem potencial para abalar significativamente o equilíbrio entre os Poderes”, argumentou Amaral.

A manifestação foi motivada por decisões proferidas pela juíza Gabriela Hardt, da 13ª Vara Federal em Curitiba, que tem aceitado pedidos dos procuradores da força-tarefa da Lava Jato para vincular verbas oriundas de acordos de delação premiada. 

Em oficio enviado à AGU, a juíza informou que estão disponíveis R$ 21 milhões depositados em juízo para serem aplicados no combate à pandemia da Covid-19. 

Em março, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF, determinou que R$ 1,6 bilhão recuperados  da Lava Jato fossem destinados ao Ministério da Saúde para o combate ao novo coronavírus. De acordo com a AGU, nesse caso, não há irregularidade porque a houve participação do governo federal. 

Posicionamento

Em nota, a força-tarefa da Lava Jato disse que as ações da AGU ” causaram surpresa diante do entendimento prévio manifestado entre a CGU, AGU e MPF” para que os recursos fossem destinados ao combate à Covid-19. 

“O MPF entende que adotou as cautelas legais possíveis no caso, a fim de que todos os órgãos públicos interessados se manifestassem previamente à destinação dos recursos, que seria apontada pelo Executivo federal. A necessidade de colaboração e concordância de todos esses órgãos, inclusive da própria AGU, tornam ainda ausente qualquer perigo de demora que justifique, aparentemente, o recurso ao plantão judiciário “, diz a nota.

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