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Luzimar Collares na bancada do Jornal Nacional é bem Mato Grosso

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Em um ano tão especial para nossa Capital tricentenária, teremos a oportunidade, neste sábado (16), de viver mais um momento único. Após 50 anos no ar, o Jornal Nacional terá pela primeira vez um mato-grossense em sua bancada. A escolha não poderia ter sido mais justa. Uma das profissionais referência do nosso jornalismo, a apresentadora Luzimar Collares é quem nos representará.

Quis o destino que, no ano de celebração dos 300 anos da nossa Cuiabá, Luzimar fosse indicada para também deixar seu nome marcado na história de um dos mais tradicionais telejornais nacionais. Dessa vez, todo o Brasil poderá contemplar o talento ao qual há cerca de 20 anos já nos acostumamos a apreciar. E isso é sim mais um belo motivo para comemorarmos e nos sentirmos orgulhosos!

Sim, compartilhamos esse orgulho com você, Luzimar! Por aqui, você já nos mostrou o tamanho exato da sua competência. Por isso, sabermos que o tão habitual “Boa noite!”, que nos acostumamos a ouvir em outras vozes, será entoado, desta vez, por uma genuína mato-grossense, nos deixa em um singular estado de regojizo.

Os mato-grossenses, aqueles que vieram de outros estados e países e, em especial, o nosso povo cuiabano, amado e acolhedor, estão ansiosos por este momento. O que queremos agora é enviar todas as energias positivas para esse novo desafio, o qual temos a plena certeza que será, mais uma vez, brilhantemente encarado. E, ao assim fazê-lo, Luzimar, saiba que em nenhum momento estará sozinha.

Junto contigo, você levou para o Rio de Janeiro a admiração de mais de 700 mil cuiabanos que, mesmo separados por uma tela, criaram uma ligação contigo. Também está na sua bagagem sonhos e a esperança daqueles que estão em uma faculdade de jornalismo, dos que ainda nem entraram ou dela já saíram, até mesmo dos que hoje compõem a equipe de comunicação da Prefeitura de Cuiabá e que, em algum momento da vida, decidiram seguir o caminho dessa profissão inspirados em você.

Por mais essa conquista, pelo extraordinário trabalho já feito, por ser Mato Grosso em rede nacional, deixo aqui os meus mais sinceros parabéns e o desejo de boa sorte.

 

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Venda de bilhetes do bonde de Santa Teresa a turistas está proibida

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O uso dos bondes de Santa Teresa, na região central da cidade do Rio, está restrito a partir de hoje (18), a moradores do bairro cadastrados no sistema de gratuidade, sem prejuízo da necessidade da devida comprovação desta condição com apresentação da carteira devida. Com a medida fica proibida da venda de bilhetes para turistas, que costumam visitar o bairro com este tipo de transporte.

De acordo com a secretaria de estado de Transportes do Rio, a medida foi adotada como prevenção ao novo coronavírus. A ocupação dos lugares no bondinho, como são chamados, foi reduzida de 32 para 24 e a circulação será feira entre a estação Carioca e parada Dois Irmãos, com intervalos de uma hora.

A secretaria informou ainda que a aplicação da restrição será avaliada até o fim de semana e não descartou a inclusão de novas medidas. “Até o fim da semana, essas mudanças serão reavaliadas e novas medidas poderão ser adotadas”, diz a nota.

Os dias e horários de operação foram mantidos. De segunda a sexta é das 8h às 17h40; aos sábados, das 10h às 17h40, e aos domingos e feriados, das 11h às 16h40.

A decisão do diretor-presidente da Companhia Estado de Engenharia de Transportes e Logística- Central, Carlos Alberto Buss, responsável pela operação do serviço foi publicada nesta quarta-feira (18) em portaria do presidente do Departamento de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro, Cleber Ribeiro Afonso.

 

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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Setor mineral fatura R$ 1,4 bilhão, mas contribui com R$ 22 milhões para o Estado

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Foto: Ronaldo Mazza

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Renúncia e Sonegação Fiscal da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Wilson Santos (PSDB), afirmou, durante a reunião ordinária da CPI, que o setor mineral faturou, em 2016, cerca de R$ 1,4 bilhão, mas pagou apenas R$ 22 milhões de impostos à Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz).

Na 26ª reunião ordinária,  realizada na terça-feira (17), a CPI ouviu o presidente da Cooperativa de Pequenas Mineradoras de Ouros e Pedras Preciosas de Alta Floresta Ltda, Darcy Winter, e o geólogo e ex-presidente da Companhia Mato-grossense de Mineração (Metamat), Serafin Carvalho.

Antes das duas oitavas, os deputados membros da CPI aprovaram seis requerimentos. Entre eles está o convite a prefeitos para prestarem informações sobre as atividades minerais em seus municípios. Ainda não há confirmação se todos virão à próxima reunião, marcada para terça-feira (24), às 9 horas, na sala Deputado Oscar Soares, 201, da Assembleia Legislativa.

Os prefeitos convidados que devem participar da reunião são:

Peixoto de Azevedo – Maurício Souza

Nossa Senhora do Livramento – Silmar Souza

Nova Xavantina – João Batista Vaz

Nova Lacerda – Uilson José da Silva

Pontes e Lacerda – Alcino Pereira Barcelos

Matupá – Valtinho Miotto

Cocalinho – Dalva Maria de Lima Peres  

Barra do Bugres – Raimundo Nonato Abreu Sobrinho

Porto Esperidião – Martins Dias de Oliveira

Conquista d’Oeste – Maria Lúcia de Oliveira Porto

Cáceres – Francis Maris Cruz

Nobres – Leocir Hanel

Poconé – Tata Amaral

O presidente da Cooperalfa, Darcy Winter, disse que a cooperativa tem dez anos e conta com 500 cooperados. Eles exploram 200 quilômetros de leitos dos rios nos municípios de Alta Floresta, Paranaita, Carlinda, Novo Mundo, Nova Guarita e Apiacás.

“Em 2018, nessa região, os cooperados extraíram de 300 a 400 quilos de ouro. A qualidade do teor do ouro extraído na região é de 80 a 98.  Com a tipificação é feita a classificação do Ouro” explicou.

O deputado Wilson Santos questionou se Winter tinha conhecimento de sonegação de impostos na venda do ouro na região. Ele disse que ocorre entre os garimpeiros que não são legalizados. “Com os cooperados não há sonegação. Quem compra ouro dos cooperados quer nota fiscal, porque vai ter que negociar o produto”,  disse.

Para ele, um dos grandes entraves para que os garimpeiros sejam legalizados em Mato Grosso é na hora do licenciamento ambiental e, com isso, ter que pagar as taxas à Secretaria de Estado de Meio Ambiente.

“As taxas cobradas pela Sema são exorbitantes. A primeira licença custa R$ 1.109. Hoje, para legalizar 10 hectares, o garimpeiro gasta mais de R$ 15 mil. No final, ele gasta em torno de R$ 30 mil”, afirmou Darcy Winter.

Outro convidado, Serafin Carvalho, afirmou que o potencial total de exploração de ouro não é conhecido. Segundo ele, há apenas um levantamento básico geológico (mapa) e um levantamento geológico específico que identifica as áreas que possuem minérios.

“Mato Grosso possui sete tipos de minérios. O estado já foi o maior produtor de ouro, diamante e calcário. Em 2018, foram extraídas 18 toneladas de ouro. Hoje, a Bahia é maior produtor brasileiro de diamantes”, disse.

Serafin afirmou ainda que outros minérios que Mato Grosso possui são a água potável de mesa, o manganês (Guiratinga e Juara), a cassiterita (Colniza), a argila (cerâmica vermelha), a areia e o cascalho. “Mato Grosso conhece muito pouco seu potencial mineral”, afirmou.

De acordo com o geólogo, a extração do ouro em Mato Grosso rendeu mais de R$ 51 milhões de arrecadação de impostos. Desse valor, cerca de 60% é destinado para o município produtor, 15% para o município afetado, 15% para o estado e 10% para a União. “Orçamento destinado à Agência de Mineração não chega nem a R$ 1 milhão”, completou Carvalho.

O sub-relator da CPI, deputado Ondanir Bortolini (PSD) – Nininho, questionou o geólogo Serafin Carvalho se todo o ouro extraído de Mato Grosso é declarado aos órgãos competentes. Ele disse que “não deve ser não, deputado”.

O presidente da CPI voltou a lembrar que os pedidos solicitados à Sefaz não estão sendo encaminhados para a comissão. Segundo ele, a Sefaz não vem colaborando com a CPI. “O termo que será utilizado agora para obtermos os documentos é o de requisição. É uma expressão que a Procuradoria da Assembleia Legislativa nos orientou a fazer. Há cinco meses pedimos documentos que tratam das exportações mato-grossenses, de 2013 a 2016, mas, até hoje, não repassaram nada”, afirmou Santos.

A CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal é presidida pelo deputado estadual Wilson Santos (PSDB). Compõem a comissão, além de Wilson Santos (PSDB), os deputados Carlos Avallone (vice-presidente), Ondanir Bortolini (PSD), Valmir Moretto (Republicanos) e Janaina Riva (MDB).

Fonte: ALMT

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