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Homem é preso após ameaçar ex-mulher com boneco de vodu

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O Juizado Especial Criminal e da Violência Doméstica contra a Mulher de Tubarão, no litoral de Santa Catarina, condenou um homem, de 55 anos, por ameaças à sua ex-mulher e descumprimento em duas ocasiões de medidas protetivas. Ele terá de cumprir oito meses e dez dias de detenção, em regime aberto, por ameaça praticada mediante violência psicológica e em contexto de violência doméstica.

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O processo do homem tramitou em segredo de justiça e cabe recurso. As informações foram divulgadas pela Assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de Santa Catarina.

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Segundo os autos, o idoso ameaçou a ex por meio de ligações e arquivos de áudio, mesmo após o deferimento de medidas protetivas em favor da vítima . A mulher teria encontrado no portão de sua casa uma boneca vodu, com sinais de mutilação, “a fim de intimidá-la”.

O comportamento obsessivo do acusado começou após o término do relacionamento do casal, destaca o processo. De acordo com a decisão, do juiz Maurício Fabiano Mortari, “verificou-se a concreta perseguição do idoso contra a vítima”.

A sentença registra que tal comportamento é encontrado em relacionamentos abusivos e clássicos de violência doméstica – o que “não se mostra saudável para nenhuma das partes envolvidas”.

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“Este caso é um dos dolorosos retratos de contextos familiares expostos numa vara da violência doméstica, estando permeado dos clássicos elementos que compõem um cenário de violência doméstica: dominação, subserviência, agressividade, medo, entre outros”, registrou o magistrado sobre o caso do homem envolvendo vodu .

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Justiça determina quebra de sigilo bancário da Backer

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A cervejaria Backer, muito conhecida em Minas Gerais, ganhou notoriedade nacional após consumidores da cerveja serem intoxicados e hospitalizados


A Justiça determinou a quebra de sigilo bancário da cervejaria Backer referente aos últimos 12 meses. A decisão partiu da 23ª Vara Cível de Belo Horizonte atendendo um pedido do Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG). Para o MPMG, os sócios da Backer podem estar ocultando patrimônio , fazendo a transferência de propriedade, uma vez que existe uma ação judicial contra eles.


Para o Ministério Público, a alienação de imóveis indicava não só conduta em desacordo com a boa-fé objetiva material e processual, mas também poderia permitir “o reconhecimento da fraude e do cometimento de ato atentatório à dignidade da justiça, máxime, quando se trata de tutela coletiva”.

A cervejaria Backer, muito conhecida em Minas Gerais, ganhou notoriedade nacional após consumidores da cerveja serem intoxicados e hospitalizados, no início do ano. A substância tóxica encontrada na cerveja matou ao menos sete pessoas e levou dezenas de outros consumidores ao hospital.

Segundo investigações da Polícia Civil, vazamentos em equipamentos e o uso de substâncias tóxicas que não deveriam ser empregadas causaram a contaminação de diversos lotes de diferentes tipos de cerveja produzidos pela empresa.

Caixas em terreno baldio

Na última sexta-feira (10), a Polícia Civil de Minas Gerais encontrou 34 caixas de cervejas da Backer, do lote contaminado , em um terreno baldio no bairro Buritis, em Belo Horizonte. A polícia chegou ao local após uma denúncia. O material foi recolhido e os fatos estão sendo apurados pela polícia.

“O delegado Flávio Grossi ressaltou que esse tipo de descarte pode provocar riscos à saúde pública se o produto for consumido, uma vez que o material encontrado está entre os lotes de cerveja onde o dietilenoglicol foi identificado”, informou a polícia, em nota.

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Respiradores roubados são apreendidos pela Polícia Civil de Minas Gerais

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Respirador é o principal equipamento usado em pacientes com a Covid-19
Agência Brasil

Respirador é o principal equipamento usado em pacientes com a Covid-19

Uma carga de cinco respiradores avaliada em R$ 250 mil foi apreendida na tarde desta segunda-feira (13) pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). Os equipamentos foram roubados na madrugada da última sexta em Ribeirão das Neves, cidade que fica na região metropolitana de Belo Horizonte . O estado é um dos que  mais sofre com a falta de equipamentos e testes.

De acordo com informações da corporação, a carga partiu de Serra, no Espírito Santo, e tinha como destino Cuiabá, no Mato Grosso.

Na ação do roubo, que foi por volta das 2h, o veículo que estava transportando os aparelhos foi cercado por outros três carros. Quando o veículo parou, oito homens fizeram a abordagem do motorista e o mantiveram como refém até que o crime fosse concluído.

Com base no depoimento da vítima, a equipe da Delegacia Especializada em Investigação e Repressão ao Furto, Roubo e Desvio de Carga, do Departamento Estadual de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), iniciou as investigações.

Na apuração, as autoridades chegaram à conclusão que os suspeitos deixaram a carga em uma estrada vicinal entre Belo Horizonte e Santa Luzia, na mesma região, onde o material foi apreendido. O objetivo seria despistar a polícia.

De acordo com o delegado César Matoso, a PCMG já tem pistas dos carros usados pelos bandidos e trabalha em suas identificações. “Estamos, neste momento, no encalço dos criminosos, que ainda estão em posse do veículo da vítima”, disse.

A suspeita é que os envolvidos sabiam do conteúdo da carga, já que o veículo que a transportava era de pequeno porte e não chamava atenção. “Por se tratar de respiradores, equipamentos que atualmente têm uma grande procura, o valor econômico desse tipo de material no mercado é muito alto. Isso poderia ter despertado o interesse deles”, afirmou Matoso.

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