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Infraestrutura discute investimentos em concessões com Banco do Brics

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O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, disse hoje (13) que a pasta terá uma agenda de trabalho conjunta com o Novo Banco de Desenvolvimento do BRICS (NDB, na sigla em inglês) com o objetivo de impulsionar os investimentos estrangeiros na carteira de projetos de concessão no país.

O ministro se reuniu na tarde desta quarta-feira com o presidente do NDB, o indiano Kundapur Vaman Kamath, para mostrar os projetos de infraestrutura que serão concedidos à iniciativa privada. O NDB tem a meta de investir inicialmente US$ 2,5 bilhões no Brasil.

“Como estamos falando de um banco de desenvolvimento criado para alavancar investimentos nos países membros do BRICS, queremos fazer valer esse propósito e aportar estes recursos em nossos projetos mais desafiadores”, disse o ministro.

O encontro entre o ministro e o presidente do NDB foi realizado paralelamente à 11º Cúpula do BRICS, que reúne, até amanhã (14), em Brasília, os chefes de estado de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Mais cedo, o ministro Tarcísio de Freitas assinou Memorando de Entendimento (MoU) com o governo da China, para expandir a cooperação entre os dois países no setor dos transportes e do desenvolvimento da infraestrutura. Equipes do Ministério da Infraestrutura do Brasil e do Ministério dos Transportes da China irão se reunir para troca de experiências no setor.

Acompanhe a cobertura da EBC sobre a Cúpula do Brics.

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Edição: Aline Leal
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AstraZeneca aguarda aprovação para retomar teste com vacina nos EUA

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A AstraZeneca ainda está esperando que a agência reguladora de remédios norte-americana aprove a retomada do teste clínico de sua possível vacina contra Covid-19 nos Estados Unidos quase três semanas depois de ela ser interrompida devido a preocupações de segurança.

O teste norte-americano da candidata a vacina contra Covid-19 da AstraZeneca, desenvolvida inicialmente pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, continua suspenso enquanto inspetores investigam uma doença em um dos participantes, mesmo depois de um estudo britânico e outros programas terem sido retomados fora dos EUA.

“Somos os patrocinadores do estudo dos EUA. Por isso, providenciamos toda esta informação para a FDA (agência reguladora de medicamentos dos EUA) e estamos esperando para ouvir sua decisão”, disse Pascal Soriot, presidente-executivo da farmacêutica, em um debate virtual do Fórum Econômico Mundial.

Alex Azar, secretário dos Serviços Humanos e de Saúde dos EUA, disse na quarta-feira que a manutenção da suspensão mostrou que a FDA está levando a segurança da vacina a sério.

Um documento publicado pela Universidade de Oxford na internet na semana passada disse que a doença em um participante britânico que provocou a interrupção no dia 6 de setembro pode não estar associada com a vacina.

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Indagado por que a empresa não revelou detalhes sobre a natureza da doença, Soriot disse que inspetores de testes clínicos e supervisores independentes estão preservando a privacidade dos participantes.

Mesmo assim, a empresa procurará ter mais transparência sem comprometer direitos individuais e ao mesmo tempo evitar que o público e voluntários tirem conclusões erradas, o que poderia ameaçar o recrutamento para o teste.

“Estamos debatendo com outras empresas, como indústria, quais informações podemos oferecer sem comprometer a privacidade dos pacientes, mas também sem comprometer o próprio teste”, disse.

Soriot ainda disse que os testes do protótipo da vacina em crianças ainda não começaram.

O teste britânico, que foi iniciado em maio e recrutou mais de 12 mil voluntários, terá crianças de 5 a 12 anos em um de cada 11 subgrupos.

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Sinovac quer distribuir vacina na América do Sul junto com Butantan

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A chinesa Sinovac Biotech espera fornecer sua vacina experimental contra a covid-19 para mais países sul-americanos ao terceirizar alguns processos de fabricação para o Instituto Butantan, ligado ao governo do estado de São Paulo, disse o presidente executivo da companhia, Yin Weidong, nesta quinta-feira (24).

Fabricantes globais de vacina, como a Sinovac e a AstraZeneca, fizeram parcerias para a realização de testes clínicos em estágio avançado de seus produtos no Brasil, que tem o terceiro maior número de infectados do mundo.

A Sinovac planeja fornecer produtos semifinalizados ao Butantan, que fará a formulação e o envase para o fornecimento da vacina a outros países sul-americanos, disse Yin Weidong, em entrevista coletiva.

A China incluiu a candidata a vacina da Sinovac, a CoronaVac, em seu programa de uso emergencial lançado em julho, mas os testes em estágio avançado no exterior ainda não foram concluídos, o que levantou dúvidas em relação à segurança entre especialistas.

Nessa quarta-feira (23), o governador de São Paulo, João Doria, disse que dos 50 mil voluntários que participaram de testes com a CoronaVac na China, 94,7% não apresentaram qualquer reação adversa e que, no Brasil, até o momento, nenhum voluntário que participa do estudo teve qualquer efeito colateral. Ele espera que a imunização comece em São Paulo em dezembro.

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Yin disse que a Sinovac está disposta a colaborar e compartilhar dados com outros países sobre o uso emergencial da vacina, se eles precisarem de programas desse tipo. Acrescentou que a empresa mantém conversas com o Chile e com outros países para a realização de estudos clínicos de Fase 3, mesma etapa que está sendo feita no Brasil e que é a última antes do pedido de registro nos órgãos reguladores.

“Diferentes países têm suas próprias opções sobre autorização para uso emergencial”, disse Yin, acrescentando não saber se eles seguirão o exemplo da China.

 

 

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