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Celulares pré-pagos de 17 estados devem ser recadastrados até segunda-feira

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Agência Brasil

celular na mão
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Linha de celular pré-paga que não for recadastrada até segunda-feira poderá ser bloqueada

Titulares de linha telefônica pré-paga em 17 estados têm até a próxima segunda-feira (18) para recadastrar e atualizar seus dados, sob risco de ficarem com o serviço bloqueado.

A medida faz parte do projeto da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para a criação do cadastro nacional de usuários dos serviços de telefonia celular pré-paga.

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A exigência vale para os moradores dos estados de Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roraima, Sergipe e São Paulo.

Os demais estados e o Distrito Federal já concluíram essa etapa de recadastramento.

Esta é última fase da campanha de comunicação aos consumidores com cadastros desatualizados, realizada pelas prestadoras Algar, Claro, Oi, Sercomtel, Tim e Vivo, dentro do Projeto Cadastro Pré-Pago.

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Segundo a agência reguladora, o objetivo da iniciativa é assegurar uma base cadastral correta e atualizada, para evitar a ocorrência de fraudes de subscrição (linhas associadas indevidamente a CPFs) e, dessa forma, ampliar a segurança dos consumidores .

Recadastramento

Os usuários de pacotes pré-pagos serão acionados pelas operadoras por canais como mensagem de texto, ligações ou pop ups em sites. O procedimento é aplicado apenas aos usuários com pendências cadastrais.

As operadoras também disponibilizaram canais de atendimento para fornecer mais informações sobre o recadastramento, como páginas específicas nos sites e números.

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Pessoas que tiverem a linha pré-paga bloqueada poderão atualizar os dados cadastrais junto à sua prestadora por meio dos canais de atendimento disponíveis, como call center e espaço reservado ao consumidor na internet.

Nesse contato, devem ser informados o nome completo e o endereço com o número do CEP. No caso de pessoa física, é necessário informar o número do CPF e, para pessoa jurídica, o CNPJ. Também poderão ser solicitadas informações adicionais de validação do cadastro.

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Para evitar fraudes, os usuários podem confirmar se o SMS de solicitação de recadastramento recebido foi, de fato, encaminhado pela prestadora contratada.

Fonte: IG Economia
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6 pontos importantes sobre HIV que você precisa saber o quanto antes

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exame de HIV positivo
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Dados divulgados pela UNAIDS apontam que, atualmente, quase 38 milhões de pessoas vivem com HIV em todo o mundo

Dados do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) apontam que, entre os anos de 2010 e 2018, os  casos de HIV aumentaram em 21%. Atualmente, há 37,9 milhões de pessoas que vivem o vírus em todo o mundo. Diante dos dados, é importante conhecer e esclarecer o assunto para evitar que informações equivocadas circulem por aí.

Para esclarecer o assunto, a reportagem do iG Saúde conversou com dois profissionais. Afinal, HIV e AIDS são a mesma coisa? O vírus pode ser transmitido pela saliva? Os exames de farmácia são eficientes? Confiras as respostas para essas e outras perguntas e tire suas dúvidas sobre o tema.

1. HIV e AIDS não são a mesma coisa

HIV e AIDS
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Muita gente acredita que HIV e AIDS são a mesma coisa, mas é importante entender quais as diferenças entre cada um

Algumas pessoas que HIV e AIDS são a mesma coisa, mas não é bem assim. “HIV é o Vírus da Imunodeficiência Humana que, ao infectar uma pessoa, parasita as células de defesa, levando a destruição dessas células, se não combatida a infecção”, diz Natacha Cerchiari, infectologista do Serviço de Extensão ao Atendimento de pacientes vivendo com HIV – HCFMUSP.

Já a AIDS, por sua vez, é a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida e aparece quando a infecção pelo HIV está mais avançada e o paciente apresenta a imunidade já bastante comprometida (baixa) com aparecimento inclusive das chamadas infecções oportunistas, tais como neurotoxoplasmose e alguns tipos de câncer, como o Sarcoma de Kaposi.

“Quando um paciente que tem HIV faz tratamento regular, ele não chega a desenvolver AIDS. E um paciente que tem AIDS, com o tratamento, pode recuperar a imunidade”, destaca Natacha.

2. HIV não é transmitido pelo beijo

beijo
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É importante destacar que, ao contrário do que muita gente acredita, o HIV não pode ser transmitido pelo beijo

Ao contrário do que muitos acreditam, o HIV não pode ser transmitido pelo beijo. Isso porque não há troca de fluídos sexuais ou sangue. Além disso, a saliva não contém quantidade suficiente de vírus para a infecção.  

“Porém, se uma pessoa beijar alguém portador do vírus da imunodeficiência humana que estiver com alguma lesão sangrante na boca, pode haver risco, mas de forma irrisória”, afirma Luiz Felipe Dziedricki, professor da Escola de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

3. Sintomas iniciais podem ser parecidos com uma gripe

homem deitado no sofá
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Mal estar, dor no corpo, manchas na pele… No começo, os sintomas do HIV podem ser confundidos com uma gripe

Depois que a pessoa é infectada pelo HIV, os  sintomas iniciais podem ser parecidos com o de um quadro gripal. Com isso, febre, mal estar, dores no corpo e manchas na pele podem se manifestar de duas a seis semanas após o contato com o vírus

“Após este período inicial, pode haver uma fase assintomática que pode durar anos, enquanto o vírus estará multiplicando-se até que diminua a capacidade de defesa do organismo frente às doenças oportunistas (tuberculose, toxoplasmose, pneumonia, entre outras)”, destaca o professor da PUCPR. 

4. HIV não tem cura, mas tem tratamento 

HIV Tratamento
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Apesar de não ter cura, a pessoa que vive com HIV e segue o tratamento corretamente consegue viver bem no dia a dia

O tratamento, nesse caso, se faz com antirretrovirais para impedir a multiplicação do vírus. O objetivo é evitar o enfraquecimento do sistema imunológico da pessoa. É importante ressaltar que há medicações utilizadas no controle do HIV distribuídas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). 

“Pacientes que fazem o tratamento corretamente e estão com carga viral indetectável (quantidade de vírus zerada no sangue) têm vida igual à das pessoas que não têm HIV”, diz Natacha. “É como pressão alta ou diabetes: tem que tomar remédio todo dia e, tomando o remédio, o paciente vive bem”, alerta a médica.

Por outro lado, a infectologista reforça que a carga viral zerada no sangue não significa cura, “porque o vírus fica ‘adormecido’ em locais conhecidos como reservatórios virais e, se o paciente parar de tomar o remédio, o HIV ‘acorda’ e volta a proliferar, podendo evoluir para adoecimento (AIDS).” 

5. Entender como a transmissão ocorre 

preservativo
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O preservativo é a principal forma de prevenir a transmissão do HIV e, por isso, não pode ser esquecido na hora H

Natacha explica que a transmissão do HIV ocorre pela troca de fluidos corporais, como sangue, sêmen, secreção vaginal e leite materno. “Eu costumo colocar que a transmissão acontece por ‘sangue e sexo’”, destaca.

Vale ressaltar que o compartilhamento de alimentos, talheres, copos e outros utensílios domésticos, além de beijo, abraço e contato com pessoas vivendo com HIV não transmitem o vírus. “A principal via de transmissão do HIV ainda é a relação sexual sem preservativo”, reforça a especialista.  

6. Testes de farmácia ajudam a detectar o HIV 

Teste rápido HIV
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O autoteste de farmácia é seguro e pode servir como triagem; em caso positivo, a orientação é procurar ajuda médica

Os autotestes rápidos são vendidos em farmácia e podem ser realizados pelas próprias pessoas, que podem utilizar fluido oral (saliva) ou punção digital (furinho no dedo). É importante seguir as instruções da bula. É um teste de triagem e não deve ser usado como diagnóstico. 

“As pessoas que tiverem resultado positivo devem procurar um serviço médico para confirmar o diagnśtico e iniciar o acompanhamento, se necessário. Qualquer pessoa pode realizá-lo”, pontua Natacha.

“Importante ressaltar que o exame negativo não exclui a  contaminação pelo HIV, visto que há a janela imunológica de 30 dias – tempo que o organismo demora para produzir anticorpos contra o HIV , que serão detectados no teste”, completa Dziedricki.


Fonte: IG Saúde
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