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Várzea Grande

Projeto Fortalecer do Ministério Público atingiu resultados positivos em 15 anos de atuação em Várzea Grande

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A prefeita de Várzea Grande, Lucimar Sacre de Campos, o vice-prefeito, José Hazama e secretários municipais, participaram na manhã de hoje (14) de um encontro entre parceiros do projeto Fortalecer, que em 2019 está completando 15 anos de atuação. Criado em 2004 pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MP/MT) o projeto tem por o objetivo combater à evasão escolar. Nesse período já atendeu de forma direta cerca de 4 mil alunos da Educação Infantil às séries finais do Ensino Fundamental de forma direta.

Promovido e articulado pela Promotoria de Justiça da Infância e Juventude do município de Várzea Grande em parceria com a prefeitura municipal, por meio das secretarias de Educação, Cultura ,Esporte e Lazer , Assistência Social,  com o Centro Universitário de Várzea Grande (Univag), o Fortalecer acolheu nesses 15 anos de atuação 62 escolas municipais, sendo 50 delas na área urbana e outras 12 do campo.

As conquistas obtidas pelo projeto foram apresentadas aos parceiros no auditório do Bloco C, do Univag. Entre os colaboradores estavam presentes o procurador Paulo Prado, o coordenador do Projeto, promotor da 2ª Promotoria Cível de Várzea Grande, Douglas Lingiardi, a secretária municipal de Assistência Social, Flávia Omar, a secretária municipal adjunta de Educação, Benedita Ponce, o promotor de Várzea Grande, Sílvio Rodrigues, a coordenadora do curso de Serviço Social Terezinha Fátima Paes de Arruda e a Pró-Reitoria de Graduação Elisabet Aguirre, além de técnicos das entidades e voluntários.

Como destacou o promotor Douglas Lingiardi, desde a sua criação, o  Fortalecer tem assumido papel de articulador entre as políticas de educação e assistência social no enfrentamento da evasão escolar, para além da ausência do aluno em sala de aula, identificando e encaminhando para a Rede de Proteção à Criança e Adolescente do município, os que se identificam com a infrequência escolar. “Por isso digo que de forma direta são quase 4 mil alunos atendidos, mas o Fortalecer acaba acolhendo toda a família, pois os pais também recebem atenção e os devidos encaminhamentos, quando necessário. Um atendimento pode contribuir para o resgate de toda a família. É uma soma de esforços com resultados incomensuráveis”.

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Durante o primeiro semestre de 2019 diversas atividades foram desenvolvidas pelo projeto entre elas: visitas institucionais, encaminhamentos e acompanhamentos de alunos, encontros de formação de voluntários, encontros com famílias, palestras educativas e rodas de conversa com os profissionais da rede municipal de educação, entre outras ações. Neste semestre foram feitas 61 visitas institucionais nas escolas municipais para apresentar o Fortalecer. Neste mesmo período 177 alunos foram encaminhados ao projeto.

Nestes 15 anos de trabalho já foram encaminhados ao Fortalecer 3.835 alunos matriculados nas escolas municipais de Várzea Grande, destes, 3.776 foram atendidos e 3.222 retornaram a frequentar a escola. Foram realizadas 2.024 visitas institucionais e domiciliares e 1.087 atendimentos psicossociais às famílias. Outras atividades desenvolvidas pelo projeto são palestras e rodas de conversas, que totalizaram 447 encontros com as famílias e comunidade escolar e 53 encontros de formação de voluntários. Essas formações resultaram em uma parceria de 1.228 voluntários inscritos no projeto.

A coordenadora adjunta do Fortalecer, Edneia Henrique de Paula, destaca que a infrequência escolar, muitas vezes, é motivada pela negligência de pais ou responsáveis pelos menores. “Somente em 2019, 33 escolas municipais estão inseridas no projeto e nesse universo 134 alunos foram encaminhados para o Conselho Tutelar por atingir o limite de 30% de faltas no ano letivo, como prevê a Lei 13.803/2019”. Há casos em que a vulnerabilidade dos alunos extrapola a frequência escolar. Como conta Edneia, em uma escola do campo, o Projeto identificou alunos que estavam se automutilando e evitar desdobramentos mais severos, a rede de proteção foi acionada para dar suporte aos alunos e às famílias.

A prefeita de Várzea Grande, Lucimar Sacre de Campos, frisou que a criança na escola não quer só ler um livro, ela quer ser sentir acolhida, quer atividades extra-curriculares e especialmente, ser encorajada a realizar seus sonhos. “Acredito que essa parceria, hoje potencializada com nossas escolas que atendem em tempo ampliado, blindam a evasão escolar, motivam nossas crianças e lapidam talentos.Eu só tenho a agradecer ao Ministério Público por escolher Várzea Grande como parceira”.

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Como frisou ainda a prefeita, o Município necessita de ações sociais, as famílias precisam de amparo, “e os resultados só frutificam com a união de forças, esforços e dos poderes”.

O promotor Paulo Prado ressaltou que o projeto está mais que consolidado em Várzea Grande, não apenas pelo seu período de atuação, mas, sobretudo, pelos resultados alcançados, pois se mostrou um grande articulador no enfrentamento das razões que levam à evasão escolar. “Essa parceria nos convence cada vez mais de que educação não deve ser feita apenas na sala de aula. Educação é arte, é cultura, é esporte e estamos vivenciando tudo isso em Várzea Grande. Vemos alunos envolvidos e motivados. Várzea Grande tem educação de primeiro mundo e está de parabéns por sua qualidade de ensino, que extrapola as salas de aula”. O promotor elogiou a educação municipal após assistir duas apresentações culturais de alunos da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) “Salvelina Ferreira” do bairro Maringá III, no Grande Cristo Rei.

Ainda como resultado desses 15 anos, o Fortalecer atendeu mais pessoas do gênero masculino (56%) do que do feminino (44%). A maior incidência dos casos de infrequência escolar ocorre no período matutino e em suma, motivada por conflito familiar, problemas de saúde do aluno (a), violação de direitos, desinteresse escolar, dificuldades em acordar cedo, dificuldades de responsáveis em levar os filhos (as) à escola, falta de material escolar e ainda, falecimento de familiar.

Por: Marianna Peres – Secom/VG

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande
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Secretário de Educação participa de reunião sobre políticas para alfabetização em Brasília

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O secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Silvio Fidelis, que também é presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação – Undime Região Centro-Oeste participou, na terça-feira (10), em Brasília, de reunião com representantes da Secretaria de Alfabetização (Sealf), do Ministério da Educação. Na pauta, a apresentação e discussão de uma proposta inicial para o Programa de Alfabetização. A Sealf é a secretaria responsável por planejar, orientar e coordenar a implementação de políticas para a alfabetização de crianças, jovens e adultos .

Juntamente com o secretário, participaram da reunião o presidente da Undime nacional, Luiz Miguel Martins Garcia, Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci (SP); vice-presidente da Undime Região Nordeste, Williams Brandão, Dirigente de Elísio Medrado (BA); o vice-presidente da Seccional Ceará, José Marques Aurélio de Souza, Dirigente de Jucás (CE); e a assessora institucional, Maria Edineide de Almeida Batista.

Pelo MEC participaram o secretário de Alfabetização, Carlos Nadalim; o diretor de Alfabetização Baseada em Evidências, Fábio de Barros; e William Ferreira Cunha, assessor da Sealf.

A proposta da Secretaria e discutida na reunião é que o Programa de Alfabetização Escolar do Governo Federal seja uma construção conjunta entre o MEC e as partes envolvidas no processo de alfabetização, isto é, as redes municipais de educação. "Essa interação é fundamental para que o programa esteja adequado às necessidades das redes", disse Fábio de Barros.

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Na proposta apresentada, estão contempladas ações como: curso de formação continuada em práticas de alfabetização, curso de formação continuada para gestores de pré-escolas e anos iniciais do Ensino Fundamental, Sistema Online de Recursos para Alfabetização, teste de fluência em leitura oral e avaliação de impacto do programa.

Os participantes tiveram a oportunidade de ouvir dos representantes do Sealf que a Secretaria está considerando em termos de organização do programa e ações, bem como fazer contribuições sob o ponto de vista de quem lida cotidianamente com esse tema. "Esse foi o nosso primeiro contato para tratar do Programa de Alfabetização. Avaliamos que é essencial o MEC escutar quem está lá na ponta e quem tem a experiência e sabe o que funciona e o que não funciona quando falamos em execução de um programa", ponderou o presidente da Undime.

A reunião realizada no Ministério da Educação foi o primeiro encontro do Grupo de Trabalho criado para tratar do Programa de Alfabetização, que é uma das ações da Política Nacional de Alfabetização (PNA), estabelecida pelo Decreto nº 9.765, de 11 de abril de 2019.

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Por: Fred Nogueira – Secom/VG

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande
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‘Lixo Zero’ conscientiza alunos da rede pública de Várzea Grande sobre resíduos sólidos

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A ação de conscientização ambiental ‘Lixo Zero’, promovido pela Educação Ambiental da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, está sendo realizada em 13 escolas da rede pública municipal de Várzea Grande. Os alunos das EMEBs Rita Auxiliadora de Campos; Maria Toledo Areias; Ary Leite de Campos; Irenice Godoy de Campos; Júlio Domingos de Campos; Mamed Untar; Honorato Pedroso de Barros; Eliza Maria da Silva; Paulo Freire; Lenine de Campos Póvoas; Juvenilia Monteiro de Oliveira; Vereador Zeno de Oliveira e Apolônio Frutuoso da Silva participam da ação.

A atividade consiste no trabalho das equipes de estudantes que realizam a coleta de resíduos no entorno das escolas, dentro do projeto ambiental, com ajuda da comunidade e instrutores. De acordo com o coordenador da Educação Ambiental, professor Vagner César Barros, essa ação faz parte de práticas simples que, internalizadas acabam criando nos alunos hábitos e comportamentos de respeito ao ambiente onde vivem , seja na escola ou em sua residência contribuindo assim para territórios mais saudáveis, proporcionando a redução do mosquito Aedes aegypti e consequentemente, menos casos de dengue, zika virus e chikungunya na comunidade.

Barros explicou que a ação ‘Lixo Zero’ foi fomentada a partir das experiências exitosas apresentadas pela realização do Projeto ‘3Rs’ “ Reciclar é bom, reutilizar é melhor e reduzir é melhor ainda”, realizado em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, com a participação de dez escolas da rede municipal, que ao longo do ano, desenvolveram atividades pedagógicas, de estudo, pesquisa em sala de aula, de campo e visitas a empresas, com a finalidade de refletir sobre a sustentabilidade (Reduzir, Reutilizar e Reciclar).

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De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), os projetos integradores têm como objetivo tornar a aprendizagem da educação ambiental dos alunos mais concreta possibilitando a ligação entre diferentes componentes curriculares e áreas de conhecimento e os conecta a situações vivenciadas pelos alunos em suas comunidades a fim de que o conhecimento faça sentido em sua vida.

Para o secretário Silvio Fidelis, as questões do resíduo (lixo que pode ser reciclado ou reutilizado) e rejeito (lixo que no momento não possui possibilidade de reuso) é uma preocupação na construção de territórios saudáveis e sustentáveis diante do resultado do levantamento em 2017 feito pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (ABRELPE ) em média 387 kg por ano habitante em nosso país.

“A partir dos resultados positivos apresentados pelo Projeto 3 Rs,  que visa levar para dentro da sala de aula a reflexão a respeito da redução no consumo dos diferentes tipos de resíduos, reciclagem, reutilização e compostagem,  considerados cada vez mais urgente e importante para a comunidade escolar a diversificação das ações pró meio ambiente, pois o futuro da sociedade depende da relação harmoniosa entre a natureza, o homem e dos recursos naturais disponíveis” declarou Fidelis.

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O Projeto LEVO – Local de Entrega Voluntária de Óleo, também está sendo promovido em 13 escolas em Várzea Grande em parceria com a empresa Teoria Verde  e tem como foco a correta destinação de óleo de cozinha usado que, se descartado de forma incorreta ou diretamente na natureza, pode contaminar o solo e a água, causando sérios problemas a população.

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Por: Fred Nogueira – Secom/VG

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande
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