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Internacional

Morales não poderá disputar próxima eleição, diz presidente da Bolívia

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A presidente interina da Bolívia, Jeanine Áñez afirmou hoje que o ex-presidente Evo Morales não poderá disputar as próximas eleições, mas que o partido dele, o Movimento ao Socialismo (MAS), está apto a concorrer.

Bolivian Interim President Jeanine Anez attends a ceremony with military members at the Presidential Palace, in La Paz, Bolivia November 13, 2019. REUTERS/Luisa Gonzalez

A presidente interina da Bolívia, Jeanine Áñez – Luisa Gonzalez/Reuters/Direitos Reservados

“Diga ao MAS que eles têm todo o direito de participar das eleições e que procurem um candidato. Evo e Álvaro [García Linera, ex-vice-presidente], no entanto, não estão qualificados para um quarto mandato”, disse Jeanine Áñez, sem dar mais detalhes.

Na terça-feira (12), depois de se declarar presidente perante uma Assembleia Legislativa sem quórum, Jeanine disse que convocará eleições, o mais depressa possível, e revogará a decisão do Tribunal Constitucional que permitiu Morales e García Linera disputar o quarto mandato, contrariando decisão expressa em referendo.

A Bolívia está mergulhada em profunda crise política e social desde as eleições de 20 de outubro, que deram a vitória no primeiro turno ao MAS, mas os resultados foram questionados pela oposição.

Gabinete de emergência

Na noite passada, a presidente interina nomeou um gabinete de emergência, com apenas 11 ministros, para iniciar a transição após as pressões militares e policiais que levaram o então presidente Evo Morales à renúncia, abrindo uma crise política que já causou 10 mortos e mais de 500 feridos.

Horas antes, após seu primeiro discurso à nação, Jeanine Áñez indicou os novos chefes militares, que serão liderados pelo general do Exército Carlos Orellana, nomeado comandante das Forças Armadas.

Nas ruas de La Paz, prosseguem confrontos entre simpatizantes do MAS e as forças de segurança.

A presidente interina nega que tenha ocorrido golpe de Estado no país, ao contrário do que Morales vem denunciando perante a comunidade internacional. Ele está asilado no México

 

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Internacional

Estados do sul dos EUA registram recordes de mortes por covid-19

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Alabama, Flórida e Carolina do Norte registraram aumentos diários recordes nos números de mortos pela covid-19 nessa terça-feira (14), dando seguimento ao primeiro aumento nacional de mortes pela covid-19 nos Estados Unidos desde meados de abril, depois que alguns estados reabriram os negócios durante a pandemia.

O número de novos casos informados diariamente nos EUA começou a aumentar há cerca de seis semanas, especialmente em estados do Sul e Oeste, como Arizona, Flórida e Texas, que foram os primeiros a flexibilizar as restrições que causaram grandes perdas de empregos, mas também ajudaram a controlar a propagação do vírus.

Novos casos do novo coronavírus aumentaram em 46 dos 50 estados norte-americanos na semana passada, de acordo com análise feita pela Reuters. Até o momento em julho, 28 estados registraram aumentos diários recordes de novos casos.

Com mais de 3,3 milhões de casos, os Estados Unidos têm um dos maiores números per capita do mundo. Com mais de 135 mil mortes, o país está em sétimo lugar em entre os 20 países com mais casos.

Ontem, a Flórida registrou 133 novas mortes pela covid-19, aumentando o número total de óbitos no estado para mais de 4.500. O crescimento do recorde diário anterior era de 120, em 9 de julho. O Alabama registrou aumento recorde de 40 mortes e a Carolina do Norte, de 35, elevando o total de cada estado para mais de 1.100.

O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, visitou o estado de Louisiana, que registrou quase 13 mil novos casos na semana passada. O procurador-geral do estado, Jeff Landry, anunciou que havia testado positivo para o novo coronavírus e não encontraria Pence quando ele chegasse, de acordo com relatos da imprensa, mencionando um e-mail que Landry enviou aos seus funcionários.

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Internacional

OMS: países pobres da América Latina devem ter vacina subsidiada

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) está trabalhando para que nações latino-americanas vulneráveis recebam uma vacina contra a covid-19 “subsidiada” e a um preço “acessível”, assim que uma imunização estiver disponível, disse a diretora regional da entidade para as Américas, Carissa Etienne.

A América Latina se tornou o epicentro mais recente da pandemia e, na segunda-feira (13), o número de mortes pelo novo coronavírus na região ultrapassou a soma de óbitos nos Estados Unidos (EUA) e no Canadá pela primeira vez desde o início do surto.

Muitas nações latino-americanas têm enfrentado dificuldades em seus sistemas de saúde para lidar com os 3,4 milhões de casos confirmados e as 146 mil mortes por covid-19 na região.

Em entrevista virtual, Carissa disse que a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), escritório regional da OMS sediado em Washington, está trabalhando “para que os países latino-americanos mais vulneráveis da região recebam a vacina contra covid-19 de forma subsidiada e a um preço acessível”.

A corrida global por uma vacina e tratamentos contra o novo coronavírus se transformou em uma batalha entre as nações mais ricas do mundo, algumas das quais estão comprando estoques de remédios ou encomendando suprimentos futuros das vacinas mais promissoras.

Nações latino-americanas com orçamentos pequenos terão dificuldade para competir, disseram especialistas. “Para que serve uma vacina se as pessoas não têm acesso a ela?”, questionou Carissa Etienne.

A Opas tem um mecanismo de cooperação chamado “Fundo Rotatório”, por meio do qual vacinas, seringas e suprimentos relacionados são comprados em nome de seus Estados-membros, independentemente de tamanho ou condições econômicas.

Carissa disse que sua organização está negociando “ativamente” com o Fundo Global de Acesso a Vacinas contra Covid-19, conhecido como Covax, para “obter as melhores condições possíveis para os países da região”.

Ela fez um apelo a essas nações para que participem dos testes clínicos a fim de “acelerar a criação de uma vacina”.

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