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Internacional

Morales diz que não se sente responsável pela atual crise na Bolívia

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O ex-presidente boliviano Evo Morales disse hoje (15) no México, onde está no exílio, que não se sente responsável pela atual crise na Bolívia, mas reconheceu que possivelmente tenha cometido erros. 

Na avaliação dele, seu principal erro “foi derrotar os adversários”. “Somos seres humanos, mas nunca pensamos em prejudicar o povo boliviano”, afirmou.

Em entrevista ao programa En Punto, da rede Televisa, Morales afirmou que “por enquanto” não se vê de volta à presidência de seu país. Na avaliação dele, o país está “no estágio de recuperar a democracia e derrotar a ditadura”. Na última terça (12), ao chegar ao México, Morales disse que houve um golpe de Estado na Bolívia

“Por enquanto não”, disse Morales quando perguntado sobre um possível retorno à presidência boliviana, após renúncia no domingo passado, em meio a protestos sociais e uma abordagem militar. 

“Agora estamos no estágio de recuperação da democracia, derrotando a ditadura. Estou feliz, porque agora saberão quem somos”, acrescentou.

Para Morales, “quando alguém está no poder há muito tempo, também se desgasta, mas vencemos o primeiro turno e não querem reconhecê-lo”.

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“Vencemos quatro eleições consecutivas. Levamos em conta os diferentes setores sociais. No início do meu governo, não havia muita participação do setor industrial”, afirmou.

Ontem (14), o ex-presidente da Bolívia pediu ao papa Francisco e à Organização das Nações Unidas (ONU) que intercedam para “pacificar” o país em convulsão

Após a renúncia e saída de Evo do país, a senadora de oposição Jeanine Áñez, do partido Unidad Demócrata, declarou-se presidente da Bolívia. Ela removeu a cúpula militar e prometeu eleições “no menor tempo possível”.

 

*Com informações da Agência Télam

Edição: Lílian Beraldo
Fonte: EBC
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Internacional

Ipea e instituto chinês assinam acordo para estudos técnicos

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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Academia Chinesa de Comércio Internacional e Cooperação Económica, instituição de pesquisa e consultoria afiliado ao Ministério do Comércio da China, assinaram hoje (4), em Brasília, um termo de cooperação técnica.

Segundo o Ipea, o acordo de cooperação bilateral possibilitará que as duas instituições realizem estudos conjuntos para subsidiar as ações e políticas públicas que visem à promoção das relações comerciais entre os dois países.

O memorando técnico começou a ser costurado em outubro, durante o 5º Fórum de Think Tanks China-América Latina e Caribe, realizado em Pequim como parte da agenda oficial de cooperação entre a China e os países da América Latina e do Caribe.

A assinatura do termo de cooperação técnica ocorreu esta manhã, durante a abertura de um seminário promovido pelos dois institutos para debater os desafios às relações econômicas entre Brasil e China (potência que é a maior importadora das commodities brasileiras).

Entre as diversas autoridades presentes, estava o vice-presidente da República, Hamilton Mourão; o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming; o presidente do Ipea, Carlos von Doellinger, e o vice-presidente do Caitec, Qu Weixi.

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Destacando os resultados comerciais resultantes da boa relação entre os dois países, Mourão afirmou que a assinatura do memorando de entendimento “fortalece os laços de intercâmbio entre os dois países e aperfeiçoa as práticas em setores especializados”. Para o vice-presidente, a maior proximidade entre os dois institutos contribuirá para uma melhor compreensão mútua.

Já o presidente do Ipea classificou a aproximação com o instituto chinês como “estratégica”. “Não é um ato meramente protocolar. É uma aproximação que fortalece o debate sobre a criação de uma área de livre comércio”, declarou von Doellinger, reportando-se a um estudo no qual o Ipea avalia os possíveis impactos de um futuro acordo de livre comércio entre os dois países.

O embaixador chinês, Yang Wanming, fez eco às recentes declarações do presidente Jair Bolsonaro, enfatizando a importância de Brasil e China estreitarem os vínculos para além das trocas comerciais. “As relações econômicas entre Brasil e China avançam de forma abrangente. Como o próprio presidente Bolsonaro afirmou durante o último encontro dos Brics, a China, cada vez mais, faz parte do futuro do Brasil”, disse Wanming.

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Edição: Aline Leal
Tags: China Ipea
Fonte: EBC
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Chile defende importância dos oceanos na COP25

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A ministra do Meio Ambiente do Chile, Carolina Schmidt, pediu que os países utilizem o potencial dos oceanos para enfrentar o aquecimento global.

Ela falou nessa terça-feira (3) em um simpósio durante a COP25, a conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o clima, em Madri, na Espanha. O Chile ocupa a presidência da conferência, mas a sede do evento foi transferida de sua capital, Santiago, para a Espanha devido às manifestações que ocorrem no país sul-americano.

Schmidt disse que os oceanos representam dois terços da superfície da Terra e que sua capacidade de armazenar dióxido de carbono (CO²) deveria ser refletida nas metas nacionais para a redução da emissão de gases causadores do efeito estufa.

Pesquisadores disseram aos participantes que os oceanos absorvem mais dióxido de carbono que o solo. Eles explicaram que o CO² capturado pelos oceanos e ecossistemas costeiros é chamado de “carbono azul” e que aumentar seu volume seria uma forma eficaz de enfrentar as mudanças climáticas.

O Chile chama a conferência de COP Azul e pretende defender sua posição sobre a importância dos oceanos.

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A conferência teve início na segunda-feira (2) com uma reunião de líderes de mais de 30 países e territórios. Os participantes se comprometeram a agir nos termos do Acordo de Paris, que deverá ser implementado no ano que vem.

Os líderes dos maiores emissores dos gases causadores do efeito estufa, incluindo os Estados Unidos (EUA), a China, a Índia e o Japão, não participaram do encontro. Os EUA, o segundo maior emissor desses gases no mundo, anunciou oficialmente a sua retirada do Acordo de Paris no mês passado.

*Emissora pública de televisão do Japão

Edição:
Fonte: EBC
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