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Saúde

Como usar a alimentação a seu favor para ajudar a controlar o diabetes

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Women's Health

O Dia Mundial do Diabetes, 14 de novembro, foi uma data criada em 1991 pela International Diabetes Foundation (IDF) em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS) para conscientizar a população sobre a doença.

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Nesta quinta-feira, comemora-se o Dia Mundial do Diabetes, doença que, segundo a OMS, atinge 16 milhões de brasileiros
Fonte: IG Saúde
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Saúde

Pele vermelha, inflamada e que coça: saiba como lidar com a dermatite atópica

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Você já ouviu falar em dermatite atópica? Trata-se de uma doença crônica, não contagiosa, que causa vermelhidão, inflamação e coceira na pele. No Brasil, segundo dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia, até 25% das crianças podem apresentar episódios da doença em algum momento. No caso dos adultos, a incidência é menor, mas chega a 7%.

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A dermatite atópica causa vermelhidão, inflamação e coceira na pele; diagnóstico precoce é importante na doença

Segundo Abdo Salomão, doutor em Dermatologia pela Universidade de São Paulo, a causa exata da dermatite atópica é desconhecida, mas há um fundo imunológico. “É uma situação na qual ocorre uma anomalia na produção de sebo das glândulas sebáceas, fazendo com que a produção passe a ser insuficiente”, explica.

Salomão fala que esse processo deixa a pele mais seca e permite a entrada de substâncias alergênicas, como bactéria, fungo, ácaro e poeira. “Isso tudo cria um processo inflamatório na pele, que pode gerar coceira e bolha”. O ressecamento da derme, causado pela perda de água, favorece o surgimento de infecções e irritações. 

De acordo com o profissional, a doença é mais comum em crianças e adolescentes, pois a pele ainda não está completamente amadurecida e as glândulas não se desenvolvem a tempo, o que deixa a pele mais ressecada. Já nos idosos, as glândulas sebáceas vão morrendo com o passar do tempo – e isso favorece o aparecimento da condição.

Sintomas da dermatite atópica

Os sintomas se manifestam de forma diferente conforme a idade do paciente. Segundo a dermatologiata e tricologista Kédima Nassif, até os dois anos, o rosto fica vermelho, com lesões avermelhadas e coceira intensa, que causam feridas abertas e liberam um líquido claro incolor, além de da presença de pequenas “bolinhas” de água.

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Crianção são as mais afetadas pela dermatite atópica; até os dois anos, o rosto fica vermelho e com lesões

“Já nas crianças maiores e adultos, as lesões se concentram atrás dos joelhos, no pescoço e na região antecubital (dobra entre o braço e antebraço), sendo mais vermelhas e vivas nas crianças e mais ressecadas e com espessamento da pele nos adultos”, compara Kédima.

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Em alguns casos, além das lesões na pele, a pessoa pode ter febre.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico da dermatite atópica é geralmente clínico e feito através do exame dermatológico, segundo Salomão. Em caso de persistência da dúvida, é recomendável realizar uma biópsia.

Conforme explica Kédima, esse diagnóstico é também baseado no surgimento das lesões na infância, no quadro crônico e recidivante, na presença da coceira intensa e na localização típica das lesões de pele, além da exclusão de outras doenças de pele pelo dermatologista.

Alguns fatores influenciam no surgimento da doença

Apesar de a causa exata desta doença ser desconhecida, alguns pontos podem ser considerados: fatores genéticos e ambientais. “Na genética, o principal fator de risco para seu desenvolvimento é ter os pais afetados, principalmente, a mãe; inclusive, a presença de rinite e asma além das manifestações de pele já confere um maior risco de o filho de ter dermatite atópica”, conta Kédima.

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Em relação aos fatores ambientais, a médica afirma que a exposição a certos microorganismos, mofo e poeira podem desencadear o desenvolvimento do problema. 

Tratamentos para controlar a condição

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Controlar a dermatite atópica é fundamental para evitar que ela traga complicações à saúde ao longo do tempo

Para tratar a dermatite atópica, o primeiro passo, segundo Salomão, é afastar alguma condição clínica que possa estar gerando essa doença, através de exame de sangue. Em segundo lugar, “o paciente deve passar a hidratar melhor a pele”. Ele explica que, “nos casos mais críticos, anti-inflamatórios, geralmente corticoides, podem ser receitados”.

Kédima concorda que é essencial manter a hidratação da pele. É possível começar com banhos mornos ou frios e sem bucha – nunca muito quentes ou longos -, utilizando o sabonete apenas nas áreas das dobras. Depois, deve-se fazer o uso abundante do creme hidratante, de preferência rico em ceramidas e três vezes ao dia.

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Em relação às roupas, o ideal é sempre dar preferência para as de algodão e evitar o nylon e o poliéster, inclusive em peças íntimas. Também não faz bem o uso de amaciantes de roupa e produtos muito perfumados. 

A recomendação é que o paciente siga os produtos indicados pelo dermatologista, que podem incluir creme com corticóide, remédio via oral ou um antialérgico.

Consequências no caso de não ser tratada

No caso de não ser tratada, a doença pode irradiar para outras áreas do corpo, gerando desidratação. A perda de água pela pele lesionada pode ser tão grande que o paciente fica com distúrbios na hidratação do organismo e na quantidade de sódio e potássio, segundo Kédima.

Salomão afirma que “pode ocorrer um quadro chamado eitrodormia – condição em que mais de 80% do corpo é acometido pela dermatite atópica. Apesar de bastante raro, a evolução da doença pode culminar em internação e até óbito”.

Kédima alerta que há a possibilidade ainda de ocorrer um prejuízo no crescimento das crianças, além de um estigma social e risco de infecções na pele, que podem também se espalhar para todo o organismo. 

Diferenças entre a dermatite atópica e a psoríase

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No caso da psoríase, como vemos na imagem, a condição cria placas escamosas e espessas, por exemplo

A psoríase é uma doença imune e anti-inflamatória em que ocorre uma superproliferação das camadas da pele. Kédima diz que ela faz com que se criem placas escamosas e espessas, esbranquiçadas, que deixam a pele suscetível a sangramentos. As áreas tipicamente afetadas são: cotovelos, umbigo, joelhos, couro cabeludo e tronco e costuma ter coceira pouco intensa.

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Essa doença tem a ver com o fator emocional e, ao contrário da dermatite atópica , tende a ficar mais branda com o tempo, segundo Salomão. A dermatite, caso não seja tratada, piora com a idade. Então, apesar de ambas serem descamativas e terem característica genética, são doenças completamente diferentes. O importante é ter o diagnóstico correto para iniciar o tratamento.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Aprenda a fazer uma massagem facial que ajuda quem tem sinusite

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A sinusite é uma doença inflamatória que é bastante comum e pode provocar uma série de sintomas desagradáveis. Se você está nessa estatística e sente incômodo, nariz entupido ou não consegue se livrar da secreção nasal, saiba que uma massagem facial pode te ajudar. 

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Sinusite pode causar bastante incômodo arrow-options
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Sinusite pode ser causa de secreção, nariz entupido e dor

 A inflamação gerada pela sinusite ocorre na mucosa dos seios da face, região ao redor do nariz, maçãs do rosto e olhos. Muitas vezes, é causada por conta das mudanças repentinas do clima, ou ainda em razão da poluição e superlotação de pessoas. Pode ser aguda, crônica ou recorrente.

Seja qual for seu caso, segundo o otorrinolaringologista Salomão Carui, “a prática da massagem facial é uma grande aliada de quem sente dor nos ossos da face ou está com muita obstrução nasal”. Isso porque ela ajuda a drenar a secreção nasal . Quando ela não é drenada, fica presa nas cavidades nasais e se torna meio de cultura para vírus, bactérias e fungos.

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Como fazer a massagem facial em casa

De acordo com a massagista Renata França, é possível fazer a massagem facial e ter alívio dos sintomas da sinusite da sua própria casa. Veja o passo a passo indicado pela especialista: 

1. Passar um creme facial

A primeira dica da massagista é passar algum “creminho” facial, como um preparador para maquiagem ou hidratante. Isso facilita o deslizamento das mãos e dedos pelo rosto.

2. Realizar movimentos ascendentes no rosto

Esses movimentos, segundo Renata, são ascendentes porque vão do nariz em direção à orelha. Também são recomendados movimentos no pescoço, de cima para baixo.

3. Pressionar acima das “saboneteiras”

A próxima dica de Renata é pressionar três vezes com as pontas dos dedos acima das clavículas, mais conhecidas como “saboneteiras”.

4. Deslizar mãos para as laterais do maxilar 

A recomendação é passar um pouco mais de creme e deslizar as mãos para os lados, na área do maxilar. Depois disso é aconselhado passar as mãos no pescoço, de cima para baixo, como um “leve carinho”. O objetivo é levar a linfa do rosto para a clavícula.

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5. Pressionar ao redor da orelha

A indicação de Renata é pressionar três vezes com as mãos ao redor das orelhas, na parte do rosto (frontal).

6. Deslizar as mãos do queixo para a orelha

Para esse exercício, Renata indica puxar, com a mão espalmada, do queixo até a orelha. 

7. Repetir os movimentos ascendentes no rosto

8. Mover dedos nas olheiras em direção ao nariz

Passar os dedos das olheiras em direção ao nariz cerca de 6 ou 7 vezes, circulando a área orbicular.

9. “Pentear” a pele da testa para cima 

Esse movimento deve ser feito acima das sobrancelhas, com os dedos puxando a pele de baixo para cima, com uma certa pressão. Deve ser repetido, no mínimo, 8 vezes.

10. Última passada dos movimentos ascendentes no rosto 

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Todo esse processo dura em torno de 5 a 10 minutos. Ele é apenas uma alternativa para gerar um alívio nasal mais imediato, mas é recomendado que os portadores da sinusite procurem um médico para seguirem os tratamentos mais adequados para cada caso. 

Fonte: IG Saúde
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