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Internacional

Bolsonaro recebe Putin no Palácio do Planalto

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O presidente Jair Bolsonaro recebeu, na tarde de hoje (14), o líder russo Vladimir Putin, no Palácio do Planalto.

O encontro bilateral ocorreu após a realização da 11ª Reunião de Cúpula do Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Mais cedo, os chefes de Estado dos cinco países anunciaram acordos para fortalecer o bloco e emitiram uma declaração conjunta.

O presidente da Rússia chegou ao Palácio do Planalto pela entrada leste por volta das 16h45. O encontro com Bolsonaro, fechado à imprensa, durou cerca de 50 minutos, e Putin deixou o prédio às 16h35, acenando a jornalistas brasileiros que o aguardavam na saída. De longe, falando em português, o presidente russo disse “muito obrigado” antes de entrar de volta na limusine.

De acordo com o Palácio do Planalto, Putin e Bolsonaro conversaram sobre a ampliação dos fluxos de comércio e investimentos entre os países. “As duas partes discutiram a remoção de entraves ao comércio de produtos do setor agropecuário e a diversificação da pauta comercial. Manifestaram disposição de estudar iniciativas para a promoção de investimentos recíprocos”, informou o governo brasileiro.

Segundo o Planalto, o presidente russo também demonstrou demonstrou interesse em novos aportes no setor de energia. Os dois presidentes também reforçaram disposição de aprofundar o intercâmbio em áreas como geolocalização, tecnologia espacial e biotecnologia.

O presidente da República da África do Sul, Cyril Ramaphosa, durante encontro com o presidente da república do Brasil,Jair Bolsonaro

O presidente da República da África do Sul, Cyril Ramaphosa, e o presidente Jair Bolsonaro – Marcos Corrêa/PR
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Pouco antes das 18h, o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, chegou ao Palácio do Planalto para se reunir com Jair Bolsonaro. O encontro durou cerca de 20 minutos. O presidente brasileiro apontou o potencial econômico das relações bilaterais e manifestou o empenho da parte brasileira em concretizá-lo plenamente. De acordo com a Presidência da República, o lado sul-africano ressaltou, na reunião, o desejo de aprofundar a parceria em biocombustíveis, aproveitando a experiência brasileira no assunto.

A cooperação agrícola também foi um dos temas conversados. A ideia é que ambos os governos identifiquem oportunidades de intercâmbio no setor.

“O estreitamento dos laços no campo jurídico, com a negociação de novos acordos, foi tratado na reunião. Os dois presidentes discutiram, ainda, a possibilidade de promover maior intercâmbio esportivo”, relatou o Palácio do Planalto, em nota.

Ontem (13), Bolsonaro também manteve encontros bilaterais com o presidente da China, e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi.

Cúpula do Brics

Presidida pelo Brasil, a reunião do Brics teve como lema Crescimento Econômico para um Futuro Inovador. Os temas prioritários da cúpula estão relacionados à ciência, tecnologia e inovação, economia digital, saúde e combate à corrupção e ao terrorismo.

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Esta é a segunda vez que Brasília sedia a conferência – a primeira foi em 2010. Em 2014, o encontro de cúpula foi em Fortaleza. Em 2020, a Rússia assumirá a presidência rotativa do Brics.

“Foi um sucesso. O interesse de investidores no nosso país é enorme. O mundo já sabe que temos um novo Brasil. Mais seguro, próspero e confiante”, afirmou o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, em uma postagem no Twitter com fotos da tarde de reuniões.

Ontem (13), Bolsonaro também manteve encontros bilaterais com o presidente da China, Xi Jinping, e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi.

Texto atualizado às 21h04

Edição: Nádia Franco
Fonte: EBC
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Internacional

Embaixadora dos EUA adverte Coreia do Norte para que cesse provocações

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A embaixadora dos Estados Unidos nas Nações Unidas, Kelly Craft, advertiu a Coreia do Norte sobre as consequências, caso ela não cesse suas provocações.

Na quarta-feira (11), o Conselho de Segurança da ONU realizou uma reunião aberta a pedido dos Estados Unidos, pela primeira vez desde setembro do ano passado.

Craft presidiu a reunião e lembrou que o lado norte-coreano lançou mais de duas dezenas de mísseis balísticos neste ano.

FILE PHOTO: U.S. President Donald Trump — with full-sized salt and pepper shakers — is flanked by U.S. Ambassador to the United Nations Kelly Craft, with the smaller salt and pepper shakers used by Trump’s guests, as he hosts a lunch for

A embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Kelly Craft, e o presidente Donald Trump: provocações da Coreia do Norte preocupam americanos  (Reuters/Jonathan Ernst/Direitos Reservados)

Ela declarou que os testes de mísseis balísticos, independentemente de seu alcance, minam a segurança e estabilidade regionais, além de representarem uma clara violação de resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

A diplomata americana disse ainda que o líder norte-coreano Kim Jong Un mencionou “um novo caminho”, dando a entender que o governo de Pyongyang pode realizar novos testes de lançamento de mísseis balísticos projetados para atingir o território continental dos Estados Unidos com armas nucleares.

Kelly Craft acrescentou que o Conselho de Segurança precisa se preparar para agir em conformidade, caso o lado norte-coreano não cesse suas hostilidades e ameaças.

Já a Coreia do Norte afirmou que Kim vai decidir sua política em relação às conversações sobre desnuclearização com os Estados Unidos até o fim deste ano.

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Fonte: EBC
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Internacional

De olho no Brexit, Reino Unido vai às urnas hoje

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Os eleitores do Reino Unido vão às urnas nesta quinta-feira (12). A atenção está voltada para saber se o governista partido Conservador vai obter maioria para garantir a saída do país da União Europeia em janeiro.

As 650 cadeiras da Câmara dos Comuns estão disponíveis no pleito. O slogan da campanha dos conservadores, liderados pelo premiê Boris Johnson, é “Faça o Brexit Acontecer” até o fim de janeiro, com o apoio de uma maioria parlamentar.

Britain's Prime Minister and Conservative party leader Boris Johnson poses with a sledgehammer, after hammering a "Get Brexit Done" sign into the garden of a supporter, in South Benfleet, Britain December 11, 2019. Ben Stansall/Pool via REUTERS

O primeiro-ministro da Grã-Bretanha e líder do partido conservador Boris Johnson posa com marreta, após instalar placa Get Brexit Done (Realize o Brexit) Reuters/Ben Stansall/Direitos Reservados

Por outro lado, o Partido Trabalhista, liderado por Jeremy Corbyn, diz que vai recuperar as rédeas do governo, negociar melhores condições para o Brexit junto à União Europeia e realizar um novo referendo sobre a saída, com base nesses termos.

Saída do bloco

Se os conservadores garantirem a maioria, o parlamento deve aprovar os termos do acordo de saída negociado por Johnson com a União Europeia, abrindo caminho para que o Reino Unido deixe o bloco já no próximo mês.

Caso não consigam obter maioria, os conservadores podem ter que administrar um governo minoritário, diminuindo as perspectivas de que o Brexit seja concluído em janeiro.

Se o Partido Trabalhista retomar o poder, pode haver um referendo para decidir o destino do Brexit.

Durante a campanha, os conservadores, de início, tinham uma grande vantagem, mas os trabalhistas, gradualmente, conseguiram diminuir esta margem. As mais recentes pesquisas de opinião mostram os conservadores com 43% e os trabalhistas com 34% das intenções de voto.

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Fonte: EBC
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