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Internacional

Líderes do Brics anunciam acordos para fortalecer bloco

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Começou na manhã de hoje (14), em Brasília, a 11ª Reunião de Cúpula do Brics, grupo formado pelo Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul. Os chefes de Estado chegaram ao Palácio do Itamaraty por volta das 9h e, em seguida, tiraram a foto oficial do encontro.

O presidente Jair Bolsonaro e os quatro líderes do grupo – os presidentes Vladimir Putin (Rússia), Xi Jiping (China), Cyril Ramaphosa (África do Sul) e o primeiro-ministro Narendra Modi (Índia) – reuniram-se durante a manhã em um encontro fechado, seguido por sessão plenária, quando apresentaram as conclusões da reunião e anunciaram acordos de cooperação.

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Está previsto ainda um encontro com o Conselho Empresarial do Brics, quando líderes empresariais apresentarão uma lista de 23 recomendações para facilitar o comércio entre integrantes do grupo, fortalecer o Novo Banco de Desenvolvimento (com investimentos em energia limpa e em países fronteiriços do bloco), desenvolver competências profissionais e firmar acordos de cooperação em dez setores, entre os quais indústria 4.0, biotecnologia e infraestrutura.

Às 13h, os líderes do Brics almoçam no Itamaraty, marcando o encerramento da reunião de cúpula.

Bilaterais

O presidente Jair Bolsonaro ainda participa de encontros bilaterais com os chefes de Estado. Ontem (13), Bolsonaro se reuniu com o presidente da China e com o primeiro-ministro da Índia. Na tarde de hoje (14), Bolsonaro se reúne com o presidente russo, às 16h. Às 17h, Bolsonaro se encontra com o presidente sul-africano.

A 11ª Reunião de Cúpula do Brics começou ontem em Brasília, com o encerramento do Fórum Empresarial, organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O fórum teve como objetivo identificar oportunidades de cooperação entre as empresas e consolidar as propostas do setor privado.

À noite, de volta a Itamaraty, o governo brasileiro ofereceu um jantar em homenagem aos líderes do bloco.

Presidida pelo Brasil, a reunião do Brics tem como lema “Crescimento Econômico para um Futuro Inovador”. Os temas prioritários das reuniões estão relacionados à ciência, tecnologia e inovação, economia digital, saúde e combate à corrupção e ao terrorismo.

Esta é a segunda vez que Brasília sedia a conferência – a primeira vez foi em 2010. Em 2014, o encontro de cúpula aconteceu em Fortaleza, no Ceará.

Em 2020, a Rússia assumirá a presidência rotativa do Brics.

Juntos, Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (cujas iniciais, em inglês, deram nome ao grupo) reúnem uma população de cerca de 3,1 bilhões de pessoas, o que equivale a aproximadamente 41% da população mundial, e responde por 18% do comércio mundial.

Acompanhe a cobertura da EBC sobre a Cúpula do Brics.

Matéria atualizada às 12h02

Edição: Carolina Gonçalves
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Internacional

Uso de máscaras pode controlar covid-19 em até 8 semanas, diz CDC

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O diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), Robert Redfield, afirmou que se todos os norte-americanos usarem máscaras, a onda crescente de casos de covid-19 no país pode estar sob controle em um período entre quatro e oito semanas. 

Redfield concedeu entrevista online à publicação médica Journal of the American Medical Association.

“Eu acredito que se conseguirmos que todos usem máscaras agora, podemos controlar isso em quatro, seis, oito semanas”, afirmou.

O diretor do CDC também disse que usar máscara é uma questão de saúde pública e lamentou que a prática tenha sido tão politizada. 

“Estou feliz em ver o presidente e o vice usarem máscaras. Claramente, na situação deles, eles poderiam justificar com facilidade que não precisam, mas precisamos que eles deem o exemplo”, disse Redfield. 

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Internacional

Estados do sul dos EUA registram recordes de mortes por covid-19

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Alabama, Flórida e Carolina do Norte registraram aumentos diários recordes nos números de mortos pela covid-19 nessa terça-feira (14), dando seguimento ao primeiro aumento nacional de mortes pela covid-19 nos Estados Unidos desde meados de abril, depois que alguns estados reabriram os negócios durante a pandemia.

O número de novos casos informados diariamente nos EUA começou a aumentar há cerca de seis semanas, especialmente em estados do Sul e Oeste, como Arizona, Flórida e Texas, que foram os primeiros a flexibilizar as restrições que causaram grandes perdas de empregos, mas também ajudaram a controlar a propagação do vírus.

Novos casos do novo coronavírus aumentaram em 46 dos 50 estados norte-americanos na semana passada, de acordo com análise feita pela Reuters. Até o momento em julho, 28 estados registraram aumentos diários recordes de novos casos.

Com mais de 3,3 milhões de casos, os Estados Unidos têm um dos maiores números per capita do mundo. Com mais de 135 mil mortes, o país está em sétimo lugar em entre os 20 países com mais casos.

Ontem, a Flórida registrou 133 novas mortes pela covid-19, aumentando o número total de óbitos no estado para mais de 4.500. O crescimento do recorde diário anterior era de 120, em 9 de julho. O Alabama registrou aumento recorde de 40 mortes e a Carolina do Norte, de 35, elevando o total de cada estado para mais de 1.100.

O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, visitou o estado de Louisiana, que registrou quase 13 mil novos casos na semana passada. O procurador-geral do estado, Jeff Landry, anunciou que havia testado positivo para o novo coronavírus e não encontraria Pence quando ele chegasse, de acordo com relatos da imprensa, mencionando um e-mail que Landry enviou aos seus funcionários.

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