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Fiat Toro bate recorde de vendas em outubro

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Fiat Toro deverá ter mudanças no fim do ano que vem. Porém, mesmo sem mudanças, está com vendas em alta


As vendas da picape Fiat Toro atingiram o maior patamar desde o lançamento, em 2016. De acordo com os números divulgados pela Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos), o modelo teve 6.914 unidades vendidas em outubro, o que é 11% acima das 6.226 unidades de julho de 2018, que era o maior volume até agora.

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Com 35% de participação no mercado, a Fiat Toro é seguida pela Toyota Hilux , a picape média mais vendida no mês passado, ainda conforme dados da Fenebrave, com 3.395 unidades. Depois vem a Chevrolet S10 (2.633), que vem perdendo participação no mercado a ponto de se aproximar da Ford Ranger (2.329), o terceiro modelo mais vendido do segmento.

Outra picape média que tem perdido fôlego nas vendas é a VW Amarok (1.063), que acabou sendo ultrapassada pela Renault Duster Oroch (1.204), por enquanto a única rival direta da Fiat Toro,mas que a partir de 2021 passará a ter novas rivais, como a VW Tarok e modelos da Hyundai, GM e Ford.

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Para completar o ranking das 10 picapes médias mais vendidas em outubro, a Mitsubishi L200 (853) fica em sétimo, com a Nissan Frontier (745) logo atrás, mas com tendência de alta nas vendas, provavelmente levada por promoções nas concessionárias. Veja a seguir como ficou o ranking das picapes médias e intermediárias mais vendidas em outubro, segundo a Fenabrave, com a Fiat Toro na liderança. 

1 – Fiat Toro: 6.914

2 – Toyota Hilux: 3.395

3 – Chevrolet S10: 2.633

4 – Ford Ranger: 2.329

5 –Renault Oroch: 1.204

6- VW Amarok: 1.172

7- Mitsubishi L200: 853

8- Nissan Frontier: 745

Fonte: IG Carros
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Novo Mercedes-Benz GLA estreia mais espaçoso e tecnológico

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Motor Show

Mercedes-Benz GLA arrow-options
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Mercedes-Benz GLA ganha sistema de inteligência artificial MBUX em sua nova geração

A Mercedes-Benz apresentou oficialmente nesta quarta-feira (11) o novo GLA. A nova geração do menor SUV da marca alemã chega trazendo novas tecnologias e dimensões mais generosas.

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Embora seja 14 mm mais curto do que o GLA atualmente no mercado (4,410 m), o SUV de nova geração ficou 30 mm mais largo (1,834 m), 104 mm mais alto (1,611 m) e ganhou 30 mm no entre-eixos (2,729 m). De acordo com a montadora, além do maior espaço para a cabeça nos bancos dianteiros, a área para as pernas dos passageiros do banco traseiro também aumentou.

Junto do sistema multimídia inteligente MBUX, já visto no Brasil em modelos como o novo Classe A (com o qual compartilha a plataforma), o GLA ganhou também novos sistemas autônomos de assistência ao motoristas, permitindo ao veículo, por exemplo, executar manobras evasivas para evitar acidentes.

Outra novidade é o modo “Lava Rápido”, lançado inicialmente no irmão maior GLS. Com um comando, o veículo dobra os retrovisores, fecha o teto-solar, o limpador de para-brisa é desligado e o sistema de recirculação de ar é acionado. Já o sistema multimídia passa a exibir as imagens da câmera dianteira.

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As vendas na Europa estão marcadas para começar até o fim do 1º semestre de 2020. Mas a marca já divulgou as motorizações a gasolina para o modelo. A versão inicial do SUV é a GLA 200, que traz um motor 1.3 turbo de quatro cilindros e 163 cv. Combinado a um câmbio automatizado de sete marchas e dupla embreagem, permite ao GLA acelerar de 0-100 km/h em 8,7 segundos e atingir os 210 km/h de velocidade máxima.

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Já a versão AMG é a GLA 35 4Matic. Equipada traçãi integral e um motor 2.0 turbo de quatro cilindros e 306 cv, acelera de 0-100 km/h em 5,1 segundos e atinge 250 km/h de velocidade máxima (limitada eletronicamente).

Fonte: IG Carros
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Toyota Corolla Hybrid x VW Golf GTE: uma briga eletrizante

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Carlos Guimarães/iG
Toyota Corolla Hybrid e VW Golf GTE tiveram que se adaptar às novas tendências do mercado e viraram híbridos

Já estamos no início da nova era da mobilidade. E um dos sinais dos novos tempos é que até modelos que sempre tiveram tradição no mercado estão sendo eletrificados. Exemplo disso fica por conta da dupla Toyota Corolla Hybrid (R$ 124.990)  e VW Golf, GTE (R$ 199.990), dois médios que ganharam versões híbridas e chegaram recentemente ao Brasil.

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Tudo bem, existe uma boa diferença de preço entre ambos (R$ 75 mil). Mas ainda há poucas opções de híbridos no Brasil e levando em conta as principais e mais recomendáveis temos esses dois veteranos que se adaptaram à nova ordem do dia. Portanto, vamos aos prós e contras de cada um.

O Toyota Corolla Hybrid é nacional, montado em Indaiatuba (SP) e se tornou o primeiro modelo híbrido flex do mundo. Como sedã médio sem pretensões esportivas, conta com motor 1.8, de ciclo Atkinson (feito para ser mais econômico por exigir menos força do movimento acendente dos pistões), que rende 101 cv e razoáveis 14,5 kgfm de torque a 3.600 rpm.

Para ajudar na eficiência enérgética, existe o motor elétrico, de 72 cv e 16 kgfm de torque, carregado apenas nas frenagens e com o movimento das rodas, sem poder ser plugado na tomada, como o Golf. Porém, notamos que o Toyota consegue reciclar melhor e energia e enviá-la às baterias que o VW.

Outra vantagem do Corolla é que o motor a combustão pode ser abastecido com etanol, ao contrário do Golf. Isso acaba reduzindo o custo por quilômetro rodado no dia a dia. Por outro lado, levando em conta apenas o uso de gasolina, o VW consegue ser mais econômico, de acordo com os números do Inmetro (22 km/l na cidade e 19 km/l na estrada, ante 16,3 km/l e 14,5 km/l, do Toyota, respectivamente).

Então, se for usar apenas gasolina, o Golf também acaba tendo uma autonomia teórica maior, ainda conforme o Inmetro, com 880 km na cidade e 760 km na estrada, contra 700, 9 km e 623 km, do Corolla. Some-se a isso a possibilidade e poder carregar as baterias na tomada e terá no VW um carro capaz de rodar mais sem precisar abastecer. Mas, lembre-se:  o VW custa R$ 75 mil a mais que o Toyota.

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Além de gastar menos e ser plug-in, o Golf anda (bem) mais que o Corolla, já que, ao contrário do sedã, tem algum apelo esportivo. Para acelerar de 0 a 100 km/h o VW precisa de apenas 7,6 segundos, conta 12s do Toyota. A máxima do modelo da marca alemã também é mais favorável (222 km/h ante 180 km/h).

Trocando em miúdos, o Golf gasta menos e anda mais, entretanto, custa bem mais caro que o Corolla, cujo motor a combustão, até pela própria concepção, deveria ser econômico do que mostra na prática do dia a dia, o que reduziria essa diferençå de consumo O fato de ser plug-in também favorece o VW, contudo, não é tão fácil encontrar um ponto para recarga, ainda mais fora do eixo Rio-SP.

Toyota Corolla Hybrid é compra mais racional

Um ponto importante a ser considerado se você ainda está em dúvida entre esses dois híbridos é o tamanho do porta-malas e o espaço interno, quesitos em que o Corolla se sai melhor que o Golf. São 430 litros do Toyota contra 272 litros do VW, que conta com 2,63 de entre-eixos, ante 2,70 m do rival. Logo, ainda mais se a questão do desempenho não for tão importante como critério de escolha, fique com o Corolla.

 O Golf vem importado da Alemanha, como parte de um lote de 99 unidades. Trata-se da sétima geração do hatch médio, que já deixou de ser fabricada. Mesmo assim, ainda é um carro bem moderno, eficiente e seguro,  porém, mais recomendado para quem quer um híbrido com apelo esportivo. Quer saber do novo Golf GTE? A VW ainda não fala nada a respeito. Mas é bem provável que a oitava geração chegue apenas nas versões GTI e GTE, no segundo semestre do ano que vem, mostrada no Salão de Automóvel, em novembro de 2020.

Andando no GTE, um detalhe que chama atenção é que a questão da esportividade fica  bem abaixo do GTI. Portanto, não se empolgue com os bancos quadriculados (Clark). E nem com o volante de três raios, como no GTI. A sensação é apenas de estar ao volante de um Golf 1.4 TSI com algum impulso do motor elétrico, mas nada muito convincente. Também precisam usar uma interface no cluster um pouco menos complicada. São muitos ponteiro digitais subindo e descendo ao mesmo tempo, o que fica bastante confuso. 

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Por dentro, as centrais multimídia ficam como o ponto mais contrastante entre as versões híbridas de Corolla e Golf. No VW o sistema funciona melhor, com mais rapidez, resolução da tela mais alta e mais recursos, o que inclui GPS embutido. Ambos os carros têm ar-condicionado bizone, volante multifuncional revestido de couro, retrovisor eletrocrômico, frenagem automática de emergência, faróis de LED, câmera de ré, entre outros equipamentos.

Mas o Golf vem com alguns itens extras quando o assunto é sofisticação, como freio de estacionamento elétrico e indicador de fadiga ao volante, hastes atrás para trocas de marcha sequenciais, mas nada que pareça justificar a grande diferença de preço em relação do Corolla, que se mostra uma compra mais racional, ao contrário do rival, mais levado pelo apelo emocional de ser uma versão esportiva.

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Conclusão

As versões híbridas de Corolla e Golf são as mais interessantes do mercado hoje em dia, pelo menos até agora. Se estiver atrás de um modelo eletrificado e fizer questão de bom espaço e apenas mais eficiência do que a encontrada em modelos a combustão, o Corolla é uma boa pedida por um preço bem mais em conta que o Golf, que apesar de andar mais e gastar menos é voltado para um público específico, que aprecida uma pegada um pouco mais esportiva.

Ficha técnica

Toyota Corolla Hybrid

Preço: a partir de 124.990

Motor:  1.8, quatro cilindros, flex (Atkinson)

Potência:  101 cv (E) / 98 cv (G) a 5.200 rpm

Torque:  14,5 kgfm a 3.600 rpm

Transmissão:  Automático, CVT , tração dianteira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / braços sobrepostos (traseira)

Freios: Discos ventilados (dianteiros) / discos sólidos (traseiros)

Pneus:  225/45 R17

Dimensões: 4,63 m (comprimento) / 1,78 m (largura) / 1,46 m (altura), 2,70 m (entre-eixos)

Tanque: 43 litros

Porta-malas: 470 litros 

Consumo etanol: 10,9 km/l (cidade) / 9,9 km/l (estrada)

Consumo gasolina: 16,3 km/l (cidade) / 14,5 km/l (estrada)

0 a 100 km/h: 12 segundos 

Velocidade máxima: 180 km/h

Ficha técnica

VW Golf GTE 1.4 TSI

Preço: R$ 199.990

Motor:  1.4, quatro cilindros, turbo, a gasolina

Potência:  150 cv  a 4.500 rpm

Torque:  25,5 kgfm (G) a 1.500 rpm

Transmissão:  Automático, seis marchas , tração dianteira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / multibraço (traseira)

Freios: Discos ventilados (dianteiros) / discos sólidos (traseiros)

Pneus:  205/55 R16

Dimensões: 4,26 m (comprimento) / 1,80 m (largura) / 1,47 m (altura), 2,63 m (entre-eixos)

Tanque: 40 litros

Porta-malas: 272 litros 

Consumo gasolina: 22 km/l (cidade) / 19 km/l (estrada)

0 a 100 km/h: 7,6 segundos 

Velocidade máxima: 222 km/h

Fonte: IG Carros
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