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Internacional

Senadora da oposição declara-se presidente da Bolívia

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A senadora Jeanine Áñez, do partido oposicionista Unidad Demócrata, declarou-se hoje (12) presidente da Bolívia. “Assumo imediatamente a Presidência”, disse Jeanine, embora a bancada do MAS, partido liderado pelo ex-presidente Evo Morales, não estivesse presente no Congresso.

Morales chegou nesta terça-feira ao México, país que lhe concedeu asilo político após sua renúncia à Presidência da República.

Jeanine Áñez anunciou que decidiu “assumir imediatamente” a Presidência da Bolívia, em seu novo status de líder do Senado, depois de considerar que no país havia uma situação de vacância, devido à renúncia e abandono do país do ex-chefe de Estado, Evo Morales, e do vice-presidente Álvaro García Linera.

Também renunciaram aos cargos os presidentes do Senado e da Câmara e o primeiro vice-presidente do Senado. Como segunda vice-presidente da Casa, Jeanine Áñez entendeu que cabía a ela assumir o posto deixado vago por Morales.

Ao assumir a Presidência, a senadora mencionou vários artigos da Constituição e dos regulamentos parlamentares que, na sua opinião, formam o arcabouço legal que lhe permite assumir a liderança do Estado. Ao longo do dia, a mídia local alertou que não poderia haver sessão legislativa porque o partido de Morales, que controla dois terços das duas Casas Leigislativas, não deu quórum à sessão.

Hoje, na primeira de suas duas aparições públicas em poucos minutos, a legisladora disse que assumiu a presidência do Senado com o endosso de um artigo regulatório e depois, em outro recinto, anunciou que ocuparia a chefia do governo com a vacância criada pela renúncia e pelo abandono do país por Morales e García Linera.

“Assumo imediatamente a presidência do Estado e prometo tomar medidas para pacificar o país”, disse Jeanine Áñez, que deve liderar um processo de transição para novas eleições.

Com informações da Télam, Agência Nacional de Notícias da Argentina

Texto ampliado às 21h57

 

Edição: Nádia Franco
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Internacional

Bolsonaro parabeniza Trump e os EUA pelo dia da independência

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O presidente Jair Bolsonaro parabenizou os Estados Unidos pelo dia da sua independência, celebrado hoje. Pelo Twitter, ele se dirigiu ao presidente Donald Trump e afirmou que ambos são “líderes das duas maiores democracias ocidentais.”

“Gostaria de parabenizar o Presidente Donald Trump e o povo dos EUA pelo 244º aniversário de sua Independência. Como líderes das duas maiores democracias ocidentais, trabalhamos para avançar os ideais de liberdade, democracia e dignidade humana que esta data representa”, disse Bolsonaro.

O presidente brasileiro também parabenizou Trump pelo seu discurso de ontem, no Monte Rushmore. No discurso, Trump afirmou que “a revolução cultural de esquerda foi projetada para derrubar a revolução norte-americana.”

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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Internacional

Trump ataca revolução cultural "de esquerda" no Monte Rushmore

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O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, acusou na sexta-feira (3) “multidões furiosas” de tentar apagar a história com esforços para remover ou repensar monumentos a figuras históricas dos EUA e usou um discurso no Monte Rushmore para se colocar como baluarte contra o extremismo de esquerda.

Na sexta, sete Estados norte-americanos divulgaram número recorde de novos casos de Covid-19, e a pandemia avançou ainda mais no círculo interno de Trump. Kimberly Guilfoyle, uma funcionária sênior da campanha e namorada de Donald Trump Jr., testou positivo para o Covid-19 em Dakota do Sul antes do evento, de acordo com Sergio Gor, funcionário da campanha de Trump. O teste de Trump Jr. deu negativo, disse Gor.

O evento, que antecedeu o feriado de 4 de Julho, atraiu 7.500 pessoas aglomeradas em um anfiteatro ao ar livre. Muitas não usavam máscaras, desafiando conselhos das autoridades de saúde que instaram os norte-americanos a evitar grandes reuniões para retardar a disseminação do covid-19.

Trump não usou uma máscara em público e fez apenas uma referência limitada à pandemia em seus comentários.

Falando sob o famoso marco que representa quatro presidentes dos EUA, Trump alertou que as manifestações sobre a desigualdade racial ameaçavam as fundações do sistema político dos EUA.

“Não se engane, esta revolução cultural de esquerda foi projetada para derrubar a revolução norte-americana”, disse Trump. “Nossos filhos são ensinados na escola a odiar seu próprio país.”

Trump, um republicano que tem enfatizado uma abordagem de “lei e ordem” para as manifestações, se opôs a propostas de renomear as bases militares dos EUA que receberam o nome de generais confederados.

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