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Quadrilha que fraudou contratos do governo do Rio é alvo de operação policial

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Reprodução
Lancha está entre os itens apreendidos durante a operação desta terça-feira no Rio

A Polícia Civil deflagrou nesta terça-feira (12) uma operação contra uma quadrilha que fraudou contratos firmados em 2016 pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão do governo do estado do Rio de Janeiro.

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Seis mandados de prisão temporária e 15 de busca e apreensão foram expedidos para ação, que é a primeira resultantes dos trabalhos da 1ª Vara Criminal Especializada do Crime Organizado do Tribunal de Justiça do Rio .

“O departamento de lavagem desbaratou um esquema criminoso de fraude a licitações e visou além das prisões , o sequestro de bens para o devido ressarcimento dos recursos públicos”, afirmou a delegada Patricia Alemany.

Até 7h20, quatro pessoas haviam sido presas. Robson Silva Portugal, Sthefany Alves Marques, Valter Marques Filho e Walter José da Silva (que era o chefe do grupo) foram detidos pela operação realizada em parceria com o Ministério Público. Eles também foram alvos dos mandados de busca e apreensão, assim como Emily Marques de Souza, Evelyn Marques de Souza, Giselle Teixeira Mendonça e as empresas Diboa Comerical LTDA e Somar Rio Distribuidora LTDA.

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De acordo com a polícia , o prejuízo gerado pelas fraudes nos acordos para aquisição de papel ultrapassou R$ 10 milhões. As investigações foram iniciadas a partir de informações repassadas pela Controladoria Geral do Estado. Além da capital, os agentes atuam em mansões em Angra dos Reis, fazendas em Santa Maria Madalena e imóveis em Duque de Caxias, Araruama e Niterói.

Fonte: IG Nacional
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Nacional

Quatro indígenas são assassinados no Maranhão em menos de 2 meses

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Indígenas guajajaras arrow-options
Pública
Indígenas guajajaras possuem conflito com madeireiros no Maranhão

Mais um indígena foi assassinado no Maranhão , o quarto em menos de um mês e meio. Tanto a Fundação Nacional do Índio (Funai) quanto a Polícia Civil do estado confirmaram nesta sexta-feira a morte do indígena, que ocorreu em Amarante (MA), próximo à terra indígena Arariboia.

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Entidades de defesa dos direitos dos indígenas afirmam que se trata de um índio da etnia guajajara, a mesma dos outros três assassinados na região. A Funai e a polícia ainda não confirmam essa informação.

Policiais civis estão na região onde houve o assassinato para fazer uma perícia. Ainda não há mais detalhes sobre as circunstâncias da morte. Uma segunda pessoa teria morrido, conforme informações de entidades não-governamentais.

Ataques a índios guajajara na área levaram a Funai a pedir ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, autorização para o envio de tropas da Força Nacional de Segurança Pública à região. O ministro autorizou o envio da força para a terra Cana Brava, por 90 dias, e não para a Arariboia, onde são mais comuns as ofensivas de madeireiros ilegais e os conflitos entre indígenas e não indígenas.

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Segundo a assessoria de imprensa da Funai , ainda não há informações sobre a identidade, a etnia e as circunstâncias nas quais o índio foi morto. Fotos que circularam em grupos de WhatsApp mostram dois corpos em uma área de gramado com ferimentos compatíveis com golpes de facão. Ainda de acordo com a Funai, há confirmação de que apenas um dos mortos seja indígena.

A região onde a nova morte foi registrada é marcada pela tensão entre índios e madeireiros . O assassinato de indígenas nos últimos dois meses começaram em novembro, quando Paulo Paulino Guajajara foi morto a tiros enquanto caçava. Ele era integrante de um grupo de indígenas conhecido como “guardiões da floresta”, que tentava impedir a invasão de terras indígenas por madeireiros.

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No último sábado, outros dois indígenas da etnia guajajara foram mortos em um atentado no município de Jenipapo dos Vieiras (MA). Outros quatro índios ficaram feridos. Foi depois dessas mortes que Moro autorizou o envio da Força Nacional à região.

Fonte: IG Nacional
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Nacional

Mortes em baile de Paraisópolis aconteceram por asfixia mecânica, apontam laudos

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Baile funk em Paraisópolis arrow-options
Baile do 17 / Facebook / Arquivo
Jovens foram mortos após tumulto em baile funk de Paraisópolis

A causa da morte dos nove jovens durante operação policial num baile funk em  Paraisópolis , na região Sul de São Paulo, foi asfixia mecânica indireta, segundo apurou o jornal O Globo . Os laudos necroscópicos do Instituto Médico Legal (IML) mostram que as vítimas tiveram seus corpos comprimidos por algo externo e, por isso, não conseguiram respirar. Segundo um perito criminal, a modalidade é compatível com a versão da Polícia Militar de que elas morreram pisoteadas durante tumulto.

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Já os laudos toxicológicos do IML mostram que os nove jovens consumiram drogas na noite da tragédia. Os exames apontam que todas as vítimas haviam usado pelo menos uma das seguintes substâncias: álcool, maconha, cocaína, drogas sintéticas e voláteis, como lança perfume e solventes. Em algumas delas, foram detectados mais de um ilícito.

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Na noite de quarta-feira (11), médicos legistas do IML se reuniram para discutir se as lesões identificadas nas vítimas eram compatíveis com a tese do pisoteio . A conclusão dos laudos só foi feita depois de cruzar com os resultados laboratoriais.

De acordo com o perito, embora não tenha relação direta com as mortes, o uso de drogas pode ter contribuído para que os jovens não conseguissem se proteger durante a correria. 

Além dos laudos toxicológico e necroscópico, feitos pelo IML, um levantamento pericial do local das mortes foi realizado pelo Instituto de Criminalística. Essa perícia analisa, por exemplo, as rotas de fuga usadas pelas vítimas, assim como possíveis vestígios de disparos de armas de fogo.

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Todos os laudos sobre as mortes em Paraisópolis já foram entregues para o DHPP (departamentos de homicídios), da Polícia Civil de São Paulo. O DHPP conduz as investigações a Corregedoria da Polícia Militar.

Fonte: IG Nacional
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