conecte-se conosco


Saúde

Mais de mil mães participam no Rio de ato em defesa da amamentação

Avatar

Publicado

Cerca de mil mães e seus bebês reuniram-se hoje (12) nos jardins do Museu de Arte Moderna do Rio (MAM) em um ato público em defesa da amamentação. O evento, organizado pela Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar, marcou a abertura do 15º Encontro Nacional de Aleitamento Materno (Enam) e do 5º Encontro Nacional de Alimentação Complementar Saudável (Enacs).

A organizadora da Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar, Rosane Rito, destacou o fato de mil mães terem se reunido em um dia de chuva como o de hoje, em defesa da amamentação. “A sociedade precisa ajudar essas mães a amamentar. Não é fácil. É doação, e muitas vezes elas sofrem pressão e não têm apoio. E a amamentação é para a vida toda. Nós, como sociedade, precisamos ajudar essas mães”, afirmou Rosane.

A atriz Maria Paula Fidalgo, uma das madrinhas do evento, destacou que a amamentação é “vital’ para a saúde da criança ao longo de toda a vida. “Mas é um aprendizado diário, cansativo, às vezes, doloroso. Ajudar a construir uma rede de apoio para esse momento especial é fundamental”, afirmou Maria Paula, ressaltando a importância do aleitamento materno exclusivo até os seis meses, que é o recomendado pela Organização Mundial da Saúde.

Veja Também  Da sentença de morte a novas chances: o avanço no tratamento do vírus HIV

O secretário de estado de Saúde do Rio, Edmar Santos, defendeu o fortalecimento do ato de amamentar os bebês. “Esse evento serve para darmos empoderamento ao ato de amamentar, um direto humano que traz benefícios fundamentais para a vida da criança”, afirmou.

Estudo inédito

O Ministério da Saúde está fazendo uma pesquisa em todos os estados para avaliar dados sobre amamentação, alimentação e nutrição de crianças menores de 5 anos. O Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (Enani) é inédito e já finalizou seus trabalhos em 11 estados. Nos demai estados, as visitas aos domicílios continuam. Até agora, 143.330 domicílios foram visitados e f8.621 entrevistas, finalizadas.

O estudo apresenta informações detalhadas sobre hábitos alimentares, peso e altura de crianças de até 5 anos e realiza exame de sangue nos participantes com mais de 6 meses de vida.

Pela primeira vez, dados sobre o crescimento e o desenvolvimento infantil e o mapeamento sanguíneo de 12 micronutrientes, como os minerais zinco e selênio e vitaminas do complexo B, serão estudados em todo o território nacional. Informações sobre amamentação, doação de leite humano, consumo de suplementos de vitaminas e minerais, habilidades culinárias, ambiente alimentar e condições sociais da família também serão investigadas.

Edição: Nádia Franco
Fonte: EBC
Comentários Facebook

Saúde

Desnutrição pode levar à morte; entenda a condição e saiba as principais causas

Avatar

Publicado

Minha Saúde

A desnutrição é uma condição muito comum e que pode ser fatal. Por isso, ela deve ser diagnosticada rapidamente e tratada da forma adequada. Mas afinal, o que caracteriza esse distúrbio?

Leia também: Caso de jovem que perdeu movimento das pernas expõe riscos de dieta restritiva

desnutrição arrow-options
shutterstock
A desnutrição deve ser diagnosticada em tempo hábil para evitar complicações sérias e até mesmo a morte

A desnutrição é um estado físico de nutrição desequilibrada. Quando pensamos na doença, geralmente atribuímos à falta de calorias, proteínas ou outros nutrientes. Isso ocorre frequentemente em áreas do mundo sem acesso adequado a alimentos e água potável.

No entanto, também ocorre a supernutrição. Nesse caso, o problema é causado pelo excesso de calorias sem nutrientes. Essas pessoas geralmente não consumem alimentos nutritivos na quantidade suficiente, como frutas, verduras, grãos integrais, proteínas magras, feijão, laticínios com pouca gordura, nozes e sementes.

Isso pode resultar em deficiências de vitaminas, minerais ou proteínas. Nos Estados Unidos, isso é comumente observado. Há um paradoxo no país entre a fome e o excesso de peso, que ocorre principalmente em áreas de insegurança alimentar e empobrecimento.

Veja Também  Anvisa aprova registro de medicamentos à base de maconha no Brasil

Leia também: Cinco sinais de que você está desidratado

A desnutrição em crianças, especialmente nas menores, pode levar a um crescimento atrofiado, atrasos no desenvolvimento e mais doenças, devido à má função imunológica.

Desnutrição pode ocorrer por diversos fatores

Também existem casos de desnutrição clínica, o que ocorre quando um paciente hospitalizado fica desnutrido. Há muitas razões pelas quais alguém no hospital pode não estar recebendo nutrição suficiente. Por exemplo, se o corpo requer mais nutrição do que o normal.

Ou quando o corpo não é capaz de absorver os nutrientes que ingerem. Por isso, alguns pacientes precisam receber nutrição através de um tubo inserido no estômago ou mesmo nutrição intravenosa, onde o trato digestivo é completamente contornado.

É importante que a desnutrição seja diagnosticada em tempo hábil. Quando um paciente hospitalizado fica desnutrido, seu tratamento médico e sua recuperação são afetados. Além disso, a desnutrição aumenta o risco de morte, o tempo de permanência e os custos com saúde. Sendo assim, o ideal é que os hospitais identifiquem o problema dentro de 24 horas após a admissão do paciente.

Veja Também  Consumo de cigarros ilegais cai no Brasil pelo segundo ano consecutivo

A desnutrição também pode ser resultado de um distúrbio alimentar . A doença pode ser causada ainda por falência de órgãos, infecção grave ou trauma físico, como um ferimento na cabeça. A desnutrição ocorre frequentemente na população idosa, especialmente naqueles com demência ou doença de Alzheimer.

Leia também: Entenda o que é a fome oculta, como pode afetar seu filho e qual o tratamento

Além disso, a perda de dentes e outros problemas dentários, a perda de apetite e o declínio funcional são fatores que contribuem para a desnutrição entre as pessoas dessa faixa etária. Com informações da Academia de Nutrição e Dietética.

Fonte: IG Saúde
Comentários Facebook
Continue lendo

Saúde

Pesquisadores sugerem que teste de colesterol seja feito a partir dos 25 anos

Avatar

Publicado

Jovens a partir de 25 anos de idade precisam conhecer o nível de colesterol em seu sangue para que possam se prevenir contra ataques cardíacos e derrames mais tarde. Essa foi a conclusão de um estudo divulgado, na última quarta-feira (4), na revista médica britânica The Lancet .

Leia também: Entenda a diferença entre o colesterol bom e o colesterol ruim 

colesterol arrow-options
shutterstock
Entenda por que o colesterol deve ser testado a partir dos 25 anos, segundo especialistas

Os autores, que analisaram os dados de mais de 400.000 pessoas de 19 países ocidentais por um período muito longo —até 43 anos, em alguns casos— confirmam o vínculo entre uma taxa de colesterol excessivamente alta e o maior risco cardiovascular a longo prazo.

Mas também demonstram que esse risco aumentado é maior em pacientes relativamente jovens (menos de 45 anos) do que naqueles com mais de 60 anos.

Assim, as mulheres com menos de 45 anos com um nível de colesterol LDL (o “mau”) um pouco alto — entre 1,45 e 1,85 gramas por litro — que apresentam pelo menos dois fatores de risco para doenças cardiovasculares (como obesidade, diabetes, hipertensão ou tabagismo) têm 16% de chance de acidente cardiovascular antes dos 75 anos, de acordo com o estudo.

Veja Também  Consumo de cigarros ilegais cai no Brasil pelo segundo ano consecutivo

Leia também: Como diminuir o colesterol? Especialistas explicam o que deve ser feito 

No caso de mulheres acima de 60 anos com o mesmo perfil, o risco é de 12%, de acordo com o estudo, publicado na Lancet . Nos homens com as mesmas características, as chances são de 29% e 21%.

Duração da exposição

“O que se sugere é que não é apenas o nível de colesterol, mas a duração da exposição a um colesterol alto que coloca a saúde em risco”, ressalta Paul Leeson, professor de medicina cardiovascular da Universidade de Oxford (Reino Unido), em um comentário independente sobre o estudo.

Com a ajuda de um modelo estatístico, os pesquisadores demonstram que, se metade da taxa de colesterol ruim for reduzida —com a ajuda, por exemplo, de medicamentos da família das estatinas—, o risco cardiovascular em mulheres com menos de 45 anos cairia para 4% e nos homens para 6%.

O colesterol HDL, descrito como “colesterol bom”, é constituído por lipoproteínas que transportam o excesso de colesterol para o fígado, impedindo assim seu acúmulo nos vasos sanguíneos.

Veja Também  Pesquisa da USP descobre como vírus deixa leishmaniose mais agressiva

O colesterol LDL é medido subtraindo a quantidade total de colesterol e a do colesterol HDL. Consiste em colesterol LDL (associado ao risco de aterosclerose, um endurecimento dos vasos sanguíneos devido à formação de ateromas) e triglicerídeos.

“Esses resultados consolidam a ideia de que o controle do nível de colesterol o mais rápido possível no decorrer da vida pode produzir melhores resultados do que esperar tratamento em uma idade avançada”, diz Leeson.

No entanto, antes de deduzir recomendações médicas, é necessário fazer mais pesquisas sobre como reduzir efetivamente o colesterol em pessoas relativamente jovens, especialmente sobre a relevância de fazer o tratamento continuamente por décadas, enfatiza.

Os dados atuais sobre as estatinas “não avaliam tratamentos há várias décadas; portanto, o risco de efeitos colaterais que modificam a relação benefício-risco não está claramente estabelecido”, estima Jennifer G. Robinson, professora do departamento de epidemiologia da Universidade de Iowa (Estados Unidos) em outro comentário independente sobre o estudo.

Leia também: 11 trocas simples que ajudam a reduzir o nível do colesterol

Vários autores do estudo declararam que receberam vários tipos de financiamento, como bolsas de pesquisa ou remuneração de diferentes laboratórios farmacêuticos.

Fonte: IG Saúde
Comentários Facebook
Continue lendo

Destaques

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana