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Mãe dá à luz 2 pares de gêmeos seguidos e celebra: “Família é uma em um milhão”

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Essa família é a prova de que um raio cai, sim, duas vezes no mesmo lugar. E duas vezes seguidas. Gina Shelton, de 30 anos, e Olie Lloyd, de 33 anos, desafiaram as probabilidades e conseguiram o feito de ter um par de gêmeos seguido de outro.

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Reprodução/Metro.co.uk

Primeiro vieram as gêmeas Niamh e Esme, e depois os gêmeos Arlo e Alby; a mãe revelou surpresa, mas celebra caso raro

A primogênita do casal é Phoebe, de seis anos. Logo depois, Gina deu à luz gêmeas, Niamh e Esme. Três anos depois, a mãe ficou grávida de novo e teve os gêmeos Arlo e Alby, o que é considerado muito raro.

Segundo reportagem do portal britânico Metro , a probabilidade de ter dois pares de gêmeos, um seguido do outro, é de cerca de 700.000 para um, e os britânicos foram “premiados”. Gina destaca que nunca pensou que teria gêmeos, ainda mais dois seguidos.

“Quando eu estava grávida das meninas, eu trabalhava em um berçário e estava cansada o tempo todo. Todo mundo ao meu redor sempre dizia que eu ia ter gêmeos. Na sala de espera no hospital, Olie e eu estávamos olhando carros, e Olie brincou: ‘Esquece, vamos precisar de um ônibus’”, relembra a mulher ao site.

“Eu acho que, quando descobrimos, estávamos chorando de felicidade e pânico, porque vivíamos em um apartamento de dois quartos e Olie estava no processo de construir nossa casa. Um ano depois, descobrimos que estávamos tendo outro par de gêmeos”, diz a mãe . “Não podíamos acreditar, e nossa família ou nossos médicos também não”, completa.

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Para tornar a situação ainda mais inesperada, nem a família de Gina nem a do pai têm histórico de gêmeos.

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Reprodução/Metro.co.uk

A mãe disse se preocupar que Phoebe se sentisse “deslocada”, mas garante que a menina é bem unida à família

Gina conta também que chegou a ficar preocupada que Phoebe, a primeira filha do casal , se sentisse “deslocada” por ter apenas irmãos gêmeos. Mas a chegada dos demais membros só aproximou mais a família. 

“Phoebe e eu sempre teremos uma a outra porque não entendemos o vínculo deles [dos gêmeos ]. Niamh e Esme conversam uma com a outra e caem em gargalhadas histéricas enquanto Olie e eu estamos tentando entender do que elas estão rindo”, destaca Gina. “Elas são incrivelmente próximas e tenho certeza que os meninos serão assim também”, acrescenta.

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Apesar de ser um caso bem raro, a mãe diz que está feliz e grata com a família. “É louco, trabalhoso e barulhento ter cinco filhos, mas eu não mudaria isso por nada no mundo. Já trocamos milhares de fraldas e tivemos que comprar um carro de sete lugares, mas minha família é uma em um milhão”, celebra ela.

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Homens que menstruam: campanha dá visibilidade à menstruação de homens trans

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Não são apenas mulheres que menstruam e nem todas as mulheres menstruam. Isso pode paracer confuso para muita gente, mas não deveria ser assim e é para acabar com essas dúvidas que uma campanha foi lançada. A empresa britânica Callaly, voltada para produtos orgânicos de menstruação, lançou uma campanha para falar sobre a representatividade de pessoas que menstruam, que podem ser homens trans e não binários , por exemplo. 

Vic Jouvert
Reprodução/Instagram

O autor Vic Jouvert é um dos rostos da campanha

A empresa contou com um post no Instagram que eles realizaram uma pesquisa e 66% dos entrevistados disse que não se sente representado por campanhas sobre menstruação. Querendo mudar esse cenário, a Callaly decidiu repostar a história de 13 pessoas reais, de diferentes gêneros, falando sobre seus períodos menstruais. “É hora de nós reconhecermos que não são apenas mulheres cisgêneros que menstruam. Um dos nossos primeiros clientes foi um homem”, falou Kate Huang, responsável pelo marketing da Callaly, em entrevista à Forbes. 

Um dos rostos escolhidos ara estrelar essa campanha é o autor Vic Jouvert, que é um homem trans. “Eu sempre escutei que era uma garota e que depois me tornaria uma mulher. Então, a minha menstruação era só uma evidência física de que a minha biologia não combinava com quem eu sempre fui”, ele contou. 

“Dessa maneira, minha menstruação sempre foi um lembrete do que eu não sou. Era como se o meu corpo me dissesse que eu tinha que aceitar a inevitabilidade de ser uma mulher”, Vic continuou. Porém, o autor acredita que essa experiência pode ser diferente para outros homens trans. “Representatividade é tudo e pode mudar a maneira como você se sente sobre a sua experiência. Ver alguém masculino e que menstrua permite outras pessoas saberem que a experiência delas com a menstruação também é valida”, ele concluiu.

Ver essa foto no Instagram

It’s time to tell #TheWholeBloodyTruth about periods. For too long, the media and the period-care industry have created an unrealistic portrait of people who menstruate; one in which thin cis women wearing impossibly white skirts leap about on golden sand while laughing at their own jokes. But for many people, periods are no joke. In the wake of JK Rowling’s comments about the term “people who menstruate”, we decided it was time to take action. We commissioned research that showed 66% of people didn’t feel they were represented in the media when it came to periods. And we decided it was time to pass the mic to some of these people. We’ve asked some of our favourite writers and creators to share #TheWholeBloodyTruth about their periods and we’ll be reposting their stories on our feed in the coming weeks. We hope that some of these accounts feel more relatable to you than the images you’re used to seeing in the ad breaks. Please do join in the movement by sharing your own story, tagging @mycallaly so we can help get every single period experience seen and heard. And by the way, we’re not stopping at storytelling. We’re also pledging to make specific changes to how we do things at Callaly, and we’re calling on the whole period-care industry to follow us into a more inclusive, representative future. You can read our commitments at the link in our bio.

Uma publicação compartilhada por Callaly (@mycallaly) em 7 de Jul, 2020 às 3:48 PDT


Fonte: IG Mulher

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Aline Wirley fala sobre processo para amar o seu cabelo crespo: “Ato político”

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Aline Wirley
Reprodução/Instagram

Aline Wirley


Aline Wirley falou sobre sua relação com o seu cabelo crespo neste domingo (12), no Instagram. A cantora confessa que viveu em conflito com suas madeixas por muito tempo, mas aprendeu que amá-las era, acima de tudo, um ato político. Confira o desabafo:

“Aprender a te amar, te aceitar, e te respeitar, é pra mim, um dos maiores ensinamentos e desafios da minha vida. Ao longo desses 38 anos te neguei, te sufoquei, te escondi, te silenciei”, começou.

Ver essa foto no Instagram

Aprender a te amar, te aceitar, e te respeitar, é pra mim, um dos maiores ensinamentos e desafios da minha vida. Ao longo desses 38 anos te neguei, te sufoquei, te escondi, te silenciei. Hoje percebo em mim as marcas da sua invisibilidade e busco incansavelmente me redimir pelo mal que te fiz. Dia após dia te olho com mais generosidade, e honestidade, abrindo espaço pra diálogos profundos sobre os porquês de tanta negação e dor, e da necessidade que sinto em construir uma relação de afeto com vc. Te amar e te libertar é um ato político. E meu compromisso daqui pra frente é te dar voz, te cuidar e te permitir tocar o céu. Vc que é expressão viva do meu povo e do meu ser, hoje reflete em mim a luta e a beleza dos meus ancestrais. E por isso, estou aqui te agradecendo e honrando tudo o que eu sou, através da nossa reconexão, nessa jornada rumo ao amor próprio e a redenção. #meucabeloeeu #indomita ?

Uma publicação compartilhada por Aline Wirley (@alinewirley) em 12 de Jul, 2020 às 2:09 PDT


“Hoje percebo em mim as marcas da sua invisibilidade e busco incansavelmente me redimir pelo mal que te fiz. Dia após dia te olho com mais generosidade, e honestidade, abrindo espaço pra diálogos profundos sobre os porquês de tanta negação e dor, e da necessidade que sinto em construir uma relação de afeto com vc.

Te amar e te libertar é um ato político. E meu compromisso daqui pra frente é te dar voz, te cuidar e te permitir tocar o céu. Vc que é expressão viva do meu povo e do meu ser, hoje reflete em mim a luta e a beleza dos meus ancestrais. E por isso, estou aqui te agradecendo e honrando tudo o que eu sou, através da nossa reconexão, nessa jornada rumo ao amor próprio e a redenção”, conclui a cantora. 

Fonte: IG Mulher

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