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HAPINESS, LETS GO!

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Let’s Go Bahia
Sandra Teschner

 Mas também não confunda alegria, ou mesmo momentos de muito prazer, com felicidade duradoura que é um estado da mente guiando seu estilo de vida.

E a ciência prova, professores das principais faculdades do mundo que estudam o tema, confirmam, autores, Chief Happiness Officers teorizam e aplicam esse conhecimento nas organizações, como na vida.

A felicidade virou tema sério. Quase a metade das chances de você alcançá-la, depende exclusivamente de você, de sua decisão e isso significa dizer que não adianta terceirizar a culpa, quando você se sente infeliz.Talvez seja exatamente na desconstrução do mitos que criamos em volta do que achamos precisar “ser, ter, parecer” para sermos felizes, que está a nossa saída, ou melhor, nossa entrada numa realidade em que possamos ser verdadeiramente, internamente satisfeitos, em paz com nossas escolhas, sejam elas assertivas ou não.

Perfeito não é humano, Feito é! E você pode ser um “fazedor”, um “maker” alguém que decide por algo e constrói com outros a ideia proposta, mas não esqueça que é você o piloto da sua vida. Fato.

Um dos mitos da felicidade está nas premissas que criamos: “serei feliz quando”…, casar, for promovido, ficar rico, viajar o mundo todo e etc. A expectativa será inexoravelmente frustrada, não porque alcançar algo que você deseje não te fará feliz, mas sim porque não será de grande duração, não é algo permanente, ensina a Sonja Lyubomirsky, com quem tive o prazer de aprender e que, sem dúvida, é uma das grandes pesquisadoras do mundo.

Se acrescentarmos ainda que parte da frustração de ser plenamente feliz “quando isso ou aquilo”, vem ainda dos estereótipos que tomamos como verdadeiros, e não são! Ou melhor não são para mim nem para você, talvez para alguém seja, mas você e eu não somos esse alguém. Para ilustrar, ainda segundo a autora, “ao contrário do que se pensa, casais não são mais felizes que solteiros, por exemplo, nem pessoas que possuem imóveis, mais felizes do que aquelas que vivem em aluguel”.

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Antes de aceitar algo como real, pergunte a você mesmo, se é você desejando, ou seu ego acreditando que será valorizado num determinado circuito social por ter alcançado o que o outro – que provavelmente nem feliz é, ditou que você precisa ter para ser.

Costumo dizer que embora a receita para qualquer sabor da vida, possa ser adaptada, melhorada individualmente ao gosto insubstituível de cada um, existem ingredientes cientificamente comprovados que dão liga e assim sendo, trazem um resultado positivo e certeiro. Pessoas que fazem algum tipo de atividade física garantem endorfinas necessárias para o bem-estar orgânico, mas também mental quando se exercitam ao ar

livre, ou escolhem imagens positivas seja no tablete ou na sua cabeça. Viajar nos sentidos é além de um rico estimulo, uma forma de oração, de meditação.

Digo de oração porque só entendi verdadeiramente o que era meditar quando me peguei em contrição. Sua mente liberta das incessantes vozes propulsoras de dores, receios, afinal seu cérebro faz todas as ligações possíveis para te manter vivo, então temos de ensinar a ele que não queremos sobreviver, queremos plenitude! Tome as rédeas, cale o que não é você! Não se compare a ninguém, não crie expectativas, essas ai são fontes inesgotáveis de infelicidade.

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Confie, tem gente boa no mundo sim, não viva do que não deu certo. A maior parte dos sofrimentos que enfrentamos, nunca ocorreram, ou melhor nunca aconteceram fora de nossas cabeças. Cultue o Nós, a felicidade é contagiosa, compartilhada, colaborativa. Experimente doar-se de coração, que dá é melhor que receber, você eventualmente achou ser uma invenção da religião. A ciência prova então que se for, ela tem razão.

Autoconhecimento é libertador, descobrir o que a pessoa que vive em você gosta de fazer unido com a habilidade, talento e colocando esforço para o resultado positivo, trará nos pequenos e grandes feitos uma realização prazerosa e continua, e não mais que de repente, você se encontra agindo, como o fazem os felizes.

O espaço vai cobrando um fim às palavras, mas eu deixo para vocês meu contato nas redes sociais com uma certeza: Descobri faz alguns anos, que meus propósitos de vida vão superbem obrigada, em permanente realização, sendo ressignificados a todo o tempo. Então entendi que meu novo propósito se chama legado. Não mais para o Ego, coisa que os anos fizeram o favor de ofuscar, mas para o efeito multiplicador. Um mundo de pessoas mais felizes é mundo sustentável, produtivo, possível. A escolha é sua.

Sandra Tescher, Publisher, Chief Happiness Officer certificada pela universidade da Florida, criadora do projeto  @plantando.happiness em parceria com o Morumbi Shopping e o Senac São Paulo

Fonte:  https://www.letsgobahia.com

Fonte: Profashional
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HOJE A NOSSA PUBLISHER GRAVOU UM PODCAST INCRÍVEL PARA O SENTA LÁ, CLAUDIA.

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Hoje a Nossa publisher gravou um podcast incrível para o Senta Lá, Claudia, da Revista Claudia. arrow-options
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Hoje a nossa publisher gravou um podcast incrível para o Senta Lá, Claudia, da Revista Claudia. O bate papo não podia ter outro tema: felicidade!

O bate papo não podia ter outro tema: felicidade!

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APÓS QUASE MORRER AFOGADA EM MEU SANGUE

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Ainda no hospital, ela conta que tudo mudou quando, em coma, viu um túnel com uma luz rosa e pessoas ao seu redor que transmitiam paz. Ao se recuperar, uma semana depois, Sandra decidiu que iria “espalhar a felicidade”.

Há cinco anos, Sandra Teschner ficou entre a vida e a morte por conta de um problema de saúde causado por estresse. Ainda no hospital, ela conta que tudo mudou quando, em coma, viu um túnel com uma luz rosa e pessoas ao seu redor que transmitiam paz. Ao se recuperar, uma semana depois, Sandra decidiu que iria “espalhar a felicidade”. Ela estudou fatores que influenciam uma pessoa a ser feliz no cotidiano e saiu ministrando palestras pelo mundo. Tanta dedicação lhe rendeu o certificado de Chief Happiness Officer pela Universidade da Flórida. Para Sandra, falar e ensinar como ser feliz é uma missão.

Tudo começou em julho 2014, quando ela perdeu o pai e a avó em um período de seis meses. Sandra mergulhou em seu trabalho, na época em comunicação corporativa, até que um dia, tomada pelo estresse, sofreu uma hemorragia nasal. Levada às pressas para o hospital, a empresária  afirma que entrou em coma e foi parar na UTI. As chances de sobreviver eram mínimas. Ela diz que seu irmão, cardiologista, conversou com os médicos e que a resposta foi que Sandra não passaria daquela noite.

“Eu fui entubada e levada para a sala de cirurgia. Não conseguiam diagnosticar o meu problema. Quando tentaram reparar essa hemorragia, eu aspirei meu próprio sangue e quase me afoguei. Meu pulmão estava lotado de sangue. Eu lembro que conseguia ver os médicos ao meu redor. E foi quando eu avistei um portão de madeira bem grande. Quando esse portão se abriu, eu vi um túnel, tipo esses que fica debaixo de um viaduto. E tinha uma luz muito forte rosa. Estava sendo empurrada em uma maca e as pessoas me olhavam com pena”, conta ela à Marie Claire.

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“A sensação que eu tinha era de que estava em um hospício, mas via que aquelas pessoas estavam em paz, mas eu não, estava muito ansiosa em cima daquela maca olhando de um lado para o outro. Eu só queria queria saber onde estavam meu pai e a minha avó e eu não os via”, continuou.

Sandra voltou do coma dois dias depois de ser internada na UTI. “Quando acordei, estava tentando entender tudo que tinha acontecido com aquela experiência e concluí que se eu tivesse visto meu pai e a minha avó, eu não iria querer voltar. Eu só pensava em uma frase: ‘A sabedoria da vida consiste em mudar tudo o que você pode mudar, aceitar tudo o que você não pode mudar e principalmente em saber diferenciar as duas situações’. Tanto que pedi para a médica lápis e papel para escrevê-la, mas não consegui. Fiquei uma semana no hospital”, se recorda.

Foi a partir da experiência de quase morte que Sandra Teschner resolveu estudar a ciência da felicidade. Ela mergulhou em livros e criou o projeto chamado Plantando Happiness em que promete a “receita da felicidade”, unindo critérios cientificamente mais aceitos para ser feliz com as suas próprias experiências.

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“Em meio as minhas pesquisas, me deparei com um curso sobre felicidade na Universidade da Flórida e fui lá ter aulas, debater com autores de grandes livros sobre o tema, participar ativamente de grupos de estudo. No banco da universidade, aprendi que cientificamente a felicidade é uma escolha, que 50% da capacidade de ser feliz é genética, 10% é resultado de acontecimentos externos e os outros 40% é possível de aprender”, explica.

“Ficou claro que minha missão seria fazer os outros entenderem que era totalmente possível aprender a ser feliz. Hoje, coloco em prática tudo o que aprendi nessa especialização e que continuo aprendendo sobre o que faz uma pessoa feliz. Após quase morrer, descobri que nasci para espalhar felicidade e isso virou meu ganha pão. Posso dizer que é um trabalho muito recompensador”, comemora.

Sandra também se dedicou a projetos sociais com crianças amputadas, com câncer e síndromes raras.

“O que mudou para mim desde minha experiência de quase morte é que não quero eliminar problemas e infortúnios. Sei que não passaremos incólumes aos obstáculos. O que importa é como reagimos a eles e isso define como vamos nos sentir. Dar é melhor que receber, não é religião, é ciência. Ser genuinamente grato te garante ver a vida pelo lado iluminado dela e reverbera em mais luz. Dá para aprender a ser feliz. E ninguém precisa quase morrer para aprender isso”, afirma.

Fonte:  https://revistamarieclaire.globo.com/Mulheres-do-Mundo/noticia/2019/11/apos-quase-morrer-afogada-em-meu-sangue-vi-que-minha-missao-era-espalhar-felicidade.html

Fonte: Profashional
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