conecte-se conosco


Nacional

Doria sanciona ‘Semana do Arroz e Feijão’ em São Paulo

Avatar

Publicado

Arroz e Feijão arrow-options
Pixabay/Creative Commons

A semana do Arroz e Feijão irá acontecer todos os anos a partir do dia 16 de outubro.

O governador João Doria aprovou, nesta quarta (6), a criação da ” Semana Estadual do Arroz e Feijão “, que irá ocorrer todos os anos em São Paulo, a partir de 16 de outubro, o Dia Mundial da Alimentação.

Leia também: Sé: o lugar mais racista e perigoso para mulheres de São Paulo

O Projeto de Lei aprovado por Doria, o PL 261/2017 é de autoria do deputado Fernando Cury (PPS). “Arroz e feijão formam o par perfeito na alimentação brasileira”, afirma na justificativa do PL, explicando que é uma comida rica em vitaminas.

A ideia do deputado é utilizar a semana para incentivar o consumo de arroz e feijão, “para que voltem a ocupar os espaços que vêm perdendo ao longo do tempo”. Seriam realizadas atividades de conscientização em escolas, com ajuda da Secretaria da Educação, e campanhas com ofertas, em parceria a Secretaria da Agricultura.

Leia também: Brasil bate recorde e IBGE registra 13,5 milhões na extrema pobreza

Também está tramitando em âmbito nacional o PL 10867/18, do deputado federal Jerônimo Goergen (PP-RS), que pretende criar a “Semana Nacional do Feijão e Arroz”.

Comentários Facebook

Nacional

Policial investigado por morte de João Pedro ficou com material apreendido

Avatar

Publicado


source
Garoto sorrindo
Reprodução Redes Sociais

Garoto de 14 anos, João Pedro Mattos Pinto, foi morto em casa durante operação policial.

Um dos policiais civis investigados pelo homicídio do adolescente João Pedro Mattos Pinto, de 14 anos, teve contato e transportou provas que fazem parte da investigação que apura o crime. O agente — que é justamente o que mais fez disparos dentro da casa onde o menino foi morto — foi nomeado, pelo delegado responsável pelo inquérito, depositário de três granadas que os policiais afirmam ter encontrado no local. O inspetor, então, transportou as granadas da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI) até a perícia no mesmo dia da operação.

Os explosivos foram apresentados pelos agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) que participaram da operação no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, como provas de que havia traficantes na casa onde João Pedro foi morto.

Leia também: Caso João Pedro: policiais mudam versão sobre quantidade de tiros disparados

No entanto, mesmo com seus agentes sob investigação, foi a própria Core que fez a perícia das granadas: o órgão para onde o inspetor investigado levou os explosivos foi o Esquadrão Antibombas (EAB), que integra a estrutura da Core.

De acordo com o laudo produzido pelo EAB, um dos artefatos, era uma granada de mão modelo M3, um produto controlado pelo Exército, de uso restrito. Os outros dois eram explosivos de fabricação caseira. Nenhum deles estava detonado. Todos os artefatos foram destruídos durante a perícia “tendo em vista o risco em potencial que representa o seu manuseio, transporte e armazenamento”. O laudo já faz parte do inquérito.

Leia também: Família passa horas procurando garoto de 14 anos morto em ação e levado pela PM

Desde o início das investigações, a Defensoria Pública do estado, que representa a família de João Pedro, defende que, como policiais civis são investigados pelo crime, o inquérito deve ser conduzido por um órgão independente.

Por isso, anteontem, amigos de João Pedro prestaram depoimentos a promotores do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (Gaesp) do Ministério Público do Rio. Na semana passada, a DHNSGI intimou os parentes a prestarem depoimentos na especializada, mas a família não compareceu

Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

Vacina de Oxford contra Covid-19 será testada no Brasil

Avatar

Publicado


source
vacina coronavírus
Agência Brasil / Imagem de arquivo

Brasil agora integra consórcio global para criação de vacina contra o novo coronavírus

A vacina contra o coronavírus Sars-CoV-2 desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, em parceria com uma empresa italiana de biotecnologia será testada em humanos também no Brasil .

Leia mais: Porta-voz do governo criticou história “inconsistente com os fatos”

Segundo informações obtidas pela ANSA, a próxima fase de testes da vacina ChAdOx1 nCoV-19 envolverá cerca de 5 mil voluntários saudáveis no Reino Unido – já selecionados – e a mesma quantidade em território brasileiro.

Isso se deve ao fato de a menor circulação do vírus na Europa devido às medidas de isolamento ter tornado mais difícil a avaliação da eficácia da imunização . A primeira fase de testes clínicos da vacina, iniciada em abril, envolveu cerca de mil adultos entre 18 e 55 anos.

As doses de testagem da ChAdOx1 nCoV-19 foram produzidas pela empresa italiana Advent-IRBM, de Pomezia, nos arredores de Roma, e a Universidade de Oxford já tem um acordo com a multinacional sueco-britânica AstraZeneca para a fabricação e distribuição da vacina em nível mundial.

A autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o estudo no Brasil foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (2), após pedido da AstraZeneca.

Leia também: Morre médico que ficou com pele escura durante tratamento para Covid-19 em Wuhan

No fim de maio, a multinacional disse ter obtido um financiamento de US$ 1 bilhão do governo dos Estados Unidos para a vacina e que já tem acordos que garantem a produção de pelo menos 400 milhões de doses, com os primeiros lotes previstos para setembro, caso os testes deem resultado positivo.

A vacina se baseia em um adenovírus de chimpanzés contendo a proteína spike, usada pelo coronavírus Sars-CoV-2 para agredir as células humanas.

Comentários Facebook
Continue lendo

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana