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Augusto Nunes diz não se arrepender da agressão: “reagi como qualquer homem”

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Augusto Nunes agrediu o diretor do The Intercentp Glenn Greenwald ao vivo no programa Pânico.

O jornalista Augusto Nunes agrediu na manhã desta quinta-feira (7) o diretor do The Intercept Brasil, Glenn Greenwald , durante o programa Pânico e disse que não se arrepende ‘nem um pouco’ porque foi agredido verbalmente primeiro. 

“Eu fui insultado moralmente. Aí adverti para que ele não usasse a palavra ‘covarde’, que é insultuosa, que é grave. Adverti cinco vezes, ele insistiu. Eu tinha duas opções: ou reagir com altivez ou engolir o insulto. Não tive alternativa”, disse à Folha de São Paulo. 

Leia mais: “Eu disse que ele é covarde, e estou falando de novo”, diz Glenn sobre Nunes

Augusto Nunes disse ainda que ‘reagiu como qualquer homem reagiria’. “O agredido fui eu. Eu reagi a uma agressão. Me sinto completamente tranquilo. Saí de lá [do estúdio] em paz comigo mesmo. Não havia o que fazer”, esclareceu. 

Nunes esclareceu ainda que comentário feito sobre os filhos de Glenn foi ironia. “Onde eu propus, como ele disse, que ele perdesse a guarda das crianças? Tudo é ilação. Eu disse a ele: ‘Prove que eu disse isso, prove que eu sugeri que fosse retirada a guarda das crianças’. Foi um comentário irônico. 

Briga ao vivo

O jornalista Glenn Greenwald foi convidado para participar do programa Pânico na manhã desta quinta-feira (7). Ao chegar no estúdio, o diretor do The Intercept soube que Augusto Nunes estaria dividindo a bancada. 

Leia também: Além de Carlos Bolsonaro, veja quem mais apoiou a agressão de Nunes a Glenn

Nos primeiros minutos de programa, Glenn comentou que Nunes teria usado os filhos para criticá-lo. Augusto rebateu, dizendo que se tratava de um comentário humorado. 

Em reação, Glenn o chamou de covarde. Augusto agrediu Glenn, que tentou se defender. A produção do programa interferiu, apartando a briga.


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Policial investigado por morte de João Pedro ficou com material apreendido

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Garoto sorrindo
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Garoto de 14 anos, João Pedro Mattos Pinto, foi morto em casa durante operação policial.

Um dos policiais civis investigados pelo homicídio do adolescente João Pedro Mattos Pinto, de 14 anos, teve contato e transportou provas que fazem parte da investigação que apura o crime. O agente — que é justamente o que mais fez disparos dentro da casa onde o menino foi morto — foi nomeado, pelo delegado responsável pelo inquérito, depositário de três granadas que os policiais afirmam ter encontrado no local. O inspetor, então, transportou as granadas da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI) até a perícia no mesmo dia da operação.

Os explosivos foram apresentados pelos agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) que participaram da operação no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, como provas de que havia traficantes na casa onde João Pedro foi morto.

Leia também: Caso João Pedro: policiais mudam versão sobre quantidade de tiros disparados

No entanto, mesmo com seus agentes sob investigação, foi a própria Core que fez a perícia das granadas: o órgão para onde o inspetor investigado levou os explosivos foi o Esquadrão Antibombas (EAB), que integra a estrutura da Core.

De acordo com o laudo produzido pelo EAB, um dos artefatos, era uma granada de mão modelo M3, um produto controlado pelo Exército, de uso restrito. Os outros dois eram explosivos de fabricação caseira. Nenhum deles estava detonado. Todos os artefatos foram destruídos durante a perícia “tendo em vista o risco em potencial que representa o seu manuseio, transporte e armazenamento”. O laudo já faz parte do inquérito.

Leia também: Família passa horas procurando garoto de 14 anos morto em ação e levado pela PM

Desde o início das investigações, a Defensoria Pública do estado, que representa a família de João Pedro, defende que, como policiais civis são investigados pelo crime, o inquérito deve ser conduzido por um órgão independente.

Por isso, anteontem, amigos de João Pedro prestaram depoimentos a promotores do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (Gaesp) do Ministério Público do Rio. Na semana passada, a DHNSGI intimou os parentes a prestarem depoimentos na especializada, mas a família não compareceu

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Vacina de Oxford contra Covid-19 será testada no Brasil

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vacina coronavírus
Agência Brasil / Imagem de arquivo

Brasil agora integra consórcio global para criação de vacina contra o novo coronavírus

A vacina contra o coronavírus Sars-CoV-2 desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, em parceria com uma empresa italiana de biotecnologia será testada em humanos também no Brasil .

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Segundo informações obtidas pela ANSA, a próxima fase de testes da vacina ChAdOx1 nCoV-19 envolverá cerca de 5 mil voluntários saudáveis no Reino Unido – já selecionados – e a mesma quantidade em território brasileiro.

Isso se deve ao fato de a menor circulação do vírus na Europa devido às medidas de isolamento ter tornado mais difícil a avaliação da eficácia da imunização . A primeira fase de testes clínicos da vacina, iniciada em abril, envolveu cerca de mil adultos entre 18 e 55 anos.

As doses de testagem da ChAdOx1 nCoV-19 foram produzidas pela empresa italiana Advent-IRBM, de Pomezia, nos arredores de Roma, e a Universidade de Oxford já tem um acordo com a multinacional sueco-britânica AstraZeneca para a fabricação e distribuição da vacina em nível mundial.

A autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o estudo no Brasil foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (2), após pedido da AstraZeneca.

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No fim de maio, a multinacional disse ter obtido um financiamento de US$ 1 bilhão do governo dos Estados Unidos para a vacina e que já tem acordos que garantem a produção de pelo menos 400 milhões de doses, com os primeiros lotes previstos para setembro, caso os testes deem resultado positivo.

A vacina se baseia em um adenovírus de chimpanzés contendo a proteína spike, usada pelo coronavírus Sars-CoV-2 para agredir as células humanas.

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