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Troller T4 2020 estreia com poucas novidades

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Troller T4 2020 passa a ter detalhes pintados de preto brilhante entre as principais mudanças

As novas cores no exterior e interior são as únicas novidades da linha 2020 do Troller T4, que chega com preço de R$ 140.900 (pintura sólida) e R$ 141.778 (pintura metálica ou perolizada).

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Na exterior, a o Troller T4  da linha 2020 ganhou a tonalidade Cinza Londres Escuro aplicada na grade dianteira, para-choque, teto, estribos, tampa de porta-malas e molduras. A mesma cor está presente no interior, no painel, console central, apoios de braços e molduras dos alto-falantes. Já as rodas de 17″ agora são pintadas em Preto Ebony.

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Trollet T4 vem com central multimídia com tela sensível ao toque e ar-condicionado digital com regulagem independente


O conjunto mecânico segue sem novidades. O motor é o 3.2 Duratorq diesel de cinco cilindros e 200 cv, enquanto o câmbio é manual de seis marchas. A tração é 4×4 com comando eletrônico e reduzida e o diferencial traseiro é do tipo autoblocante.

Na lista de equipamentos, o Troller T4 2020 traz preparação para snorkel, teto solar de vidro, lanternas traseiras de LED, bagageiro de teto, ar-condicionado digital de duas zonas, sistema multimídia JBL com tela de 6,75″ e conectividade Android Auto e Apple CarPlay, vidros e travas elétricas, alarme e preparação para navegador off-road .

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O Troller T4 da linha 2020 segue sem airbags ou freios ABS, já que está enquadrado como um veículo off-road e está isento de sair de fábrica com os itens de segurança.

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Troller T4 2020 mantém o mesmo aspecto da linha anterior, exceto pelas novas cores adotadas a partir de agora


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Nova Yamaha Fazer 250 é registrada no Brasil. Deve chegar em 2021

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Registro da nova Yamaha Fazer 250 2021 no INPI revelam similaridade com a “irmã” esportiva Yamaha MT-03

A Yamaha Fazer 250 com o visual renovado, lançada há um mês na Índia, é registrada no Brasil através do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Mesmo que seja com o intuito de garantir a propriedade intelectual para a montadora — evitando cópias ao redor do mundo — e não necessariamente de que está prestes a chegar às concessionárias, ainda podemos esperar que chegue com as mesmas atualizações observadas na sua próxima mudança no Brasil. Se vierem já na linha 2021, deverá ser anunciada ao mercado brasileiro já no segundo semestre.

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A nova Yamaha Fazer 250 é revelada com novo conjunto ótico frontal, novo painel LCD e ABS de dois canais. Além disso, ganhou novo conjunto óptico frontal, com canhão único de LED para os faróis alto e baixo, junto com uma linha de LED logo acima, para a luz diurna (DRL). Desse modo, fica bastante similar à nova MT-03.

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Apesar da patente não confirmar se será vendida no Brasil, podemos sim aguardá-la, pois faz todo o sentido

Os piscas foram mantidos, ou seja, não são de LED, mas pode ser que o modelo brasileiro receba o item mais refinado em resposta às rivais — como a Honda CB Twister (R$ 15.945) — que já oferecem. Além disso, ela ganhou, também, um novo painel de LCD similar ao atual, mas agora do tipo negativo (ou invertido), ou seja, com fundo escuro, o que facilita a visualização mesmo sob luz forte. Outro item que o modelo indiano ganhou, mas que talvez não venha no modelo brasileiro, é o protetor de motor e cárter aerodinâmico.

Conjunto mecânico segue inalterado

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Yamaha Fazer 250 2021: Novo visual, novas cores e mais tecnologia. Com isso, vira resposta à altura da Honda CB Twister

O conjunto mecânico da naked esportiva não foi alterado. Segue com o motor monocilíndrico de 250 cc, capaz de gerar 21,5 cv (com etanol) e 2,1 kgfm. As rodas são de 17 polegadas com disco de freio de 282 mm na dianteira e 220 mm na traseira. Elas usam pneus Pirelli Sport Demon de medidas 100/80R17 na dianteira e 140/70R17 na traseira.

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Desde 2017, o seu quadro passou a ser do tipo diamante, com o motor que se integra estruturalmente. Desse modo, a rigidez e o controle se favorecem, bem como foi assim que se conseguiu reduzir 4 kg de seu peso total, ante a geração anterior. Outro ponto da Yamaha Fazer 250 está relacionado ao seu sistema de suspensão, com 41 mm de curso, que oferece mais firmeza e robustez, segundo a marca. Com isso, o curso total da roda dianteira aumentou para os 130 mm, o que contribui para lidar com piso irregular.

Fonte: IG CARROS

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Seminovos com até dois anos de uso tendem a se valorizar na pandemia

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Valores dos seminovos com mais de quatro anos de uso tendem a cair por causa da grande oferta no mercado durante a crise econômica

As mudanças no setor automotivo provocadas pela pandemia do novo coronavírus continuam surtindo efeitos. Entre o que já se tornou realidade até agora também pode ser incluída a valorização dos seminovos com até dois anos de uso por conta da alta nos preços dos modelos novos, encarecidos pela disparada do dólar.

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Conforme o estudo da KBB Brasil, entre 14 de março e 30 de abril, a partir da análise de 22.440 versões divididas em 10 categorias de automóveis e comerciais leves, conseguiu-se chegar aos índices médios de variações de preços de seminovos fabricados a partir de 2018, como o Ford Ka SE Plus 1.0 , que teve subida de 10% no valor em abril e do Chevrolet Onix Plus LTZ 1.0 Turbo AT6 , que ficou 27% mais caro no mês passado, como pode ver visto na tabela abaixo, que mostra as variações nos preços de seminovos com até dois anos de uso.

Categoria/PeríodoAntes do distanciamento (1/3 a 13/3)1ª quinzena de distanciamento (14/3 a 31/3)Mês de abril (1/4 a 30/4)Saldo de todo o período
Hatchback -1,42%  -0,07%  + 2,25% + 0,76%
Sedan -1,39%  -1,43% + 1,69%  -1,13%
SUV –0,40%  + 0,56%  -0,13%+ 0,03%
Picape   -0,47%  + 0,24% +1,66% + 1,43%
Furgão  -5,69% -0,90%+ 3,27% -3,32%
Minibus  -3,65%  – 0,38% + 6,44% + 3,17%


O que pode explicar a valorização dos seminovos de até dois anos é o fato das pessoas estarem mais cautelosas e desistirem de comprar um modelo novo, passando a optar com carros com pouco uso, com melhor relação entre custo e benefício. Com mais demada, os preços sobem, o que serve de alento para alguns lojistas que estão passando por dificuldades em tempos de pandemia.

Por outro lado, os modelos com mais de 4 anos, perdem valor, uma vez que têm sido usados para conseguir dinheiro para pagar dívidas, sofrendo variações negativas desde meados de março. Outro aspecto observado é que algumas fabricantes e concessionárias conseguiram aplicar descontos em estoques adquiridos antes da crise, o que depreciando valores de alguns modelos novos no período analisado até o fim de abril. Na tabela abaixo, aparecem as variações de preços dos carros zero quilômetro.

Categoria/PeríodoAntes do distanciamento (1/3 a 13/3)1ª quinzena de distanciamento (14/3 a 31/3)Mês de abril (1/4 a 30/4)Saldo de todo o período
Hatchback+ 5,88%+ 2,37% -2,86%+ 5,39%
Sedan + 4,83%-1,43% 2,70%-0,70%
SUV-1,42%+1,35%+0,19%+ 0,09%
Picape +4,02% -1,89% -3,03%+ 0,90%
FurgãoSem variaçãoSem variação+ 11,08%+ 11,08%
MinibusSem variaçãoSem variaçãoSem variação Sem variação


Comerciais leves

Citroen Jumpy
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Citroën Jumpy é um dos modelos que devem ser valorizados porque os serviços de entrega tem aumentado bastante durante a pandemia


Falando especificamente dos comerciais leves — furgões e minibus — a tendência de alta também pode ser explicada pela demanda de serviços de logística e entrega, que conseguem, até certa medida, continuar funcionando normalmente em meio a pandemia.

LEIA MAIS: Conheça 5 SUV compactos seminovos que não passam dos R$ 50 mil

A tendência é a de que os preços de modelos novos aumentem, pois grande parte da cadeia de fornecimento da indústria é cotada em dólar e a moeda americana está perto do patamar dos R$ 6. Observações preliminares da KBB Brasil em maio já indicam forte acréscimo nos valores dos novos, já que será inevitável, neste momento, repassar a elevação dos custos de produção ao preço final para o consumidor, refletindo nos valores de revendas dos seminovos de ate dois anos.

Fonte: IG CARROS

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