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Já pensou em beliscar o celular? Conheça a capinha que imita pele humana

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Divulgação/Marc Teyssier
A capinha para celular imita a pele humana e é sensível ao toque


Uma equipe francesa da faculdade Telecom Paris desenvolveu um tecido que imita pele humana e é sensível ao toque. Ele foi aplicado a uma capinha de celular , e impressiona pela similaridade com a pele humana. 

Com a capinha, é possível beliscar o celular ou fazer cócegas nele. E o mais impressionante é que ele responderá. O tecido foi desenvolvido para entender gestos e associá-los a sentimentos. Uma pressão forte, por exemplo, significa raiva, enquanto o contato contínuo é atrelado ao conforto. 

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Quando está junto do celular , a capinha consegue enviar esses comandos para o smartphone, transformado-os em ações reais (como o envio de um emoji ). Marc Teyssier, o nome por trás da invenção, afirmou ao NewScientist que a ideia surgiu quando ele decidiu que queria beliscar seu celular. 

A pele falsa foi desenvolvida em dois protótipos . Um deles tem mais textura e é assustadoramente parecido com uma pele humana. O outro já tem a superfície mais lisa, lembrando uma borracha. Dentre os maiores desafios do projeto, estava desenvolver um material que fosse, ao mesmo tempo, elástico e sensível ao toque . Os próximos passos são tornar a pele ainda mais realista, adicionando pelos e recursos de temperatura. 

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Não é só no celular

Além da capinha para celular , o grupo desenvolveu também outros produtos com a pele falsa. Um deles é um touchpad de notebook , com o qual dá para realizar rolagem da página e zoom. Pressionando o dedo na pele, também dá para usar o touchpad como um joystick para games

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Divulgação/Marc Teyssier
A pele falsa também pode ser usada como touchpad


A pele também foi aplicada em wearables , como pulseiras de smartwatches . O produto ainda é um protótipo e, portanto, não tem data para chegar ao mercado. Confira, no vídeo abaixo, tudo o que a pele falsa é capaz de fazer:

Fonte: IG Tecnologia
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Olhar Digital

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Design do Motorola Razr lembra os antigos celulares flip


A Motorola lançou, na última quinta-feira (14), o primeiro celular com tela dobrável da marca, o Motorola Razr , em evento em Los Angeles, Estados Unidos. A boa notícia para os brasileiros é que o aparelho terá produção nacional e será vendido no Brasil , a partir de janeiro do ano que vem; o preço ainda não foi divulgado.

O Razr vai custar US$ 1.500 nos Estados Unidos, aproximadamente R$ 6.500, mas é de se imaginar que, por ser produzido nacionalmente, custe menos que isso nas lojas brasileiras.

O dispositivo traz um display que dobra ao meio no padrão flip e resgata o design do antigo e popular Motorola V3 , um dos maiores sucessos da empresa.

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O novo Razr possui três câmeras. Uma delas está localizada na parte traseira do telefone; a segunda se encontra na parte interna e pode ser acessada com o dispositivo aberto; a última, curiosamente, está na parte frontal e é acessível com o smartphone fechado. 

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O design do aparelho chama atenção quando comparado com outras propostas de celulares dobráveis, como o Samsung Galaxy Fold e o Huawei Mate X . O Razr não se torna um tablet quando aberto, mas sim, fica mais compacto quando está fechado.

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O Motorola Razr terá uma pequena tela na parte externa do aparelho, com resolução de 800 por 600 pixels. O espaço é reservado para a exibição de notificações de aplicativos, alertas de chamadas, SMS e para tirar selfies com o aparellho fechado.

O ponto negativo do celular fica por conta da bateria, de apenas 2.730 mAh, um valor muito baixo se levarmos em conta os padrões dos smartphones atuais. A justificativa para isso está na espessura do aparelho.

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Reprodução
O design do Motorola Razr lembra os antigos celulares flip


Confira a ficha técnica do Motorola Razr

  • Tela OLED dobrável de 6,2 polegadas e resolução de 2142 x 876 pixels
  • Snapdragon 710
  • 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento
  • Bateria de 2.730 mAh
  • Sistema operacional Android 
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Globalmente, o Razr também fará uma pré-encomenda em alguns países europeus já em dezembro, com uma data de vendas para janeiro. Além do Brasil , países como Austrália, Argentina, México e mercados asiáticos selecionados também encomendarão o telefone.

Fonte: IG Tecnologia
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Olhar Digital

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Aplicativos nativos do Android apresentam vulnerabilidades


Um estudo divulgado pela Kryptowire, empresa especializada em segurança digital , afirma que 146 vulnerabilidades foram encontradas em aplicativos que vêm pré-instalados no sistema  Android  de 29 fabricantes de celulares, entre elas a Asus , Samsung e Xiaomi .

A pesquisa foi financiada pelo Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos. O estudo encontrou aplicativos que estão alterando configurações do smartphone sem permissão , gravando áudios de forma secreta e concedendo permissões de forma autônoma sem o consentimento do usuário.

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Angelos Stravou, CEO da Kryptowire, diz que a maior parcela de culpa é do Google , afirmando que a empresa tem o maior poder para demandar mudanças das fabricantes. “O Google pode exigir uma análise mais minuciosa dos códigos e da responsabilidade do fabricante pelo software contido nos produtos que entram no ecossistema do Android . Os legisladores e criadores de políticas deveriam demandar que as empresas sejam responsabilizadas por colocar a segurança e a informação pessoal dos usuários em risco”.

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Desde o ano passado, o Google lançou um sistema chamado Build Test Suite (BTS) para identificar aplicativos pré-instalados potencialmente perigosos em versões personalizadas do Android para dispositivos fornecidos com seus serviços. A própria empresa explica em seu relatório “Android Security 2018 Year in Review”, lançado no início de março:

“As OEMs (fabricantes) enviam suas imagens de compilação novas ou atualizadas ao BTS. O sistema então executa uma série de testes para procurar e identificar problemas de segurança. Um desses testes de segurança verifica as aplicações potencialmente danosas pré-instaladas incluídas na imagem do sistema. Quando encontrada, trabalhamos com o parceiro OEM para corrigir e remover o problema da construção antes que ele possa ser oferecido aos usuários”, explica o Google.

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Mas, apesar dessas verificações de segurança , os aplicativos maliciosos continuam aparecendo, como evidenciado pela pesquisa de Kryptowire. 

Os apps considerados perigosos, encontrados pela equipe da Kryptowire, são pequenas peças de software , geralmente sem uma marca por trás, mas que são encontradas em smartphones de grandes fabricantes.

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Esses apps costumam ser bem difícieis de remover. Eles são mais perigosos do que aqueles baixados pelos próprios usuários, já que têm mais liberdade para operar as funções do smartphone .

Em 2017, na conferência de segurança digital Black Hat, a Kryptowire apontou vulnerabilidades similares em smartphones de baixo custo da Shanghai Adups Technology.

Fonte: IG Tecnologia
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