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Educação

Enem para privados de liberdade registra mais de 40 mil inscritos

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O Exame Nacional do Ensino Médio para adultos que cumprem Penas Privativas de Liberdade e jovens sob medida socioeducativa (Enem PPL) teve 46.163 inscritos. As provas serão feitas nos dias 10 e 11 de dezembro. 

Detentos fazem prova do Enem - Arquivo/Agência Brasil

Detentos fazem prova do Enem – Arquivo/Agência Brasil – Arquivo Agência Brasil

Os participantes do Enem PPL que já concluíram ou concluirão o ensino médio ainda este ano, poderão utilizar o desempenho no exame como mecanismo único, alternativo ou complementar para acesso à educação superior. Já os participantes que não estejam cursando ou não concluirão o ensino médio no ano letivo de 2019 só poderão utilizar os resultados individuais no exame para autoavaliação de conhecimentos. 

Cada unidade prisional ou socioeducativa tem um responsável pedagógico com a função de de realizar e acompanhar as inscrições, além de determinar a sala de provas dos participantes, transferir participantes entre as unidades, quando necessário, e excluir participantes que tiverem sua liberdade decretada.

Enem PPL  

O exame é constituído de redação e de quatro provas objetivas com 45 questões de múltipla escolha. No primeiro dia do exame, serão aplicadas as provas de linguagens, códigos e suas tecnologias, redação e ciências humanas e suas tecnologias. A aplicação terá cinco horas e meia de duração, contadas a partir da autorização do aplicador para o início das provas. No segundo dia, serão aplicadas as provas de ciências da natureza e matemática. A aplicação terá cinco horas de duração.

Nesta edição, além do público com baixa visão, que já era atendido pelo Enem PPL, o exame também atenderá pessoas com cegueira, visão monocular, surdocegueira, dislexia, déficit de atenção, autismo, discalculia, deficiência física, deficiência auditiva, surdez e deficiência intelectual.

Edição: Aline Leal
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Educação

Governo prepara retorno gradual das aulas em São Paulo

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O secretário executivo da Secretaria Estadual da Educação de São Paulo, Haroldo Rocha, disse hoje (5) que o retorno às aulas presenciais, ainda sem data marcada, será de forma gradual. “A ideia é que nós vamos voltar em fases, combinadas com as [cinco] fases do Plano São Paulo [plano do governo estadual de retomada das atividades econômicas e de serviços, de forma gradual e regionalizada]. A ideia é que a gente volte com 20% [de presença] dos alunos no primeiro momento; no segundo momento, com 50% dos alunos; e, na fase final, com 100% dos alunos. Isso já é uma decisão”, detalhou o secretário. Rocha. 

As aulas presenciais na rede estadual de São Paulo estão suspensas desde o dia 23 de março como medida de controle à propagação do novo coronavírus (covid-19). E o retorno “depende da evolução da pandemia e da orientação científica da saúde”, disse Rocha.

O estado tem hoje 13 milhões de estudantes. 

O secretário disse que ainda está sendo discutido que faixa etária terá prioridade na retomada das aulas, se as crianças mais novas ou as crianças mais velhas. Outra questão que está sendo estudada pela secretaria diz respeito aos professores que estão na faixa de risco para o coronavírus, seja por idade acima de 60 anos, seja por problemas anteriores de saúde.

Rocha lembrou que apesar das aulas presenciais estarem suspensas, elas vêm acontecendo de forma online e remota, por meio do Centro de Mídias da Educação de São Paulo (CMSP), plataforma criada pela secretaria de Educação durante a pandemia do novo coronavírus. 

“Estamos transmitindo as aulas pelo Centro de Mídias, que é uma construção que envolve o aluno e o professor, que acessam um aplicativo para as aulas, com internet patrocinada [pelo governo]. Esse Centro de Mídias não é ferramenta da pandemia. Ela nasceu agora, mas será muito importante para a educação daqui para a frente, sobretudo na retomada de aulas”.

De acordo com o secretário executivo de Educação, a retomada das aulas no estado será feita de forma híbrida, aproveitando o Centro de Mídias. “Na retomada das aulas, nós vamos trabalhar com o ensino híbrido, ou seja, as crianças terão um tempo presencial na escola e vão ter também a oportunidade de ampliar ou ter apoio do Centro de Mídias em suas casas para avançar no conhecimento”, disse. 

Por meio de nota, a Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (Seduc-SP) informou que vem realizando reuniões com instituições públicas e privadas para organizar a retomada planejada das aulas presenciais. E que será de forma gradual e regionalizada, seguindo o que os dados científicos sobre a epidemia indicarem em cada região do estado.

Ainda segundo a secretaria, as diretrizes sobre a retomada presencial das aulas devem ser apresentadas à sociedade nas próximas semanas.

Competições e práticas esportivas

O governador de São Paulo, João Doria, disse hoje (5) que a volta das competições e práticas esportivas no estado está em fase de estudos, sem prazo ainda para serem retomadas. “Ainda não há posição definida sobre prazo de retorno do futebol e dos demais esportes”, disse Doria.

“Temos trabalhado em duas frentes. Primeiro, temos um grupo estudando a forma como o vírus se espalha ou pode ser disseminado em uma corrida ou atividades como bicicleta, jogos de futebol, basquete ou tênis. Então pretendemos levar, nas próximas duas semanas, tudo isso para discussão no comitê de crise para embasar uma discussão de eventual abertura desse tipo de atividade, se isso for seguro e possível. Na outra frente, temos tido contato com as federações. E estamos aguardando que elas apresentem protocolos para colocar isso em discussão”, disse Carlos Carvalho, coordenador do Centro de Contingência do Coronavírus de São Paulo.

Manifestações

O governador João Doria disse que a Polícia Militar já está orientada para acompanhar, e atuar, caso seja necessário, na manifestação prevista para este domingo (7), na Avenida Paulista. 

Segundo Doria, será preservado o direito das pessoas a se manifestarem. “A posição do governo é de que não somos contra manifestações. Entendemos as manifestações como uma forma democrática da população a assumir sua posição, contra ou a favor. O que não apoiamos são as agressões. A manifestação, dentro dos princípios democráticos, e dentro do respeito ao cidadão, merece nosso apoio e consideração. Mas medidas que proponham violência ou discriminação ou ações ofensivas e agressivas a quem quer que seja, não serão toleradas pelo governo de São Paulo”.

Edição: Fernando Fraga

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Educação

Unicef lança série de programas infantis sobre saberes da Amazônia

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O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) disponibilizou hoje (5), em seu site e redes sociais, uma série de programas radiofônicos diários pensados para o público infantil e com foco na cultura amazônica. O lançamento coincide com o Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado hoje.

São 24 episódios protagonizados por personagens que integram comunidades indígenas, ribeirinhas, quilombolas, entre outras. Além de entreter crianças em fase pré-escolar ou em processo de alfabetização, a iniciativa busca contribuir para popularizar os saberes tradicionais da Amazônia.

A iniciativa faz parte do projeto Deixa Que Eu Conto, que o Unicef lançou em abril deste ano a fim de oferecer conteúdo e atividades que possibilitassem às crianças aprender em casa, de forma lúdica.

Cada programa possui 30 minutos de duração e, segundo a Unicef, estará disponível no site do fundo, no Spotify e no YouTube.

Todo o conteúdo também pode ser disponibilizado gratuitamente a rádios interessadas de todo o país, além de poder ser compartilhado por WhatsApp. O objetivo ao disponibilizar os programas pelo aplicativo é permitir que educadores, grupos de mães e pais e gestores municipais compartilhem o conteúdo em suas redes.

Os programas sobre a Amazônia são apresentados pelo educador paraense Leandro Medina e pela pesquisadora de culturas tradicionais Andrea Soares.

Edição: Aline Leal

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