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AL recebe exposição do artista plástico Valdivino Miranda

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

A Assembleia Legislativa, por iniciativa do Instituto Memória do Poder Legislativo (IMPL), recebe esta semana a exposição de obras do artista plástico Valdivino Augusto de Miranda. A mostra, aberta nessa terça-feira (22), ficará disponível à visitação até  o dia  25/10 – sexta-feira, das 8h às 17h, no saguão principal sede do Parlamento.

Ao todo estão expostas 14 telas grande e outras 4 menores, que retratam um pouco da cultura e das paisagens mato-grossenses. Algumas obras foram pintadas em tinta a óleo e outras em acrílica, as obras fazem parte do acervo deste artista. Valdivino se diz um apaixonado pela cultura regional e pelas paisagens do cerrado e do Pantanal. “Gosto de pintar as imagens da cultura e das tradições, mas é nas pinturas livres, alegóricas, que me sinto mais expressivo – misturando tudo e fazendo um contexto único”, afirma.

Valdivino é natural de Itiquira e desde jovem nutre paixão pela pintura. Em 1990 começou sua trajetória profissional, depois de frequentar o Ateliê Livre, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), onde aprendeu com artistas mais experientes e sob a orientação Nilson Pimenta. Seus trabalhos de maiores destaques expressam visualmente elementos zoomorfizados.

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Ao longo da carreira, já participou de diversas exposições e bienais do circuito nacional, entre elas a Bienal Naifs do Brasil de Piracicaba em SP,  edição de 2010. Foi premiado no XIX Salão Jovem Arte Mato-Grossense em 2000 e teve três pinturas selecionadas na edição 2013 do Salão de Arte de Mato Grosso, sendo elas:  “Amor de peixe”, “Amamentação do ser marinho” e o “Beijo do polvo”.

Fonte: ALMT
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Observatório do Agronegócio apresenta dados sobre sustentabilidade e desenvolvimento

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Foto: Helder Faria

A Câmara Setorial Temática (CST) de Engenharia e Agronomia recebeu na tarde de segunda-feira (11) o coordenador do Observatório do Agronegócio, grupo da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Sérgio Leal. Ele apresentou dados sobre desenvolvimento econômico e sustentabilidade em Mato Grosso.

Leal destacou que o estado tem avançado no uso de tecnologias e mostrou o aumento na produção do agronegócio com o passar dos anos, com melhor aproveitamento das áreas de plantio.

Ele também ressaltou o papel do agronegócio mato-grossense no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, assim como a importância do setor para a economia do estado. De acordo com dados apresentados pelo coordenador do observatório, Mato Grosso produz 28% das commodities brasileiras. Já o setor da agropecuária, cresceu 200% no estado entre 2000 e 2016.

Sérgio Leal ainda garantiu que o governo trabalha para levar o desenvolvimento econômico e social para todo o estado e para solucionar problemas de logística, como o custo da energia e dificuldades no escoamento e armazenamento da produção. Ele ainda acredita que o agronegócio tem contribuído para a diminuição da pobreza no estado. De 1991 a 2010, a redução de pessoa em situação de extrema pobreza ou pobreza foi de 68% e 70%, respectivamente.

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Ele ainda adiantou que um dos planos do Poder Executivo para criar mais renda e emprego passa pela industrialização do estado. De acordo com Leal, o governo trabalha para oferecer incentivos fiscais “escalonados”, com objetivo de atrair empresas que fabriquem produtos mais complexos. “Quando maior valor agregado ao produto, maior será o incentivo. As empresas vão ter muito mais fomento à industrialização”, prevê o coordenador.

O presidente da CST, Marcelo Capellotto, disse que as informações apresentadas no encontro serão colocadas no relatório final do grupo de trabalho. “Vamos apresentar esse documento daqui a 180 dias. Essas informações estarão disponíveis para a sociedade e também serão levadas através da Rádio Assembleia”, explica o engenheiro agrônomo. A Câmara Temática também vai apresentar sugestões de medidas e projetos de lei para contribuir com o desenvolvimento sustentável do estado. “Os parlamentares vão poder se utilizar desses dados para propor políticas públicas e legislação em geral”, completa o relator da CST, procurador da Assembleia Ricardo Riva.  

A próxima reunião da CST de Engenharia e Agronomia, requerida pelo deputado Sebastião Rezende (PSC), está marcada para 9 de dezembro,  às 14 horas, quando será ouvido o presidente da Câmara Temática de Infraestrutura e Logística do Ministério da Agricultura, Edeon Vaz.

Fonte: ALMT
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Câmara Setorial debate implantação de Escola de Formação do Terceiro Setor

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Foto: Ronaldo Mazza

A implantação de uma Escola de Formação do Terceiro Setor foi uma das propostas apresentadas durante a primeira reunião da Câmara Setorial que trata deste tema na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, na manhã de segunda-feira (11). O objetivo é profissionalizar a atuação de associações, fundações e entidades filantrópicas em todo estado. 

Para o deputado estadual Dr. Gimenez (PV), que preside a Câmara Setorial Temática do Terceiro Setor, a proposta contribuirá para a formação técnica e continuada dos profissionais que estão na área e, com isso, melhorar a prestação dos diversos serviços oferecidos à sociedade, em eixos como educação, saúde, cultura e assistência social.

“Nosso papel primordial é orientar, divulgar e informar esses profissionais, de modo a transformar políticas públicas em políticas de estado. Para isso, estaremos construindo diretrizes de trabalho a partir das sugestões trazidas pelas entidades, mas, para tanto, precisamos saber o que elas esperam do governo e da Câmara Setorial”, acrescentou o parlamentar.

A contadora Fátima Dragoni, que tem especialização no terceiro setor, trabalha há 30 anos na área e é representante da Associação para o Desenvolvimento Social dos Municípios (APDM), pontuou que a escola de formação é uma proposta inovadora no país e vai ao encontro das necessidades dos municípios que não têm condições de contratar consultoria para esta finalidade. 

“O objetivo é levar informações acerca de elaboração de projetos, voluntariado e suas especificidades, gestão e administração financeira e contábil. Apesar de muitas entidades não trabalharem com recursos, elas precisam fazer a contabilidade, ter certidões e demais documentos e estar regularizadas”, explica a especialista. 

Ela alerta para as novas regras advindas com o Marco Relatório das Organizações da Sociedade Civil (Mrosc) – Lei nº 13.019/2014 e a necessidade de adequação das entidades para atender as Parceiras Público-Privadas (PPPs). “A escola de formação vai contribuir no sentido de utilizar estrutura do estado junto com as organizações para atender demandas específicas das nossas regiões”.

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O representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Mato Grosso, Mário Olímpio Neto, disse que a estratégia de atuação da Câmara permite identificar a forma mais adequada de colaboração.

“Temos advogados e outros técnicos habilitados para tratar de temas que permitam a institucionalização das organizações, para que atendam os critérios estabelecidos pela legislação e também aprendam sobre prestação de contas, queremos ser facilitadores nesse processo”. 

A representante da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), Gislaine Marques da Silva, frisou que o governo está aberto a parcerias que visem a formação em diversas áreas aos integrantes do terceiro setor. “Nós avaliamos a proposta como excelente e podemos disponibilizar cursos na versão presencial e a distância que chegarão a locais mais distantes, atendendo o maior número de entidades e municípios”. 

Representando a Fundação André e Lucia Maggi, Lorraine Souza, que é coordenadora de projetos, frisou que a empresa poderá contribuir com o diagnóstico das organizações, pois trabalha há 23 anos no fomento ao terceiro setor no Brasil e em outros países da América Latina. “Ainda temos muito mais pessoas que trabalham mais com o coração do que com a razão, mas para aperfeiçoar a atuação do terceiro setor é importante que se esse quadro mude”. 

A presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Marildette França, confirmou que a maioria das 180 instituições que atua hoje na capital não consegue se organizar como “empresa”, já que não consegue se regularizar para poder captar recursos. “A maioria delas não nos procura nem para fazer o cadastramento, outras não sabem como montar projetos, a capacitação dessas pessoas é fundamental”.

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Também participaram da reunião representantes do Rotary E-Club e Rede de Territórios Educativos de Várzea Grande, Defensoria Pública, Secretarias de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (SEC) e Segurança Pública (Sesp), Instituto Cultural Casarão Artes, Hospital do Câncer, Institutos Atitude e Joana D’Arc, Associação Rio Cuiabá e seus Afluentes (Arica), entre outros. 

Cerca de 12 milhões de pessoas estão envolvidas em atividades filantrópicas do terceiro setor no Brasil. A instalação da Câmara Setorial Temática do Terceiro Setor ocorreu no dia 29 de outubro, nos termos do artigo 447, do Regimento Interno da Assembleia Legislativa e na Lei 8.325/2005, conforme Requerimento nº 5000/2019.

Terceiro setor – É o conjunto de instituições como fundações, associações, organizações não-governamentais, entidades filantrópicas e outras, que são iniciativas privadas porém sem fins lucrativos, que atuam em prol do bem comum e da cidadania. 

Serviço – A capacitação dos profissionais que atuam no terceiro setor preenche lacunas sociais geradas pelas falhas no primeiro e segundo setores (governo e setor privado/mercado). Por meio de um questionário, as principais demandas serão levantadas. Para participar, os representantes das entidades devem fazer contato com o gabinete pelo telefone (65) 3313-6795 ou pelo e-mail [email protected] 
 

Fonte: ALMT
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