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Veja como usar o filtro do Coringa nos Stories do Instagram

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Além dos cinemas, o Coringa fez sucesso também nas redes sociais


Com sucesso de bilheteria nos cinemas, o novo filme do Coringa ganhou espaço também nas redes sociais . Como já mostramos no Olhar Digital , o #JokerChallenge viralizou online e várias pessoas surgiram maquiadas como o vilão nos pequenos vídeos do TikTok . Agora, a nova moda é o filtro do Coringa nos Stories do Instagram

O efeito de realidade aumentada desenvolvido pela  @syilers coloca a maquiagem tradicional do Coringa no seu rosto. Para adquiri-lo é muito simples: basta seguir o passo a passo abaixo e postar o resultado no seu Stories

Leia também: Olouco meu! Como usar o filtro do Faustão no Instagram

Importante

filtro de Coringa  do  Instagram  pode ser utilizado tanto em smartphones com Android , quanto no iOS (sistema do iPhone ).

Como usar o filtro do Coringa no Instagram

1. Abra o aplicativo do Instagram

2. Clique na “Lupa” na parte inferior no aplicativo

3. Pesquise por “syilers”

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Passo 1


4. Já no perfil da @syilers, clique no desenho de rosto com estrelinhas, logo acima da grade de fotos (veja imagem abaixo)

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5. Clique no vídeo 

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Passo 2


6. Clique em “Experimentar”, no canto inferior esquerdo da sua tela

7. Você será redirecionado para sua própria câmera no Instagram

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Passo 3


8. Escolha a melhor pose e tire a foto com o filtro

9. Com a foto tirada, faça as edições necessárias e complete o processo de postagem dela no Instagram .

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Passo 4



Fonte: IG Tecnologia
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Design do Motorola Razr lembra os antigos celulares flip


A Motorola lançou, na última quinta-feira (14), o primeiro celular com tela dobrável da marca, o Motorola Razr , em evento em Los Angeles, Estados Unidos. A boa notícia para os brasileiros é que o aparelho terá produção nacional e será vendido no Brasil , a partir de janeiro do ano que vem; o preço ainda não foi divulgado.

O Razr vai custar US$ 1.500 nos Estados Unidos, aproximadamente R$ 6.500, mas é de se imaginar que, por ser produzido nacionalmente, custe menos que isso nas lojas brasileiras.

O dispositivo traz um display que dobra ao meio no padrão flip e resgata o design do antigo e popular Motorola V3 , um dos maiores sucessos da empresa.

Leia também: O flip está de volta! Motorola Razr é lançado com tela dobrável e design saudoso

O novo Razr possui três câmeras. Uma delas está localizada na parte traseira do telefone; a segunda se encontra na parte interna e pode ser acessada com o dispositivo aberto; a última, curiosamente, está na parte frontal e é acessível com o smartphone fechado. 

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O design do aparelho chama atenção quando comparado com outras propostas de celulares dobráveis, como o Samsung Galaxy Fold e o Huawei Mate X . O Razr não se torna um tablet quando aberto, mas sim, fica mais compacto quando está fechado.

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O Motorola Razr terá uma pequena tela na parte externa do aparelho, com resolução de 800 por 600 pixels. O espaço é reservado para a exibição de notificações de aplicativos, alertas de chamadas, SMS e para tirar selfies com o aparellho fechado.

O ponto negativo do celular fica por conta da bateria, de apenas 2.730 mAh, um valor muito baixo se levarmos em conta os padrões dos smartphones atuais. A justificativa para isso está na espessura do aparelho.

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Reprodução
O design do Motorola Razr lembra os antigos celulares flip


Confira a ficha técnica do Motorola Razr

  • Tela OLED dobrável de 6,2 polegadas e resolução de 2142 x 876 pixels
  • Snapdragon 710
  • 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento
  • Bateria de 2.730 mAh
  • Sistema operacional Android 
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Globalmente, o Razr também fará uma pré-encomenda em alguns países europeus já em dezembro, com uma data de vendas para janeiro. Além do Brasil , países como Austrália, Argentina, México e mercados asiáticos selecionados também encomendarão o telefone.

Fonte: IG Tecnologia
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Aplicativos nativos do Android apresentam vulnerabilidades


Um estudo divulgado pela Kryptowire, empresa especializada em segurança digital , afirma que 146 vulnerabilidades foram encontradas em aplicativos que vêm pré-instalados no sistema  Android  de 29 fabricantes de celulares, entre elas a Asus , Samsung e Xiaomi .

A pesquisa foi financiada pelo Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos. O estudo encontrou aplicativos que estão alterando configurações do smartphone sem permissão , gravando áudios de forma secreta e concedendo permissões de forma autônoma sem o consentimento do usuário.

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Angelos Stravou, CEO da Kryptowire, diz que a maior parcela de culpa é do Google , afirmando que a empresa tem o maior poder para demandar mudanças das fabricantes. “O Google pode exigir uma análise mais minuciosa dos códigos e da responsabilidade do fabricante pelo software contido nos produtos que entram no ecossistema do Android . Os legisladores e criadores de políticas deveriam demandar que as empresas sejam responsabilizadas por colocar a segurança e a informação pessoal dos usuários em risco”.

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Desde o ano passado, o Google lançou um sistema chamado Build Test Suite (BTS) para identificar aplicativos pré-instalados potencialmente perigosos em versões personalizadas do Android para dispositivos fornecidos com seus serviços. A própria empresa explica em seu relatório “Android Security 2018 Year in Review”, lançado no início de março:

“As OEMs (fabricantes) enviam suas imagens de compilação novas ou atualizadas ao BTS. O sistema então executa uma série de testes para procurar e identificar problemas de segurança. Um desses testes de segurança verifica as aplicações potencialmente danosas pré-instaladas incluídas na imagem do sistema. Quando encontrada, trabalhamos com o parceiro OEM para corrigir e remover o problema da construção antes que ele possa ser oferecido aos usuários”, explica o Google.

Leia também: Falha grave de segurança atinge o Linux; veja como se proteger

Mas, apesar dessas verificações de segurança , os aplicativos maliciosos continuam aparecendo, como evidenciado pela pesquisa de Kryptowire. 

Os apps considerados perigosos, encontrados pela equipe da Kryptowire, são pequenas peças de software , geralmente sem uma marca por trás, mas que são encontradas em smartphones de grandes fabricantes.

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Esses apps costumam ser bem difícieis de remover. Eles são mais perigosos do que aqueles baixados pelos próprios usuários, já que têm mais liberdade para operar as funções do smartphone .

Em 2017, na conferência de segurança digital Black Hat, a Kryptowire apontou vulnerabilidades similares em smartphones de baixo custo da Shanghai Adups Technology.

Fonte: IG Tecnologia
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