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''Perdeu a cabeça"

Padrasto estupra enteadas de 12 e 16 anos no Residencial Jonas Pinheiro em Cuiabá; menina mais velha some

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FONTE: RAFAEL MEDEIROS | O BOM DA NOTÍCIA

Padrasto foi preso no domingo (20) por abusar das duas enteadas no bairro Residencial Jonas Pinheiro, em Cuiabá. O crime só foi descoberto após uma das vítimas, de 16 anos, fugir de casa durante a madrugada. Foi então que a mãe descobriu os estupros. A mãe afirmou em depoimento que a filha sumiu por volta das 2h00 da madrugada. Pela manhã, a menor mandou mensagem no WhatsApp de uma amiga dizendo que não voltaria para casa pois não aguentava mais a vida que estava vivendo. A menor confirmou que estava a ponto de suicidar e que a fuga era uma forma de superar tudo o que passou calada.

Depois a menor voltou a entrar em contato, agora com a mãe, informando que estava indo embora motivada pelo padrasto. Em conversa com a amiga da filha, a mulher chegou à conclusão de que a fuga da filha estaria ligada com um possível abuso que a menor sofreu. A mulher decidiu indagar a outra filha, uma menor de 12 anos.

Ela começou a chorar ao conversar com a mãe. A menina relatou que o padrasto E.S.F, 38 anos, já havia abusado dela. Numa das ocasiões estava dormindo quando o suspeito passou a mão em suas nádegas. Em outra ocasião o homem deitou na cama junto com a enteada e chupou seus seios.

Segundo ela, as tentativas fizeram com que passasse, inclusive, a “não dormir direito” com medo ser estuprada. A vítima enfatizou ainda que só não contou para a mãe com receio da reação do padrasto e do que ele seria capaz de fazer com a mulher e as crianças. Isso porque, o homem, quando faz uso de bebida alcoólica é agressivo com a família. O suspeito foi preso e encaminhado à delegacia.

A mãe das menores disse que não percebia atitudes suspeitas do homem, com quem convive há anos. No entanto, frisa que os filhos têm medo do padrasto, principalmente quando faz uso de bebida alcóolica. Ela relatou que notou que há alguns meses a menina de 16 anos tem apresentado comportamento estranho, se isolando das pessoas e, por várias vezes, encontrou a menor chorando, não conseguindo explicação sobre a motivação.

A vítima de 16 anos ainda não havia sido localizada até o fechamento desta matéria. Ela continuava fazendo contato com a mãe e com amigos por meio de mensagens de aplicativo de celular.

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Homem é preso furtando hambúrguer e chocolate em mercado

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Um homem foi preso pela PM na noite de quinta-feira (14), acusado de ter furtado 12 de empanados de frango de um mercado localizado na Rua João Pedro Moreira de Carvalho, no Setor Industrial Norte, em Sinop.

A ação do indivíduo foi flagrada pelas câmeras de monitoramento quando ele pegou os produtos e escondeu dentro de um capacete. Quando tentava deixar o local sem pagar foi abordado pelos seguranças.

A Polícia Militar foi acionada e esteve no local, em seguida conduziu o suspeito e mercadoria apreendida até a delegacia de polícia.

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Feminicídios correspondem a quase metade dos assassinatos de mulheres em MT

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Levantamento da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal (CEAC) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) aponta que 87 mulheres foram assassinadas em Mato Grosso em 2019, sendo que 39 casos correspondem a feminicídios. Esta tipificação foi incluída pela Lei 13.104/2015 na categoria de crime contra a vida no que diz respeito a homicídio de mulheres praticados em virtude de violência doméstica e familiar ou menosprezo/discriminação contra a condição de mulher.

Os dados são referentes ao período de janeiro e dezembro do ano passado, e englobam todas as idades. Com relação a 2018, houve uma redução de 7% nos casos de feminicídios, já que naquele ano foram registrados 42 casos. É importante ressaltar que este número pode sofrer alteração, tendo em vista que a investigação do crime é complexa e a consolidação da motivação pode exigir extensão de prazo e envio posterior pelas delegacias.

Cuiabá não registrou caso de feminicídio em 2019. As ocorrências desta natureza ocorreram no interior do estado, nos municípios de Primavera do Leste (4), Sinop (3), Várzea Grande (3), Chapada dos Guimarães (2), Peixoto de Azevedo (2), Rondonópolis (2) e Sorriso (2).

Os demais municípios apresentaram um registro cada: Água Boa, Alto Taquari, Cáceres, Campo Vede, Comodoro, Confresa, Diamantino, Juína, Mirassol D’Oeste, Nobres, Nova Mutum, São Félix do Araguaia, São José dos Quatro Marcos, Tabaporã, Tangará da Serra, Torixoréu e União do Sul.

Dentro do acompanhamento de homicídios envolvendo vítimas femininas, houve aumento em 2019, com 87 registros, levando em consideração o mesmo período de 2018, quando houve 82. De acordo com a série histórica, Mato Grosso registrou 85 homicídios de mulheres no período de janeiro a dezembro de 2015; 91 em 2016; e 84 em 2017.

Detalhamento de homicídios

Os meses que mais apresentaram registros no ano passado foram novembro, com 11 casos, e janeiro, com 10 homicídios de vítimas femininas. O menor número ocorreu em outubro (3); seguido de agosto (5); fevereiro e dezembro (ambos com 6); abril, maio e junho (7 cada); março e setembro (ambos com 8); e julho (9). O estudo demonstra ainda que Cuiabá e Várzea Grande tiveram, respectivamente, quatro e seis mulheres assassinadas ao longo de 2019.

Por dias da semana, a sexta-feira foi a que mais apresentou mortes de mulheres em Mato Grosso, com 17 casos, seguida de quinta-feira (15), sábado (14), domingo e segunda-feira (ambos com 12), quarta-feira (10) e terça-feira (7). Com relação à faixa etária, 21 mulheres tinham entre 36 e 45 anos; 15 entre 18 e 24 anos; 11 de 25 a 29 anos; 11 estavam com idade entre 30 e 35 anos; 9 mulheres de 46 a 59 anos; outras 9 de 12 a 17 anos; 6 acima de 60 anos; 3 com idade entre 0 e 11 anos; e 2 não tiveram idade informada.

O levantamento também descreve o meio empregado nos casos de assassinatos contra mulheres. No estado, dos 87 casos, 37% foram praticados com arma de fogo; 25% com arma cortante ou perfurante; 8% com arma contundente; 10% pelo uso da força muscular; 19% outros meios; e 1% com veneno. A maior motivação apontada continua sendo passional (38%), e em seguida a apurar (31%). Os demais casos são motivados por envolvimento com drogas (15%), rixa (6%), vingança (6%), fútil (1%), ambição (1%), pedofilia (1%) e álcool (1%).

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