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Assassinato

Homem sai para comer espetinho e é morto a facadas

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O assassinato ocorreu em Lucas do Rio Verde 

Everton Rafael Moraes, idade não informada, foi atingido por golpe de faca, no abdômen, ontem à noite, na avenida Mato Grosso, no bairro Primaveras, por volta das 21h. Mesmo ferido, ele conseguiu correr  para pedir ajuda, mas morreu antes da chegada do resgate.

Familiares contaram que a vítima saiu de casa para ir à esquina comer um espetinho. A motivação do crime ainda é desconhecida. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Sorriso.

A Polícia Civil investiga o caso 
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Assassinato

Casal é executado com tiros na cabeça em quanto dormia

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Uma das suspeitas é de que o crime tenha sido um acerto de contas. Flávio Loko tinha passagens criminais por furtos.

 

 Flávio Oliveira da Silva, conhecido como “Flávio Loko”, de 29 anos e Sueli de Almeida Costa, de 24 anos foi encontrado morto a tiros dentro de um barraco na região do bairro São Lourenço, em Cáceres (235 km de Cuiabá).

A Polícia foi acionada por volta das 11 horas com relatos de que dois corpos estariam num barraco, deitados num colchonete.

A Polícia Militar foi acionada e isolou o local do crime, acionado as autoridades competentes.

Ainda não há informação sobre os autores do crime. Segundo os relatos iniciais dos policiais que estiveram na cena do crime, os tiros podem ser de uma espingarda calibre 12 e atingiram a cabeça das vítimas.

Uma das suspeitas é de que o crime tenha sido um acerto de contas. Flávio Loko tinha passagens criminais por furtos.

O crime será apurado pela Polícia Civil.

 

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Assassinato

Polícia Civil indicia madrasta por homicídio qualificado na morte de criança de 11 anos

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A indiciada teve a prisão temporária convertida em prisão preventiva pela Justiça e permanece em uma unidade penitenciária feminina.

A Polícia Judiciária Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica) de Cuiabá, concluiu o inquérito da morte da menina Mirella Poliane Chue de Oliveira, 11 anos, e indiciou a madrasta da criança, J.G.A., 42 anos, por homicídio duplamente qualificado, praticado por envenenamento e motivo torpe.

As investigações da Deddica concluíram que a indiciada teria cometido o crime sozinha, sem auxílio de outra pessoa. O inquérito aponta ainda que o pai da vítima não teve envolvimento direto e que ele teria sido induzido a erro pela mulher. A madrasta conduzia e tinha controle de todas as situações na família – financeira, educação, saúde e demais cuidados com a criança.

O trabalho investigativo apontou ainda a suspeita de que a madrasta teria envenenado o avô paterno da vítima, Edson Emanoel. No curso das diligências, a Deddica solicitou exames que constataram a possibilidade da morte do homem ter sido causada por envenenamento – ocorrida em março de 2018. A vítima morava com o avô e, com a morte dele, a menina passou a ficar com a indiciada.

Para confirmar essa suspeita, será necessária a exumação do corpo do avô para coleta de material e exames, que possam apontar vestígios de veneno o que, devido ao tempo, pode não ser possível. A Deddica solicitou à justiça autorização para que uma cópia do inquérito seja encaminhada à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, para investigar a suspeita de envenenamento do avô de Mirella. O inquérito será remetido ao Ministério Público Estadual.

Crime

Mirella Poliane morreu em junho deste ano, de causa inicialmente indeterminada. A criança deu entrada em um hospital privado de Cuiabá, já em óbito, e como o hospital não quis declarar a morte, foi acionada a DHPP para liberação do corpo, que solicitou perícia por precaução, diante da falta de evidência de morte violenta. Em princípio, houve suspeita de meningite, bem como de abuso sexual, mas exame de necropsia pelo Instituto Médico Legal descartou o abuso.

A Politec coletou materiais para exames complementares e, conforme Pesquisa Toxicológica Geral realizada pelo Laboratório Forense, foram detectadas no sangue da vítima duas substâncias, uma delas um veneno que provoca intoxicação crônica ou aguda e a morte.

O caso foi então remetido à Deddica, que durante as investigações desvendou o plano de envenenamento em virtude de a criança ter recebido uma indenização em decorrência da morte de sua mãe por erro médico, durante parto dela em um hospital de Cuiabá.

A equipe da Deddica concluiu que o crime foi premeditado e praticado em doses diárias, pelo período de dois meses. A indiciada causou a morte da menina usando o veneno, de venda proibida no Brasil, e ministrando gota a gota, entre abril e junho de 2019.

Motivação

As investigações apontaram que a indenização recebida pela criança foi a motivação do plano de envenenamento. A ação indenizatória foi movida pelos avós maternos da criança, que ingressaram na Justiça e neste ano, após 10 anos de tramitação do processo, a família ganhou a causa em última instância, cujo valor foi de R$ 800 mil, incluindo os descontos de honorários advocatícios.

Parte do dinheiro ficaria depositada em uma conta para a menina movimentar somente na idade adulta. A Justiça autorizou que fosse usada uma pequena parte do dinheiro para despesas da criança, mas a maior quantia ficaria em depósito para uso, após atingir a maioridade.  

Até 2018, Mirella era criada pelos avós paternos. Em 2017, a avó morreu e no ano seguinte (2018) o avô também faleceu, passando a garota a ser criada, naquele mesmo ano, pelo pai e madrasta. A partir disso, teve início o plano da mulher para matar a criança com o objetivo de ter acesso ao dinheiro.

A mulher, presa no início de setembro, foi ouvida após a morte da menina e contou que convive com o pai da vítima desde que ela tinha dois anos de idade e que se considerava mãe da criança. Ela declarou que Mirella começou a ficar doente em 17 de abril de 2019, apresentando dor de cabeça, tontura, dor na barriga e vômito.

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