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“Está faltando maturidade política”, diz presidente do DEM sobre crise no PSL

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dois homens de terno e gravata segurando um microfone arrow-options
Alan Santos/PR – 23.7.19
O prefeito de Salvador, ACM Neto, com o presidente Jair Bolsonaro

O prefeito de Salvador e presidente do Democratas, ACM Neto (DEM-BA), afirmou no domingo (20) que “está faltando maturidade política” aos líderes políticos, uma referência à crise instalada entre os dirigentes de PSL. Nas duas últimas semanas, o presidente Jair Bolsonaro e dirigentes de seu partido entraram em choque, numa crise que envolveu até divulgação de gravações.

“Acho que está faltando, honestamente, eu vou dizer aqui, maturidade política a algumas pessoas, de entenderem que o momento não é de estar brigando. Pelo amor de Deus, o país vive ainda uma crise muito séria. Tem tanta coisa importante para ser aprovada no Congresso Nacional. É feio o que está acontecendo. É muito feio o que está acontecendo”, afirmou o presidente do DEM .

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ACM Neto disse ainda que o seu partido não vai se envolver na briga entre bolsonaristas e bivaristas, e que não convidou nenhum deputado do PSL a migrar para o DEM. A negativa também se estende ao presidente Jair Bolsonaro e a uma possível fusão entre o DEM e o PSL.

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“Não especulo sobre isso porque, jamais, qualquer cogitação concreta de uma vinda do presidente (Bolsonaro) para o Democratas, como também nunca houve uma cogitação concreta sobre uma hipótese de fusão do PSL e o Democratas , algo que foi comentado nesses últimos dias”, afirmou ACM Neto.

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Ainda assim, o presidente do DEM não descartou que possa haver uma mudança de posicionamento no futuro. “O que pode acontecer ou não no futuro é outra história. Agora, por enquanto, essa confusão é deles e eu espero que eles possam superar, administrar e resolver, porque o Brasil não suporta e não pode estar vivendo no meio dessa confusão política”, afirmou.

Fonte: IG Política
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Fonte: EBC Política
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Bolsonaro assinou carta de desfiliação do PSL, anuncia advogada

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O presidente Jair Bolsonaro assinou sua carta de desfiliação do PSL. A informação foi confirmada, nesta terça-feira (19), pela advogada do presidente, Karina Kuffa, que se reuniu com ele no Palácio do Planalto.

“Hoje vai ser feito o protocolo formal do pedido de desfiliação partidária do presidente da República”, disse Kuffa. O documento será entregue à direção nacional do PSL e também registrado no Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), estado onde o presidente tem seu domicílio eleitoral.

Bolsonaro e seu grupo político anunciaram a criação de uma nova legenda, a Aliança pelo Brasil. Um evento na próxima quinta-feira (21), às 10h, em Brasília, vai celebrar a fundação do partido, com apresentação do estatuto, do programa e de seus membros fundadores. Mas para que possa ser oficialmente registrado, será necessária a coleta de 500 mil assinaturas, em pelo menos nove estados. E as rubricas ainda precisam ser validadas, uma a uma, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Até lá, o presidente ficará sem partido. Para poder disputar as eleições municipais de 2020, a Aliança pelo Brasil terá que ter o registro aprovado no TSE até o mês de março. Segundo o advogado Admar Gonzaga, que também participou da reunião com Bolsonaro, é possível garantir o registro da legenda nesse prazo.

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“Vocês não têm ideia da avalanche de apoiamentos que temos recebido de pessoas querendo se engajar. É uma coisa, assim, emocionante. Estamos convictos de que faremos um grande trabalho. Agora, nem tudo depende de nós. Temos meios para fazer em 140 dias, eu mesmo já fiz um partido em 190 dias, com muito menos recursos e o apoio magnífico que tem o presidente da República e os leais ao presidente”, afirmou.

As instruções para a coleta de assinaturas serão informadas no site da nova legenda. Os advogados de Bolsonaro ainda pretendem obter uma autorização do TSE para que a coleta de assinaturas possa se dar por meio digital, apesar de não haver precedente no âmbito do TSE. “Nenhum dos meios [de coleta de assinaturas] nos causa preocupação em relação ao tempo, porque com a popularidade do presidente Jair Bolsonaro, a gente consegue, sem dúvida nenhuma, registrar esse partido antes das eleições municipais”, disse Karina Kuffa.

Desfiliação

Sobre a desfiliação de parlamentares que pretendem migrar para o novo partido, quando ele for registrado, o advogado Admar Gonzaga assegurou não haver “risco nenhum” de perda do mandato. “A justa causa é apenas para sair do partido e se filiar ao outro. Já não tem risco nenhum para o mandato, porque as barbaridades que foram cometidas são inúmeras, elas se acumulam”, afirmou.

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Segundo o advogado, seriam várias as provas de que a direção nacional do PSL vem perseguindo os integrantes dissidentes do partido, o que justificaria a saída da agremiação sem incorrer na legislação que trata da infidelidade partidária, que incide especificamente sobre os mandatos proporcionais, que são os de deputados federais, estaduais e vereadores.

“Falta de transparência, ameaça de expulsão, destituição de cargos de comissão. É o presidente de um partido que não aceita responder a um simples pedido de transparência nas contas do partido. Como é que alguém vai ficar nesse ambiente?”, questionou.

Segunda maior bancada parlamentar na Câmara dos Deputados, o PSL conta com 53 deputados, atrás apenas do PT. No Senado, a legenda conta com três integrantes. A expectativa é que ao menos 30 pessoas, entre parlamentares e políticos que ocupam outros cargos, se filiem ao futuro partido, quando ele for registrado.

Edição: Fernando Fraga
Fonte: EBC Política
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