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Com qual celebridade você se parece: aplicativo Gradient é realmente seguro?

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Scott Disick brincou nas redes sociais quando viu que se parecia com Brad Pitt


1 milhão: este é o número de downloads que o novo aplicativo , fenômeno de popularidade, alcançou na Play Store em apenas uma semana. Trata-se do Gradient , um app de edição que mostra com qual celebridade você se parece.

Em geral, apps de edição ou filtros que transformam o rosto de usuários caem no gosto popular e viralizam rapidamente nas redes sociais . Quem aí se lembra do FaceApp, o aplicativo russo que utilizava um filtro para envelhecer o rosto das pessoas e que rendeu uma multa milionária ao Google e à Apple ? Sem esquecer do chinês de deepfakes Zao. Agora, a atenção toda está voltada ao Gradient Photo Editor .

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A princípio, esses aplicativos podem soar inofensivos, como uma brincadeira boba e divertida com os amigos e familiares. Mas como já vimos por aqui, especialistas de segurança afirmam que essas aplicações não deixam claro o que fazem com os dados coletados dos usuários .

O Gradient , assim como qualquer outro aplicativo que forneça filtros que modificam o rosto, baseia-se em aprendizado de máquina no seu funcionamento. Argumento que já possibilita colocar uma cota de incertezas quanto à privacidade .

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Do I really look like these guys?! Come on ? #gradient #gradientpartner

Uma publicação compartilhada por Scott Disick (@letthelordbewithyou) em 15 de Out, 2019 às 10:42 PDT


Apesar da co leta da imagem do rosto de milhões de pessoas ser útil e servir como produto para o  aprendizado de máquina e base de reconhecimento facial , o modelo de negócios do Gradient vai além. Os vários recursos de edição colocados à disposição do usuário (incluindo o “transformador em celebridade”) só é acessível por meio de uma assinatura mensal (que varia de R$ 16 ou R$ 78 por ano). Contudo, como forma de atrair e aumentar as chances de converter o usuário, após o upload das fotos, ele é convidado a testar do serviço por três dias gratuitamente.

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No entanto, e é onde a atenção do usuário deve ser redobrada: para ativar esse período de testes, o usuário precisa fornecer as informações do cartão de crédito (via infraestrutura da Apple ou do Google ). Expirado o tempo de teste, caso o usuário se esqueça de cancelar a assinatura, o valor começará a ser cobrado no cartão mensalmente. Para cancelar, somente acessando as configurações do Gradient e encerrar o período de testes.

Nos termos de uso, o Gradient afirma que “não se apropria do conteúdo que você faz upload ou edita pelo serviço”. Isso, ao menos a principio, pode significar que os responsáveis pelo aplicativo não irão utilizar as fotos e informações pessoais; dados de uso e cookies, porém ainda podem ser compartilhados para terceiros e anunciantes.

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Apesar de sustentar algumas diferenças nos termos de uso e privacidade em relação ao app russo, principalmente no que se refere a assinatura mensal, é preciso tomar cuidado com as intenções do criador. “Qualquer um que tenha colocado seu rosto [em uma plataforma] online com seu nome e outros dados de identificação – por exemplo, qualquer pessoa com um perfil de rede social ou site – já está muito vulnerável a ser capturado digitalmente para futuros usos de reconhecimento facial “, explica o advogado Michel Bradley a ABC News .

Ele ainda pondera que a privacidade de apps do mesmo segmento não menciona nada sobre o que aconteceria com os dados do usuário se ele parasse de usar o serviço. “Isso mostra que, se eles [os fundadores] venderem seus negócios, os dados das pessoas estarão disponíveis para o próximo comprador e elas consentem que isso aconteça”, disse. A renúncia à privacidade se estende a qualquer afiliada do aplicativo . Hipoteticamente, e se o Gradient fosse vendido para alguma agência de segurança nacional, como a NSA?

Fonte: IG Tecnologia
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Design do Motorola Razr lembra os antigos celulares flip


A Motorola lançou, na última quinta-feira (14), o primeiro celular com tela dobrável da marca, o Motorola Razr , em evento em Los Angeles, Estados Unidos. A boa notícia para os brasileiros é que o aparelho terá produção nacional e será vendido no Brasil , a partir de janeiro do ano que vem; o preço ainda não foi divulgado.

O Razr vai custar US$ 1.500 nos Estados Unidos, aproximadamente R$ 6.500, mas é de se imaginar que, por ser produzido nacionalmente, custe menos que isso nas lojas brasileiras.

O dispositivo traz um display que dobra ao meio no padrão flip e resgata o design do antigo e popular Motorola V3 , um dos maiores sucessos da empresa.

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O novo Razr possui três câmeras. Uma delas está localizada na parte traseira do telefone; a segunda se encontra na parte interna e pode ser acessada com o dispositivo aberto; a última, curiosamente, está na parte frontal e é acessível com o smartphone fechado. 

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O design do aparelho chama atenção quando comparado com outras propostas de celulares dobráveis, como o Samsung Galaxy Fold e o Huawei Mate X . O Razr não se torna um tablet quando aberto, mas sim, fica mais compacto quando está fechado.

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O Motorola Razr terá uma pequena tela na parte externa do aparelho, com resolução de 800 por 600 pixels. O espaço é reservado para a exibição de notificações de aplicativos, alertas de chamadas, SMS e para tirar selfies com o aparellho fechado.

O ponto negativo do celular fica por conta da bateria, de apenas 2.730 mAh, um valor muito baixo se levarmos em conta os padrões dos smartphones atuais. A justificativa para isso está na espessura do aparelho.

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O design do Motorola Razr lembra os antigos celulares flip


Confira a ficha técnica do Motorola Razr

  • Tela OLED dobrável de 6,2 polegadas e resolução de 2142 x 876 pixels
  • Snapdragon 710
  • 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento
  • Bateria de 2.730 mAh
  • Sistema operacional Android 
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Globalmente, o Razr também fará uma pré-encomenda em alguns países europeus já em dezembro, com uma data de vendas para janeiro. Além do Brasil , países como Austrália, Argentina, México e mercados asiáticos selecionados também encomendarão o telefone.

Fonte: IG Tecnologia
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Aplicativos nativos do Android apresentam vulnerabilidades


Um estudo divulgado pela Kryptowire, empresa especializada em segurança digital , afirma que 146 vulnerabilidades foram encontradas em aplicativos que vêm pré-instalados no sistema  Android  de 29 fabricantes de celulares, entre elas a Asus , Samsung e Xiaomi .

A pesquisa foi financiada pelo Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos. O estudo encontrou aplicativos que estão alterando configurações do smartphone sem permissão , gravando áudios de forma secreta e concedendo permissões de forma autônoma sem o consentimento do usuário.

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Angelos Stravou, CEO da Kryptowire, diz que a maior parcela de culpa é do Google , afirmando que a empresa tem o maior poder para demandar mudanças das fabricantes. “O Google pode exigir uma análise mais minuciosa dos códigos e da responsabilidade do fabricante pelo software contido nos produtos que entram no ecossistema do Android . Os legisladores e criadores de políticas deveriam demandar que as empresas sejam responsabilizadas por colocar a segurança e a informação pessoal dos usuários em risco”.

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Desde o ano passado, o Google lançou um sistema chamado Build Test Suite (BTS) para identificar aplicativos pré-instalados potencialmente perigosos em versões personalizadas do Android para dispositivos fornecidos com seus serviços. A própria empresa explica em seu relatório “Android Security 2018 Year in Review”, lançado no início de março:

“As OEMs (fabricantes) enviam suas imagens de compilação novas ou atualizadas ao BTS. O sistema então executa uma série de testes para procurar e identificar problemas de segurança. Um desses testes de segurança verifica as aplicações potencialmente danosas pré-instaladas incluídas na imagem do sistema. Quando encontrada, trabalhamos com o parceiro OEM para corrigir e remover o problema da construção antes que ele possa ser oferecido aos usuários”, explica o Google.

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Mas, apesar dessas verificações de segurança , os aplicativos maliciosos continuam aparecendo, como evidenciado pela pesquisa de Kryptowire. 

Os apps considerados perigosos, encontrados pela equipe da Kryptowire, são pequenas peças de software , geralmente sem uma marca por trás, mas que são encontradas em smartphones de grandes fabricantes.

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Esses apps costumam ser bem difícieis de remover. Eles são mais perigosos do que aqueles baixados pelos próprios usuários, já que têm mais liberdade para operar as funções do smartphone .

Em 2017, na conferência de segurança digital Black Hat, a Kryptowire apontou vulnerabilidades similares em smartphones de baixo custo da Shanghai Adups Technology.

Fonte: IG Tecnologia
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