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Economia

Mega-Sena acumula e deve pagar R$ 21,5 milhões; confira dezenas sorteadas

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Agência Brasil

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2199

A Mega-Sena acumulou após o sorteio do concurso 2199 neste sábado (19), remarcado do último sábado (12), por conta de feriado. As dezenas foram conhecidas em São Paulo, mas não teve ganhadores. Os números sorteados foram: 15, 23, 30, 35, 38, 44

Um total de 29 apostas acertaram a quina e vão levar para casa 29 apostas ganhadoras, R$ 58.063,07 cada. Na quadra , o prêmio de R$ 787,13 será pago a 3.056 apostadores.

O concurso 2200 deve pagar um total estimado de R$ 21,5 milhões a quem acertar as seis dezenas. 

Como funciona

O concurso é realizado pela Caixa Econômica Federal e pode pagar milhões ao sortudo que acertar as seis dezenas. Os sorteios ocorrem ao menos duas vezes por semana – normalmente, às quartas-feiras e aos sábados. O apostador também pode ganhar prêmios com valor mais baixo caso acerte quatro ou cinco números, as chamadas Quadra e Quina, respectivamente.

Na hora de jogar, o apostador pode escolher os números ou tentar a sorte com a Surpresinha – nesse modelo, o sistema escolhe automaticamente as dezenas que serão jogadas. Outra opção é manter a mesma aposta por dois, quatro ou até oito sorteios consecutivos, a chamada Teimosinha .

Premiação

Os prêmios iniciais costumam ser de aproximadamente R$ 3 milhões para quem acerta as seis dezenas. O valor vai acumulando a cada concurso sem vencedor. Também é possível ganhar prêmios ao acertar quatro ou cinco números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas. Para isso, é preciso marcar de seis a 15 números do volante.

O prêmio bruto da Mega-Sena corresponde a 46% da arrecadação. Desse total, 35% são distribuídos entre os acertadores dos seis números sorteados; 19% entre os acertadores de cinco números (Quina), 19% entre os acertadores de quatro números (Quadra), 22% ficam acumulados e distribuídos aos acertadores dos seis números nos concursos de final zero ou cinco e 5% ficam acumulado para a primeira faixa (Sena) do último concurso do ano de final zero ou cinco.

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Economia

Líder do MBL criou estratégia para não pagar impostos, diz Receita

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Protestos na Avenida Paulista foram puxados pelo MBL e outros movimentos populares

Ao determinar a prisão de dois empresários supostamente envolvidos com o Movimento Brasil Livre (MBL) , o juiz Marco Antonio Vargas disse que a família de Renan Santos, líder do movimento, comprou empresas perto de falência para fugir do pagamento de impostos e lucrar às custas dos consumidores.

O juiz, no entanto, impediu a suspensão das atividades econômicas de ambos os ligados ao MBL , que havia sido solicitada pelo Ministério Público, porque a pandemia “exige a preservação de empregos e a viabilização de exercício de atividades laborativas lícitas”.

A Receita Federal afirmou, no pedido de prisão dos empresários, que a família de Renan Santos , um dos principais nomes do MBL, adotou um esquema para lucrar às custas dos consumidores ao evitar pagar impostos .

renan santos mbl
Reprodução/YouTube

Renan Santos, líder do MBL, criou estratégia para comprar empresas perto de falência para não pagar impostos

“Eles não declaram nem pagam os tributos, e com isso enriquecem com a apropriação indevida dos tributos pagos pelos consumidores finais”, diz o pedido de prisão. Segundo a Receita, esse é o “segredo do sucesso” dos empresários ligados ao MBL.

A operação que prendeu os empresários, batizada de “Júnior Moneta”, investiga fraudes e desvios de até R$ 400 milhões . Apesar da ligação entre os presos e o MBL, o MP afirmou que os desvios até o momento não são da alçada política, e sim envolvendo empresas ligadas aos presos.

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Economia

Política ambiental de Bolsonaro já prejudica empresas brasileiras e a economia

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desmatamento amazônia
Divulgação/Imazon

Desmatamento na Amazônia foi o pior em cinco anos no mês de junho

A política ambiental do governo de Jair Bolsonaro, pautada na prática pelo antiambientalismo, além de  prejudicar a imagem do Brasil no exterior e causar ameaças de boicotes ao País , já afeta diretamente as empresas brasileiras, a economia e, no fim das contas, os consumidores, que podem acabar pagando pelo descaso com a Amazônia tanto na questão monetária quanto sofrendo os efeitos do desmatamento no clima e na saúde.

Um grupo de 36 empresas, composto por grandes exportadores de variados setores da economia, se articula para demonstrar ao governo Bolsonaro seu temor a respeito das ameaças de perdas internacionais e os boicotes já experienciados, segundo relatos à Folha de S.Paulo . Alguns empresários relacionam sua perda de receita neste ano com investidores “fugindo” do Brasil.

O governo até sinalizou preocupação recentemente ao promover  encontro do vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) com investidores nesta sexta-feira (10), mas o posicionamento negacionista em relação ao desmatamento segue dando o tom. Mourão minimizou o desmatamento e o veto de Bolsonaro a projeto que visava garantir água potável, cestas básicas e materiais de higiena a indígenas porque, segundo o vice-presidente, “indígena se abastece dos rios” .

Na prática, portanto, o governo demonstra preocupação com as perdas econômicas, mas não parece realmente disposto a adotar política ambiental menos nociva e, de fato, ouvir as queixas e ameaças de boicotes.

Outro ponto que depende de uma postura mais firme do governo federal no combate ao desmatamento é o acordo entre Mercosul e União Europeia (UE) , cujas negociações estão interrompidas, segundo o presidente da França, Emmanuel Macron , justamente por conta do desmatamento no Brasil. A primeira reação do alto escalão foi, em vez de minimizar, inflar os ânimos da discussão. O ministro da Economia,  Paulo Guedes, chamou Macron de “oportunista” e defendeu que Macron queria, na verdade, proteger o setor agrícola europeu. Ele aproveitou a ocasião ainda para atacar os Estados Unidos, um dos principais parceiros comerciais do Brasil.

Além das ameaças internacionais de boicote, os efeitos práticos já sentidos, segundo empresários, e a adoção da mesma postura de sempre, os dados também são assustadores. Em junho, o desmatamento aumentou pelo 14º mês seguido. O Deter, programa que mede desmatamento na Amazônia  quase em tempo real, feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (Inpe), revela que, no último mês, mais de 1.000 km² foram destruídos, a maior área já registrada pelo levantamento, que começou em 2015.

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