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Conheça Gita, o robô que segue o dono carregando suas coisas

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O robô Gita segue seu “dono” onde quer que ele vá


Uma empresa chamada Piaggio Group lançou uma máquina de serviço pessoal que segue os usuários para onde eles forem. O robô Gita usa cinco câmeras para ver o usuário, segui-lo e transportar até 18 kg durante quatro horas.

Esse assistente é semelhante àquelas malas inteligentes que seguem seus donos pelo aeroporto. Ele apresenta um design redondo e robusto, mas relativamente ágil e intuitivo.

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Operar o Gita é simples. O usuário pressiona um único botão para ligá-lo, um botão para as câmeras escanearem as pernas dos usuários e pronto. Ele ainda é capaz de acompanhar a pessoa quando o indivíduo muda de direção repentinamente.

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O robô Gita pode carregar até 18kg


Seu movimento é estranhamente natural. Quando o usuário acelera sua caminhada, ele se esforça para acompanhar. O fabricante informa que o Gita opera melhor em superfícies duras. Obviamente, ele não sobe escadas.

“Esse é o primeiro robô que você ‘dirige’ fazendo algo que faz desde criança: andar”, disse Jeffrey Schnapp, cofundador da Piaggio. “Sem a necessidade de ler um manual técnico, sem a necessidade de emitir comandos de voz”, completa.

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Um sistema de sons e luzes permitirá que o usuário saiba se ele não está funcionando corretamente ou precisa de uma carga. Além disso, ele possui um aplicativo que permite “compartilhar” as pessoas que ele deve seguir, ou seja, selecionar outra pessoa que não o proprietário para que ele fique junto.

Quanto à privacidade , a empresa garante que o Gita não grava fotos ou vídeos de quem ele segue . O alto-falante presente no robô , além de avisar se houve algum problema com ele, também pode tocar músicas para distrair as crianças.

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O Gita precisa de espaços específicos para operar. Ele não se dá muito bem com espaços apertados e nem com áreas muito movimentadas, como uma estação de metrô, por exemplo. A única desvantagem é a necessidade de olhar constantemente para o robô para se certificar de que ele está seguindo o usuário.

O robô Gita será lançado no dia 18 de novembro, e chega custando U$S 3.250, aproximadamente R$ 13.400.

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Confira os lançamentos da Netflix para assistir no final de semana

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Confira os lançamentos da semana na Netflix


Semanalmente, a Netflix adiciona novos filmes e séries ao seu catálogo trazendo cada vez mais opções do que assistir para os assinantes. Já em tempos de quarentena, sempre é uma boa ideia dar uma conferida no que há de novo para fazer o tempo passar mais rápido.

Nessa semana, um dos maiores destaques ficou por conta da estreia da série Space Force , que mostra um general bem excêntrico com a missão de fazer decolar a mais nova agência militar dos EUA, a Força Espacial.

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Já em relação a filmes, a Netflix trouxe poucas novidades, tendo como destaque CHiPs: O Filme, que mostra dois agentes atrapalhados em uma missão do FBI para achar quem são as pessoas corruptas da Polícia Rodoviária da Califórnia. A seguir, confira a relação completa do que chegou na Netflix nessa semana.

Séries

  • Expresso do Amanhã (25/05)
  • Jeffrey Epstein: Poder e Perversão – Minissérie (27/05)
  • Someboy Feed Phil – 3º temporada (29/05)
  • Space Force (30/05)


Filmes

  • Annabelle (26/05)
  • Ya No Estoy Aqui (27/05)
  • CHiPs: O Filme (28/05)
  • Desaparecida – O Início (28/05)
  • Paixão Obsessiva (28/05)

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Stand-Ups

  • Hannah Gadsby: Douglas (26/05)
  • Kenny Sebastian: The Most Interesting Person in the Room (29/05)

Desenhos, animes e programação infantil

  • Dorohedoro (28/05)
  • Robot Trains (30/05)

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Internet lenta durante o isolamento social? Veja dicas para solucionar

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Muitos usuários têm relatado lentidão na internet durante o período de isolamento social


Quem notou lentidão na internet durante o período de isolamento social imposto pela pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2) não está sozinho. Entre a primeira e a segunda quinzena de março, a Agência Nacional de Telecomunicações ( Anatel ) registrou aumento de 32% no número de reclamações sobre o serviço de banda larga fixa. 

As reclamações aumentam no mesmo período em que o tráfego de dados subiu – a alta da demanda foi entre 40% e 50%, ainda de acordo com a Anatel. Aulas online, home office, serviços de streaming e videoconferências se tornaram muito comuns durante a pandemia, e acabam impactando a rede como um todo. 

Segundo a Anatel, tudo está sob controle. “As redes de telecomunicações são projetadas para suportar aumentos de tráfego, e todas as prestadoras têm planos de contingência. Até o momento, apesar do aumento abrupto de demanda e da mudança de perfil no consumo, o monitoramento da operação aponta normalidade”, afirmou o órgão. 

A internet está sobrecarregada?

Apesar de afirmar que a situação está controlada, a própria agência já adotou medidas para enfrentar o aumento da demanda, e especialistas afirmam que é possível que o crescente acesso à internet provoque uma sobrecarga na rede nacional . Leandro Evangelista, coordenador de curso do Instituto de Gestão e Tecnologia da Informação, explica que essa sobrecarga pode acontecer de duas formas. 

Leia também: Um em cada quatro brasileiros ainda não tem acesso à internet, revela pesquisa

A primeira delas é dentro de uma residência. Se uma família muda seu perfil de consumo durante o isolamento social, mas continua com o mesmo plano contrato, é possível que ele não seja suficiente para atender a essa demanda. 

E olhando de forma mais ampla, a rede nacional de internet funciona de forma parecida. A infraestrutura é limitada e, se a demanda cresce muito, pode haver sobrecarga. 

“Temos uma infraestrutura de rede nacional saturada, acarretando lentidão e quedas nas residências. Além disso, para agravar a situação, a maioria da população não possui bons planos de internet e esta crescente utilização em tão pouco tempo não era esperada pelas empresas”, explica o professor. 

Como melhorar a internet lenta

Apesar da culpa da internet lenta não ser do consumidor, existem algumas medidas que podem ser seguidas para tornar o acesso mais rápido. Confira as dicas dos especialistas:

  • Negocie com a família: se você precisa da rede de internet para trabalhar, pode ser interessante negociar horários com quem mora com você. Sobretudo nos horários entre 9h30 e 12h e entre 14h e 17h, que costumam ter picos de utilização de internet, é interessante negociar o acesso a serviços que consomem mais dados, como streaming de vídeo e música.
  • Faça conferências sem vídeo: utilize vídeo nas chamadas somente quando for muito necessário. As ligações apenas por áudio consomem menos dados.
  • Volte a utilizar seu telefone: aproveite para utilizar seu telefone fixo para evitar gastar dados com chamadas que não precisam ser feitas utilizando a internet.
  • Baixe filmes e séries para assistir offline: a maior parte das plataformas de streaming, como a Netflix, oferecem a possibilidade de fazer o download de vídeos para assistir depois, e uma boa opção é baixá-los em um momento menos acessado para curtir o conteúdo tranquilamente em horários de pico. No Brasil, o horário de menos sobrecarga na internet é durante a madrugada.
  • Use o pacote de dados do celular: com todos em casa durante a pandemia, nem lembramos que temos dados móveis no celular, usando só o Wi-Fi. Tente utilizar também esse serviço que você paga, a fim de não sobrecarregar a rede doméstica.
  • Interrompa a reprodução automática nas redes sociais: plataformas como Instagram e Facebook, por padrão, reproduzem vídeos automaticamente conforme o usuário navega pela linha do tempo, e isso acaba consumindo muita internet. Para que isso não ocorra, vá nas configurações das suas redes sociais e desative a reprodução automática de vídeos.
  • Use um cabo Ethernet: se seu sinal de Wi-Fi está fraco, uma opção interessante é conectar o notebook diretamente por um cabo Ethernet, dispensando a rede sem fio. Isso torna a conexão mais rápida e estável.
  • Use repetidores de sinal Wi-Fi: os dispositivos permitem que o sinal de Wi-Fi chegue aos cômodos mais distantes da casa com mais força.
  • Negocie com as operadoras: em um momento de crise, muitas ofertas estão surgindo. Por isso, tentar negociar um plano melhor com sua operadora ou com a concorrência pode ser uma boa saída.

O que tem sido feito para resolver o problema

A sobrecarga na rede de internet não prejudica apenas os domicílios brasileiros, mas também serviços essenciais como de segurança e saúde que dependem da tecnologia. E é também por isso que medidas foram tomadas para evitar consequências mais graves. 

Leia também: Netflix normaliza qualidade de streaming em alguns países da Europa

“Tanto a Anatel quanto as operadoras de telecomunicações adotaram medidas para o enfrentamento do aumento de demanda no período de pandemia. O acompanhamento da gestão das redes é realizado no âmbito do Grupo de Gestão de Riscos e Acompanhamento do Desempenho das Redes de Telecomunicações (GGRR), estrutura institucional que reúne Anatel e as prestadoras. Existe também diálogo contínuo com representantes do setor de internet e de provedores de conteúdo ( Facebook , Google , Globo e Netflix )”, informa a agência. 

Dentre as soluções encontradas , os provedores de conteúdo em streaming diminuíram a qualidade de seus vídeos em todo o país, a fim de tornar os serviços mais leves. Além disso, as grandes prestadoras de telecomunicações expandiram a capacidade de suas redes para absorver a alta demanda.

Direito do consumidor

Mesmo com essas medidas tomadas pelo órgão e por empresas, é comum que usuários tenham experiências ruins com a internet , que já é considerada um serviço essencial. A própria Anatel determina que a velocidade da banda larga fixa deve ser de, no mínimo, 80% da contratada. 

“Além disso, o resultado do seu teste não pode ser menor que 40% do contratado. Trata-se de uma questão contratual e um direito do consumidor”, explica Thiago Silva, especialista da associação de direito do consumidor Proteste. 

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Para testar a velocidade da internet, os consumidores podem utilizar sites como  Speed Test e Fast , e comparar os resultados com a velocidade contratada. A própria Proteste também possui um portal para realizar o teste .

Se o resultado for abaixo do permitido pela Anatel , o indicado é que o consumidor entre primeiro em contato com a próprio operadora de telefonia para resolver o problema. O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), lembra que as operadoras não podem cobrar pela visita de um técnico caso haja falha na prestação do serviço. 

Se a própria operadora não solucionar a questão, o recomendado é que o consumidor encaminhe sua reclamação diretamente à Anatel, através do portal da agência .

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