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Internacional

Astronautas fazem primeira caminhada 100% feminina no espaço

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Duas astronautas da Agência Espacial Norte-Americana fizeram história na manhã de hoje (18). Christina Koch e Jessica Meir participaram da primeira Atividade Extra-Veicular (EVA, na sigla em inglês) conduzida por um time exclusivamente feminino.

As astronautas substituíram uma unidade de controle de energia defeituosa que fica em um painel exterior da Estação Espacial Internacional (ISS). “No passado, mulheres não tinham assento permanente na mesa. É maravilhoso contribuir para o programa espacial em uma época em que todos têm um papel”, disse Koch no início da transmissão.

As astronautas estão a cerca de 420 quilômetros da superfície da Terra, e fizeram a transmissão ao vivo da missão.

Veja como foi: 

“Apenas fazendo meu trabalho”

O presidente norte-americano, Donald Trump, falou ao vivo com as engenheiras da missão. Trump reconheceu a importância do momento histórico e aproveitou a oportunidade para elogiar as astronautas. “O trabalho que vocês fazem é incrível. Eu tive a oportunidade de olhar seus currículos, e eles são realmente impressionantes.”

Acompanhado do vice-presidente Mike Pence e da filha Ivanka, o presidente aproveitou a oportunidade para fazer uma pergunta para a dupla. Questionadas sobre qual mensagem passariam para todas as “meninas do mundo que sonham com o espaço”, Jessica Meir respondeu: “Para nós, é apenas trabalho. Ao mesmo tempo que entendemos que é um marco histórico, existe toda uma fileira de mulheres que fazem trabalho espacial. Queremos ser uma inspiração para essas meninas ao dizer que todo o trabalho duro se pagou”, afirmou a astronauta.

Donald Trump encerrou a comunicação com as astronautas afirmando que o Estados Unidos estão prontos para a nova missão para a Lua, e que em seguida a humanidade chegará à Marte na primeira missão tripulada.

Currículos espaciais

Ambas as cientistas ingressaram na Nasa em 2013. Christina Koch, de 40 anos, nascida no estado da Carolina do Norte, sempre teve interesse em ciências e matemática. Formou-se em uma universidade pública, a North Carolina State University, em física e fez mestrado em engenharia elétrica.

Jéssica Meir, de 42 anos, teve uma trajetória fora da curva. Estudante de uma das universidades de prestígio que formam a Ivy League – um grupo das oito melhores universidades dos Estados Unidos –, ela se formou em “artes em biologia”, uma área que estuda como usar tecidos, bactérias e organismos vivos como matérias-primas em obras de artes. Seu interesse no espaço nasceu daí. Ela fez mestrado em estudos espaciais e doutorado em biologia marinha.

Texto ampliado às 14h18

* Texto atualizado às 16h55

Edição: Narjara Carvalho
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Internacional

Venezuela: operações de segurança deixam 1.300 mortos em cinco meses

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Operações de Segurança na Venezuela mataram pelo menos 1.324 pessoas nos primeiros cinco meses de 2020, informou o Alto Comissariado da Organização das Nações Unidas para os Direitos Humanos nessa quinta-feira (2).

A alta comissária Michelle Bachelet, que apresentou, em Genebra, relatório de 17 páginas sobre a Venezuela, disse que está “preocupada com os altos números de mortes de jovens pelas forças de segurança”, referindo-se a pessoas que teriam morrido enquanto resistiam às autoridades. 

Os dados oficiais da Venezuela mostram 6.710 homicídios em 2019 e 1.363 entre janeiro e maio deste ano. 

Os dados “não incluem as mortes violentas no contexto de operações de segurança, classificadas como ‘resistência à autoridade'”, afirmou a ex-presidente do Chile. 

Das mortes em operações de segurança em 2020, pelo menos 432 foram atribuídas à unidade das Forças Policiais Especiais (Faes), 366 à polícia investigativa conhecida como CICPC, 136 à Guarda Nacional e 124 à polícia do estado de Zulia, diz o relatório. 

Jorge Valero, embaixador venezuelano na ONU e em outras organizações internacionais em Genebra, disse que o relatório é baseado em “questionamentos infundados”, com o objetivo de “abastecer a agenda de agressão que se desdobra contra a Venezuela”. 

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Internacional

Suíça restringe visitantes do Brasil e de mais 28 países

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A partir de 6 de julho, viajantes de 29 países que quiserem ir à Suíça terão que se registrar com as autoridades e se autoisolar para evitar um ressurgimento do coronavírus, anunciou o governo suíço nessa quinta-feira (2).

A lista inclui, entre outros, os Estados Unidos, a Suécia, o Brasil e a Rússia, que foram classificados como países com alto risco de infecção.

Os visitantes com passagem nessas nações nos 14 dias anteriores terão que notificar as autoridades suíças de imediato, ao chegar, e ficar dez dias em quarentena, segundo o governo.

A lista inclui ainda Argentina, Chile, Colômbia, Arábia Saudita, África do Sul e Sérvia e será revisada continuamente.

O número de infecções começou a aumentar na Suíça nos últimos dias, provocando o receio de uma segunda onda de covid-19, mas suas fronteiras com Itália, Áustria, Alemanha e França estão abertas no momento.

O país, que suspendeu muitas de suas restrições, entre elas a reabertura de escolas e lojas, teve 31.967 testes positivos de covid-19 e 1.686 mortes até agora.

A Suíça faz parte do Espaço Schengen de 26 nações, que normalmente não têm verificações nas fronteiras. As viagens irrestritas entre a Suíça e todos os outros membros do Schengen estão permitidas, exceto a Suécia, que consta da lista governamental.

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