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Honda adia lançamento do novo Fit por falha no freio de estacionamento elétrico

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Marcelo Poblete/Quattrotruote

Honda Fit terá faróis maiores e colocados em posição mais elevada entre as mudanças que serão adotadas

A nova geração do Honda Fit estava sendo esperada como uma das principais novidades do Salão de Tóquio (Japão), no fim do mês. Mas, de acordo com o jornal japonês Nikkei Shimbun , por causa de um defeito no freio de estacionamento elétrico, a apresentação do carro teve que ser adiada.

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Agora, o novo Honda Fit será visto apenas em meados do mês que vem, com o início das vendas no mercado japonês programado para a metade de dezembro. Por causa do atraso na producão em série, ainda existe a chance da chegada do carro às lojas aconteça somente no começo de 2020.

Ainda conforme o Nikkei Shimbun, o defeito no freio de estacionamento elétrico está ligado à luz de advertência do sistema que será adotado pela primeira vez no modelo que terá outras mudanças importantes. Entre as quais, destaca-se o novo motor 1.0, turbo entre as opções do conjunto mecânico. 

Novo Honda Fit por dentro

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Marcelo Poblete/Quattrotruote

O painel do novo Honda Fit terá quadro de instrumentos com velocímetro digital, como no Civic



O novo Honda Fit terá a mesma base do novo sedã City, que será mostrado no ano que vem. Ambos os modelos terão uma versão híbrida, que contará com motor elétrico funcionando em conjunto com outro a combustão, de 1.5 litro de cilindrada.

No Brasil, o novo Honda Fit deverá ser lançado em 2020, com o mesmo visual adotado no Japão. Isso inclui faróis maiores e instalados em posição um pouco mais alta que no modelo atual. Além disso, o para-brisa ficará mais amplo entre os principais destaques, assim como o maior espaço interno, que continuará tendo a versatilidade dos bancos dobráveis e rebatíveis.

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O interior do novo Honda Fit terá quadro de instrumentos digital, seguindo os passos do Civic . Dele também vai herdar a central multimídia, que terá formato de tablet e mais fácil alcance, bem como os comandos do sistema de climatização. Um terceiro item inédito no carro será a partida por botão.

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Chevrolet Vectra foi sinônimo de requinte no mercado brasileiro

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A Chevrolet tem uma história de sucesso na categoria dos carros médios no Brasil. Lançado em 1982, o Monza foi sucesso absoluto de vendas na categoria dos sedãs, assegurando por três anos (entre 1984 e 1986) o título de carro mais vendido do país. O modelo foi vendido até 1996, com mais de 850 mil emplacamentos.

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Substituir um best-seller exige uma manobra de mestre, e esse foi o caso da Chevrolet em meados dos anos 90. Já sabendo que o Monza estava defasado, a GM apostou no design alemão do Vectra , modelo lançado no Brasil em sua primeira geração em 1993.

A primeira geração

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Divulgação

Apesar de ser substituto do Monza, o Chevrolet Vectra A conviveu com o modelo até 1996

Antes de chegar ao Brasil, o Vectra já existia há certo tempo na Europa. Nessa época, a GM apostava em novas nomenclaturas para seus veículos. O nome Vectra surge da palavra “vetor”, em inglês, e tinha a intenção de remeter ao dinamismo e modernidade.

O Vectra A veio para substituir o Monza, mas chegou a conviver com seu antecessor por três anos no mercado brasileiro. Ele inicialmente foi vendido nas versões GLS, CD e a esportiva GSI.

O motor das duas primeiras versões era 2.0, de 8 válvulas, entregando 116 cv de potência e 17,3 kgfm de torque – números honestos para a época. Com câmbio manual de cinco marchas, o Vectra CD era capaz de atingir 100 km/h em 11 segundos. Já o modelo GSI tinha motor 2.0, 16V, importado, rendendo 150 cv e 20 kgfm de torque. Este era um verdadeiro canhão, acelerando de 0 a 100 km/h em 8,5 segundos. Considerando os padrões de 1994, os números são dignos de aplausos.

O melhor Vectra

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Divulgação

A segunda geração do Chevrolet Vectra teve lançamento quase simultâneo na Europa e no Brasil

Não é exagero dizer que a segunda geração do Vectra está entre os veículos mais emblemáticos que a GM já vendeu no Brasil. Enquanto sua primeira geração demorou consideravelmente para chegar, a marca lançou o Vectra B no Brasil apenas um ano após sua apresentação oficial no Salão de Frankfurt (Alemanha), de 1995.

O modelo cresceu em todas as suas proporções, ganhando linhas mais arredondadas e dinâmicas. Ele trazia algumas soluções exclusivas, como os retrovisores externos que mantinham uma continuidade com o capô. Há quem diga, até hoje, que o modelo permanece moderno, mesmo para os padrões de 2020.

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Assim como a versão anterior, o Vectra B disponibilizou dois motores 2.0, de 8 e 16 válvulas. Os modelos GL e GLS entregavam 110 cv de potência e 17,7 kgfm de torque, apenas com câmbio manual de cinco marchas. Já o CD, topo de linha, desenvolvia 141 cv de potência e 19,6 kgfm de torque, acelerando de 0 a 100 km/h em 10 segundos. Em 1998,  surgiu o motor 2.2, 8v, de 123 cv de potência e 19,4 kgfm de torque, com câmbio automático de quatro marchas. Entre 1996 e 2005, o Vectra B emplacou mais de 300 mil unidades.

A terceira geração

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A terceira geração teve alguns retrocessos, como a suspensão que deixava de ser multibraço

Apresentado em 2005, a terceira geração do Vectra não empolgou à primeira vista. Tratava-se de uma versão mais luxuosa do Astra europeu, e tinha alguns retrocessos na comparação com o modelo anterior. A suspensão traseira multibraço, por exemplo, deu lugar ao conjunto com eixo de torção. 

Mas o modelo não deixava de ter muitas qualidades. O acabamento, por exemplo, foi muito elogiado, com painel e portas revestidos por materiais macios e de boa qualidade. A versão Elite, topo de linha, tinha até inserções de imitação de madeira. Foi nessa geração que também tivemos as versões hatchback, GT e GT-X.

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O interior do Chevrolet Vectra abusava de materiais emborrachados e texturas diferenciadas

As versões Elegance e Expression contavam com motor 2.0, de 127 cv e 19,6 kgfm de torque, com câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro. Já o modelo Elite tinha motor 2.4, de 150 cv de potência e 23,7 kgfm de torque, sempre com câmbio automático de quatro e aceleração até 100 km/h na casa dos dez segundos.

Legado

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Chevrolet Cruze é o sucessor espiritual de um modelo emblemático que teve 18 anos de vida

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O Vectra durou até 2011, quando foi descontinuado para dar lugar à primeira geração do Cruze . O modelo novo foi muito criticado pela simplicidade, mas vendeu consideravelmente por estrear uma nova linguagem de design na Chevrolet. As coisas melhoraram com a segunda geração, ainda que o acabamento interno fosse inferior a todas as gerações do Vectra lançadas anteriormente. Sinônimo de modernidade, o Vectra estará sempre nos corações dos fãs espalhados pelo Brasil. Já teve um? Comente sobre sua experiência abaixo.

Fonte: IG CARROS

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Nissan deixa de oferecer as versões 1.0 do March no Brasil

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Nissan March: linha do hatch diminui para conter custos de produção e manter o foco nas versões mais procuradas nas lojas atualmente

A Nissan resolve deixar de produzir as versões com motor 1.0 do hatch March no Brasil, onde o carro passa a ser oferecido apenas com motor 1.6, a partir de R$ 56.490, valor do SV com câmbio manual de cinco marchas. Em seguida, vem o SV automático CVT (R$ 62.190) e o topo de linha é o SL CVT (R$ 65.190).

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A marca começa a reformular sua linha de compactos no mercado brasileiro. Já está confirmada a chegada da nova geração do sedã Versa, vinda do México, a partir de junho. O novo modelo vai conviver com o Nissan V-Drive, que corresponde ao Versa atualmente feito em Resende (RJ), o único modelo da marca com o motor 1.0, de três cilindros.

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Pelo menos por enquanto, o March 1.6 continua sendo fabricado normalmente, mas agora com uma oferta mais exuta, até a chegada de outro modelo, baseado na nova geração do March vendida na Europa e outros mercados. Deverá seguir o estilo do novo Versa mexicano e ter mais espaço e sofisticação que o hatch feito hoje em dia na linha de montagem fluminense.

Kicks também tera novidades

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Nissan Kicks: versão híbrida e-power deverá ser uma das novidades que a marca deverá lançar no Brasil nos próximos anos

O que também está confirmado é que o SUV compacto Kicks terá uma versão híbrida feita no Brasil até 2022. A fabricante está avançada nas pesquisas que combinam célula a combustível e etanol. O conjunto mecânico deverá ser o mesmo do Note E-Power, que a reportagem de iG Carros já avaliou no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

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Com a nova versão híbrida, o Nissan Kicks poderá ser capaz de fazer até 34 km/l, já que vai se mover apenas com motor elétrico, ficando o a combustão para gerar energia. Agora o desafio é fazer o sistema funcionar com etanol. Pelo visto, será uma das melhores soluções quando o assunto é eletrificação.

Fonte: IG CARROS

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