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Economia

Depois de sequência de seis altas, dólar opera em queda nesta sexta-feira

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Pixabay/Reprodução
O Ibovespa, principal índice da B3, avança 0,12%, aos 105.146 pontos

O dólar comercial opera com tendência de queda no último pregão da semana. A moeda americana é negociada com recuo de 0,54%, valendo R$ 4,148. O Ibovespa, principal índice da B3, avança 0,12%, aos 105.146 pontos. O mercado segue avaliando os dados do crescimento da economia chinesa e as declarações do presidente do banco Central (BC) do Brasil, Roberto Campos Neto, a respeito da trajetória dos juros no país.

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Em entrevista à TV Bloomberg, Campos Neto disse que o cenário externo tem penalizado o Brasil. Porém, destacou sua expectativa quanto à melhora da economia do país.

“O crescimento global não está ajudando o Brasil neste momento. O Banco Central está mais otimista em relação à economia, embora ainda haja muita capacidade ociosa”.

Do lado externo, a China cresceu 6% no terceiro trimestre de 2019, o pior resultado para o indicador chinês desde 1992. O resultado, porém, veio praticamente em linha com as expectativas do mercado, que projetavam avanço de 6,1% para o período. A produção industrial do gigante asiático, porém, veio muito acima do esperado em setembro. A alta foi de 5,8%, enquanto as projeções indicavam avanço de 4,9%.

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Dado o atual cenário, os temores sobre a desaceleração da atividade econômica global ainda seguem influenciando no comportamento dos mercados.

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Destaques da Bolsa

Nesta sexta, as ações ordinárias (ON, com direito a voto) e preferenciais (PN, sem direito a voto) da Petrobras operam com valorização de, respectivamente, 1,13% e 1,05%. O que explica este comportamento é a divulgação dos dados sobre a produção de petróleo da estatal. No terceiro trimestre do ano, a produção do óleo pela Petrobras cresceu 16,4% na comparação com igual período de 2018, para 2,264 milhões de barris por dia.

O Banco do Brasil também contribui para os ganhos do Ibovespa, com suas ações ON subindo 1,83%. A alta é reflexo da oferta de ações que levantou cerca de R$ 5,8 bilhões, a R$ 44,05 por papel.

Fonte: IG Economia
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Senado aprova saque do FGTS de R$ 998 e texto segue para sanção de Bolsonaro

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Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Texto que amplia saque precisa ser sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro

O Senado aprovou, em votação simbólica na noite desta terça-feira, a medida provisória (MP) 889, que autoriza os saques do FGTS . O texto havia sido aprovado pela Câmara na semana passada e, agora, segue para sanção.

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A comissão mista do Congresso aprovou mudanças no texto enviado pelo governo. Entre as principais alterações, o parecer elevou o valor do saque , previsto inicialmente em R$ 500 por conta, para os cotistas que tinham na edição da MP saldo de até um salário mínimo (R$ 998) nas contas vinculadas do Fundo.

Eles poderão tirar tudo. Como os saques já estão ocorrendo, quem já retirou o dinheiro poderá levar o restante, logo após a sanção da lei pelo presidente Jair Bolsonaro.

Fonte: IG Economia
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Economia

Desconto no seguro-desemprego pode chegar a 8,14% com novo programa do governo

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Divulgação
Programa Verde Amarelo visa aumentar a abertura de vagas para jovens de 18 a 29 anos

O governo federal lançou na última segunda-feira (11) o Programa Verde Amarelo , com uma série de ações para estimular a contratação de jovens de 18 a 29 anos sem experiência profissional no mercado de trabalho.

Para compensar a desoneração dos empregadores que aderirem ao programa, o secretário de Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho, anunciou que o governo passará a cobrar contribuição previdenciária sobre o seguro-desemprego , que hoje é isento.

A contribuição será a mesma dos trabalhadores que estão empregados, segundo as novas regras previstas na reforma da Previdência, que foi promulgada nesta terça-feira (12).

Ou seja, alíquotas de 7,5% a 14%, de acordo com a faixa salarial. Porém, como o teto do seguro-desemprego atualmente é de R$ 1.735,29, a alíquota máxima ficaria em 8,14%, caso a regra começasse a valer este ano.

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A expectativa é que essa contribuição comece a ser aplicada a partir de 1º de março do ano que vem , quando provavelmente o teto do seguro-desemprego terá passado por um novo reajuste, o que aumentará o percentual da alíquota previdenciária.

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Por outro lado, o período em que o trabalhador receber o seguro-desemprego passará a contar como tempo de contribuição para o cálculo da aposentadoria .

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Hoje, o valor do seguro-desemprego varia entre R$ 998 e R$ 1.735,29. Para calcular o valor das parcelas do trabalhador formal, é considerada a média dos salários dos três meses anteriores à data da dispensa.

Assim, quem tem média de até R$ 1.531,02 tem direito a 80% do salário médio ou ao salário mínimo, prevalecendo o de maior valor. Para média de R$ 1.531,03 a R$ 2.551,96, o seguro-desemprego corresponde a R$ 1.224,82, mais 50% do que exceder R$ 1.531,02. Já para quem tem média salarial acima de R$ 2.551,96, o benefício tem um teto de R$ 1.735,29 .

Veja as simulações:

Para um trabalhador que recebe salário de R$ 998 (um salário mínimo), o valor do seguro-desemprego será de R$ 998. A alíquota previdenciária nesse caso será de 7,5%, ou seja, R$ 74,85 por mês. Com isso, o desempregado receberá um benefício de R$ 923,15.

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Se a média dos salários do trabalhador der R$ 1.500, o seguro-desemprego será de R$ 1.200. Nesse caso, as alíquotas serão aplicadas sobre cada faixa salarial .

Sobre a primeira faixa, de um salário mínimo, o desconto será de 7,5%. E sobre a segunda faixa, com o valor restante, será aplicada a alíquota de 9%. Confira:

R$ 998 x 7,5% = R$ 74,85

R$ 202 x 9% = R$ 18,18

Ou seja, na prática, a contribuição será de R$ 93,03, que corresponde a um desconto de 7,75%.

Por fim, para um trabalhador cuja média salarial era de R$ 5 mil, por exemplo, o seguro-desemprego será o teto de R$ 1.735,29. Novamente, serão aplicadas as alíquotas sobre cada faixa:

R$ 998 x 7,5% = R$ 74,85

R$ 737,29 x 9% = R$ 66,35

Ou seja, na prática, a contribuição será de R$ 141,20 , que corresponde a um desconto de 8,14%. E o valor será de R$ 1594,09. 

Fonte: IG Economia
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